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terça-feira, 21 de agosto de 2012

O que a não participação de Manu Ginóbili do próximo Pré-Mundial pode representar?

Em seu blog no site argentino La Nación, o astro da Argentina Manu Ginóbili anunciou que não participará da Copa América 2013, que servirá como Pré-Mundial para 2014. Bem, essa notícia já está surfando na grande rede deste o início da tarde, portanto, a maioria já sabe desse acontecimento. A questão é o que a não participação de Ginóbili na competição pode representar em termos de sua despedida da seleção argentina.

Quando o selecionado de Julio Lamas foi disputar a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Londres, muita gente falava que aquele poderia ter sido o último jogo da geração de ouro, fato desmentido pelos principais jogadores. Agora Manu chega falando que não participará do Pré-Mundial, o que, sem dúvidas, volta a colocar a pulga atrás da orelha dos torcedores sobre aquela partida contra a Rússia, que garantiu o bronze para a equipe européia, ter realmente sido o último jogo do narigudo bom de bola com a camisa azul e branca.

É claro que a situação e idade de Manu tem que ser levada em conta. Ele não tem a mesma idade de alguns anos atrás, mas, essa não é a primeira vez que ele ficará de fora de uma competição digamos, menos importante. 

No ano passado ele esteve com a seleção no Pré-Olímpico das Américas, mas, em 2009, no Pré-Mundial, que foi disputado em Porto Rico, tendo o Brasil como campeão, ele não foi. Não foi também para o Pré-Mundial de Las Vegas, em 2007, assim como também não marcou presença em 2005, em mais um título brasileiro.

Não vou ficar postando aqui todas as competições que ele participou ou deixou de participar. Isso é só para mostrar que, não necessariamente, um fato tem a ver com o outro, apesar, repito, de ser outra circunstância e o fator idade começar a pesar, afinal, já são 35 anos de vida e 14 servidos à seleção nacional.

Seguindo a linha de raciocínio do último parágrafo, incluo a declaração de Manu, que afirma estar indeciso sobre a sua participação ou não o Mundial de 2014, dizendo que "Depois, veremos. Faltam dois anos para nosso próximo compromisso importante, é impossível definir agora".

Não há como dizer o que será do futuro do Ginóbili com a seleção, afinal, só quem sabe disso é o próprio, mas com os fatos apresentados acima, tudo parece, na teoria, estar em aberto.

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2012: o ano de LeBron

Com a ida de Howard para o Lakers, finalmente veremos a final entre Kobe e LeBron?

quinta-feira, 31 de maio de 2012

OKC busca a vitória mais importante da temporada

A temporada do Oklahoma City Thunder se resume a uma partida: a de hoje à noite, contra o San Antonio Spurs, válida pelo jogo três da final da conferência oeste. Se vencer logo mais, às 22h, no Chesapeake Energy Arena, ainda se manterá vivo na briga pelo título da conferência e, respectivamente, pela vaga na final da NBA, mas, caso perca, praticamente dará adeus a temporada, já que terá a missão impossível (nenhum time da NBA conseguiu o feito até hoje) de virar uma série depois de estar perdendo por 3 a 0.


fortalecer o garrafão contra as infiltrações e Manu (foto)
e Parker será fundamental para um bom resultado
Nos dois primeiros jogos, apesar da vantagem do Spurs ofensivamente dentro do garrafão, o time texano teve os seus dois grandes destaques na parte de cima, com o argentino Manu Ginóbili e o francês Tony Parker jogando o fino da bola. Em média, Manu tem 23 pontos, 3 rebotes e 3,5 assistências nessa série, enquanto Parker, fortíssimo candidato ao prêmio de MVP das finais, se o Spurs passar, é claro, com médias de 26 pontos, 5,5 rebotes e 7 assistências.


Os comandados de Scott Brooks estão rendendo bem em quadra, com Kevin Durant, Russell Westbrook e James Harden sendo as principais peças até aqui, como não poderia ser diferente. A chave para a jovem equipe é, se não conseguir parar, pelo menos frear um pouco as investidas de Ginóbili e Parker, que infiltram pelo meio do garrafão com uma facilidade que até faz parecer fácil jogar basquete e ser um mito na NBA.


À favor do Thunder estará o fator casa e a sua apaixonada torcida, que promete deixar o Chesapeake Energy Arena todo azul e fazer a trilha sonora da noite ser: OKC, OKC,OKC!


Uma vitória pode mudar o rumo da série, já que OKC ainda terá mais uma partida em casa antes de voltar ao AT&T Center, podendo ir, inclusive, com a série empatada. Mas, não se engane achando que se não vencer hoje está tudo bem. Não, não vai estar! Em caso de mais uma vitória do Spurs, que chegaria ao 21° triunfo seguido e manteria os 100% de aproveitamento na pós-temporada, o jovem Oklahoma City Thunder já estará praticamente, pela segunda vez seguida, amargando o vice-campeonato da conferência oeste.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Invencível, Spurs chega a 20° vitória seguida e complica a vida do Oklahoma City Thunder

Dupla francesa comemora mais uma vitória nos playoffs
Alguém tem que avisar para Gregg Popovich, Tony Parker e companhia, que a série contra o Oklahoma City Thunder é final de conferência oeste, é uma série onde tudo mundo espera equilíbrio, jogos emocionantes e disputados até o último minuto. Alguém fala isso para o San Antonio Spurs, que não está respeitando essa regra e, dominando o jogo dois inteiramente, passeou contra os comandados de Scott Brooks, que chegaram a praticar a tática "Hack-a-Splitter", mas não conseguiram evitar o inevitável, perdendo por 120 a 111, na vitória de número 20 de forma seguida do time texano, sendo 10 nos playoffs, mantendo os 100% de aproveitamento na pós-temporada.


Se o Thunder não conseguir para as infiltrações de Parker, a situação não mudará


Depois do jogo um, o que se esperava assistir no AT&T Center era uma partida novamente equilibrada, mas o Spurs corrigiu os erros do jogo anterior e novamente contou com um argentino narigudo vindo muito bem do banco, para fazer a opinião de muitos, que diziam que essa série só seria decidida em sete jogos, começar a se dissolver, com os mais radicais, chegando a dizer que uma varrida seria algo possível. Não sou louco, mas concordo com a opinião dos extremistas, muito pelo o que o Spurs vem fazendo nesses últimos 20 jogos e muito mais pelo que apresentou na noite de hoje.


Ginóbili vibra muito após importante
cesta de três pontos
O tal argentino narigudo que citei acima é Manu Ginóbili (foto), que deixou 20 pontos e 4 assistências em quadra, contribuindo e muito para o bom resultado, mas deixando o papel de protagonista da noite para outro gringo, o francês Tony Parker, que fazia infiltrações pelo meio da defesa adversária como se fosse eu jogando contra uma criança. No total, foram 34 pontos, 3 rebotes e 8 assistências para o armador. 


Nessa conta de sucesso do time de Gregg Popovich, soma-se mais 11 pontos, 12 rebotes e 6 assistências de Tim Duncan e mais 18 pontos e 10 rebotes do Kawhi Leonard, que está jogando um bolão, fazendo, sem dúvida, o Indiana Pacers, time que o draftou e o trocou na mesma noite, chorar.


O Spurs foi e é mais time, provando isso ao superar com facilidade um jovem trio que teve Russell Westbrook com 27 pontos, 7 rebotes e 8 assistências, Kevin Durant, com 31 pontos, 5 rebotes, 5 assistências, 3 roubos de bola e 2 tocos e James "Barba" Harden, que fez um partidaço, acertando 10-13 FG para fechar com 30 pontos, 7 rebotes, 4 assistências e 2 roubos de bola.


O domínio da equipe texana foi tanto, que no terceiro período Scott Brooks não pensou duas vezes em utilizar a tática "Hack-a-Shaq" no brasileiro Tiago Splitter ("Hack-a-Shaq" é quando um time escolhe o pior jogador em lances livres da equipe adversária para fazer faltas propositalmente, para que ele erre o máximo e assim, tentar diminuir a diferença, que não está diminuindo no basquete jogado), que foi à linha de lances livres 10 vezes em um minuto, acertando cinco deles. Nessa altura, quando o "Hack-a-Splitter" começou a ser usado, o placar apontava 84 para o San Antonio Spurs e 66 para o Thunder, que viu nessa alternativa a única para tentar evitar uma derrota não humilhante, que nessa altura do campeonato já se tornou uma palavra muito forte, mas uma derrota que tiraria a moral da equipe para o restante do confronto.

Essa foto ilustra a situação
 do Thunder na série
No total, Tiago Splitter cobrou 12 lances livres, convertendo seis deles e terminando com 8 pontos e três assistências, em uma noite de passes açucarados do brasuca.


Grande vitória do Spurs, que complicou de vez a vida do OKC, apesar do dois próximos jogos serem disputados no Chesapeake Energy Arena, dia 31 (amanhã) e dias 02 de junho, mesmo dia da final do Novo Basquete Brasil.


A série ainda está em aberto, e o Thunder tem time para tentar reverter a situação. Mas, para mim, já ficou claro que será o campeão do oeste e da NBA este ano.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Oklahoma City Thunder e suas pedras no sapato

Se o Oklahoma City Thunder já está preparado para ser campeão da NBA eu ainda não sei, mas que é um grande elenco e que está preparado para ir à final da liga, isso eu tenho certeza.


Esse é o segundo ano consecutivo que o jovem time do OKC tem a chance de ser campeão da conferência oeste e disputar o título de campeão mundial, como os americanos reconhecem. Mas, pelo segundo ano consecutivo, uma pedra no sapato pode fazer com que Kevin Durant e companhia novamente fiquem no quase do Oeste.


Ano passado foi o Dallas Mavericks, que foi mais time e não só desbancou os comandados de Scott Brooks como foi campeão da NBA. Esse ano, ninguém parecia impedir o OKC, até que o San Antonio Spurs surgiu com a sua sequência de vitórias esmagadoras para ser a nova pedra no sapato do adversário.


'Manu saiu do banco para ser o cestinha
da equipe
Na noite de ontem, o primeiro da final conferência, o que se viu em quadra foi simplesmente um jogão de bola, do melhor nível, onde, quem piscasse, veria o adversário abrir vantagem.


Com sua velocidade característica, que será muito mais explorada contra um time que possui bastante veteranos, e uma defesa afiada nos dois primeiros períodos, o OKC ensaiou derrotar o Spurs depois de 18 jogos de invencibilidade do time de Gregg Popovich, chegando a fazer a equipe da casa desperdiçar 16 bolas no total, sendo 11 delas só nos dois primeiros quartos, com quatro roubos de bola de Thabo Sefolosha nos 12 minutos iniciais, que, no final de tudo, acabou ficando só com 4 roubos mesmo.


Mas o Spurs tem Tony Parker, que fez 18 pontos, pegou 8 rebotes e deu 6 assistências, tem também Tim Duncan, que deixou 16 pontos, 11 rebotes e duas assistências em quadra. Mas e James Harden, jogador do OKC, eleito o melhor sexto homem da temporada? Não, um certo argentino narigudo foi o sexto homem da partida (experiência conta, né). Manu Ginóbili teve 26 pontos, 5 rebotes e três assistências, sendo além do cestinha da equipe, o líder dos jogadores do banco do time texano, que marcou 52 pontos com os reservas, enquanto o Thunder fez 37 graças aos 19 pontos de Harden e aos 13 de Derek Fisher, que adora um jogo de playoffs. O ex-jogador do Lakers entrou muito quente em quadra, acertando 6 arremessos de 8 tentativas.


Jogo 2 promete ser na mesma intensidade da primeira partida
Só para registrar, Kevin Durant teve 27 pontos, 10 rebotes, 4 assistências e 3 tocos.


No final da contas, o garrafão acabou fazendo muita a diferença. Com uma dupla muito boa defensivamente, mas que não contribui no ataque, Perkins e Ibaka tiveram 5 pontos cada, enquanto Duncan e Diaw anotaram 24 pontos, sendo 16 de Duncan e 8 do francês.


Pontos dentro do garrafão foram 50 para os donos da casa contra 26 dos visitantes, um passeio dentro da área pintada. Rebotes foram 50 para o Spurs, sendo 12 ofensivos, contra 43 do OKC, com 9 ofensivos.


Foi um baita jogo, com o Spurs largando na frente e chegando a sua 19° vitória seguida, igualando o recorde da NBA na pós-temporada. Nos playoffs foram 9 jogos e 9 vitórias. 


Ainda há muita coisa para acontecer, em uma série que promete ir até o jogo 7 (tomara). 


E ai, será que o Thunder vira e vai à final da NBA ou então terá que carregar mais uma pedra no sapato?

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Spurs vai invicto (nos playoffs) à decisão do Oeste

Quem apostava no San Antonio Spurs no início da temporada? Pouca gente, tenho certeza, apesar do grande elenco que o time texano possui.


Los Angeles contrasta entre a comemoração
dos vencedores e a decepção dos derrotados
O Spurs é assim mesmo, quando se acredita, confia, ele decepciona, quando não se espera muito, joga bem, surpreende. Mas, agora, o Spurs não é surpresa e merece muito mais do que um "joga bem". Os comandados de Gregg Popovich venceram o quarto jogo contra o Los Angeles Clippers, dentro do Staples Center, por 102 a 99, fechando a série em quatro a zero e indo à final da Conferência Oeste sem ter perdido nenhum jogo nos playoffs, acumulando oito triunfos em oito confrontos, já que veio para essa série com quatro vitórias e nenhuma derrota, diante do Utah Jazz, na primeira rodada.


Tim Duncan teve outra atuação de se tirar o chapéu, deixando 21 pontos, nove rebotes e 4 assistências em quadra, seguido por Tony Parker e Manu Ginobili, que completam um dos trios mais fortes da liga. O francês anotou 17 pontos, pegou 3 rebotes e deu 5 assistências, que devem ser subtraídas pelos seus seis erros, sendo esse, o jogador que mais desperdícios de bola teve na partida. Já o argentino terminou 11 pontos, dois rebotes e 4 assistências. O brasileiro Tiago Splitter jogou o fino da bola, acertando 5 de 7 arremessos para fazer 11 pontos. O pivô da seleção ainda contribuiu com mais sete rebotes.


Falando em Splitter, olha só o toco que eu deu em Blake Griffin

Dezoito jogos sem derrotas, sendo 8 em playoffs, igualando a terceira melhor marca da franquia na pós-temporada, conseguindo a vaga na final do Oeste de forma invicta na fase mata-mata. Esse é o San Antonio Spurs, o time que brilha quando poucos levam fé.


Agora é só esperar o Oklahoma City Thunder fechar a série contra o Lakers.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Uma noite para o Utah Jazz esquecer

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Depois de perder o jogo um da série contra o San Antonio Spurs, que acabou 106 a 91 para os donos da casa, o Utah Jazz novamente foi até o AT&T Center para enfrentar o time do treinador Gregg Popovich, eleito o melhor técnico da temporada. A atuação do Jazz nos dois primeiros períodos já deixou bem claro como a noite terminaria para o time de Salt Lake City, que converteu 11 arremessos de 47 tentados nos dois primeiros períodos, com uma atuação muito ruim principalmente do time titular, que chutou 9-31, levando a equipe de Utah com uma desvantagem de 25 pontos para o intervalo, tendo feito 28 e sofrido 53.


Nesse lance Parker acabou levando a pior. ECA
Foto: Eric Gay/ AP
Com esse retrospecto o jogo só poderia terminar em goleada, que foi o que aconteceu, com o San Antonio Spurs dando uma surra e vencendo por 114 a 83, mesmo com os seus principais jogadores não tendo um tempo de quadra muito elevado.


Definitivamente essa foi uma noite para ser esquecida pelos torcedores o Utah Jazz e pelo próprio time, é claro, que encerrou o jogo tendo chutado horríveis 31-90, sendo um de seis da linha de três pontos, para ficar com um percentual de acertos de 34.4%, com 57.3% dos adversários, que foram muito mais competentes e mataram 47 bolas dos 82 tentos, sendo 10-22 dos três pontos, mas deve ser ressaltado que houve uma queda de rendimento no time texano após o intervalo, já que nos dois primeiros períodos foram sete bolas de três pontos de 14 tentadas.


Os titulares de Tyrone Corbin terminaram o confronto com 17-52 FG, com destaque negativo para Gordon Hayward, que fez 3-10 e Al Jefferson, com seus 5-15. Lá no twitter eu cheguei a falar bem do Josh Howard, que até então estava com 3-3, mas foi só eu falar dele que parece que a mão do cara esfriou, terminando com 3-9.


O rendimento ofensivo do Jazz foi algo para se apagar da memória
O Spurs venceu, quer dizer, humilhou o Utah Jazz na noite de hoje, com destaque para Tony Parker, com 18 pontos (6-10 FG), 4 rebotes e 9 assistências, DeJuan Blair, que anotou 10 pontos (5-8 FG) e ainda pegou mais sete rebotes e claro, Tim Duncan, que adora jogar quietinho e sair de quadra com números de assustar. Dessa vez "o mito" teve 12 pontos e 13 rebotes. 


Como já falei lá em cima, foi uma vitória sensacional, com Gregg Popovich não pedindo muito do físico de seus principais jogadores. Para se ter uma ideia, no badalado trio formado por Tony Parker, Manu Ginóbili e Tim Duncan, o francês jogou 27:43min, o argentino pouquíssimos 18:50min e o americano 26:57min.


É claro que a vantagem nos dois primeiros períodos ajudaram nesse tempo menor de quadra para eles, afinal, não era necessário manter os pilares do time, que já são veteranos, por muito tempo em um jogo que, no primeiro período, já dava a entender que acabaria cedo.


Utah agora vai fazer os seus dois jogos, em sequência, que tem direito na EnergySolutions Arena, provavelmente só para cumprir a tabela, porque, com essas duas primeiras derrotas, até o torcedor mais fanático sabe que não pode esperar algo muito melhor do que um quatro a zero na série.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Vasco tem sonhado alto

Como eu já havia mencionado por aqui há alguns dias atrás, o Vasco da Gama quer novamente voltar ao cenário nacional e deu o seu primeiro passo contratando o técnico Alberto Bial.


Faltando apenas dois dias para o encerramento de inscrições para o Novo Basquete Brasil (NBB), o time da colina ainda está correndo atrás de patrocinadores para montar o elenco e tem sonho alto, alto até demais.



Anderson Varejão, Tiago Splitter e Manu Ginóbili estão entre os pretendidos do time, que com nomes como esses mostra que quer voltar com tudo, já disputando títulos e logo de cara se firmando novamente como uma das maiores equipes do basquete brasileiro. É claro que a contratação desses jogadores só é possível por que a NBA está em greve, mas mesmo assim é um pouco difícil trazer três grandes nomes logo de uma vez, principalmente para um time que sequer tem patrocínio ainda e mal sabe se vai disputar o principal campeonato do país.


A assessoria de imprensa de Anderson Varejão disse que no momento não existe a possibilidade do atleta retornar ao basquete brasileiro, e que inclusive já teria recusado uma proposta do Brasília, atual campeão. Tiago Splitter não descartou a possibilidade de jogar no Brasil durante a paralisação do basquete americano, e caso venha para o Vasco, seria uma importante arma para conseguir trazer também o Ginóbili, pois os dois são grandes amigos.


A missão vascaína é difícil, porém não impossível. Torço para que se concretize, para que cada vez mais possamos ter jogadores desse nível jogando em quadras brasileiras.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Dando o que falar - "Hermanos" comentam as suas atuações

“Tivemos mais uma grande atuação contra o Uruguai. É um grande momento para o nosso grupo, jogando diante de nossa torcida pela primeira vez em um torneio. Todos estão aproveitando seus minutos em quadra e estamos encarando cada jogo como se fosse uma final. Jogaremos assim todas as noites”., afirmou Andres Nocioni.


“Fomos impecáveis, principalmente na questão defensiva. Quando você limita um adversário da maneira como fizemos, não existe a chance de perder. Além disso, temos um grande potencial ofensivo, não dependemos de apenas um jogador. Se defendermos desta maneira, as coisas serão simplificadas”, disse Manu Ginóbili (Foto), que complementou: “Estou tranquilo. Temos vários pontuadores como Scola, Nocioni, Gutierrez. O mais importante é mantermos a intensidade na quadra. É um campeonato de 10 jogos em 12 dias e não temos mais 25 anos”


Os argentinos não estão querendo se gabar, realmente as atuações do seu coletivo tem sido excelentes até o momento, mas também pesa o fato da seleção ainda não ter enfrentado adversários fortes no cenário sul-americano. Hoje será um bom teste para Ginóbili e companhia, que enfrentam a boa seleção de Porto Rico, às 20:30.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Manu Ginóbili faz elogios ao atual elenco argentino


Se preparando junto à seleção argentina para o pré-olímpico das Américas, que será disputado em Mar Del Plata, o ala/armador do San Antônio Spurs, Manu Ginóbili disse recentemente que está muito orgulhoso do elenco atual e que todos estão confiantes quanto ao título.

“Nunca fiz parte de um time como este, onde todos estão lutando pelo mesmo objetivo com muito trabalho de equipe. Estamos todos orgulhosos de fazer parte disto. É uma grande honra, um grande prazer representar o nosso país. Os jogadores que são estrelas nos seus clubes vem aqui e deixam os seus egos de lado. É isto que eu admiro”, declarou a principal estrela da seleção.

Além de Manu Ginóbili, o selecionado de Julio Lamas irá contar com estrelas como: Fabricio Oberto, Andrés Nocioni, Luis Scola e Carlos Delfino. Com jogadores como eles, resta alguma dúvida do por que deles serem reconhecidos como um dos melhores times do mundo na atualidade?

A luta pelo título do pré-olímpico e da classificação para as olimpíadas de Londres começa no próximo dia 30, contra a seleção paraguaia.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Argentina pode "reforçar" a seleção brasileira

Sem sombra de dúvidas que a seleção argentina é a grande favorita para vencer esse pré-olímpico das Américas. É claro que o fator casa irá influenciar os “hermanos”, mas esse não é o principal motivo para a Argentina ser considerada favorita. Com os astros da NBA (Luis Scola, Manu Ginobili, Carlos Delfino e Andrés Nocioni) o selecionado do técnico Julio Lamas se torna praticamente imbatível, mas essa história pode mudar até o início do torneio.

Em entrevista concedida ao jornal esportivo “Olé”, Luis Scola, pivô do Houston Rockets admitiu que sem o pagamento do seguro por parte da confederação argentina ele não irá treinar.

“Vou me apresentar no dia 29 com a seleção. Mas sem o seguro, não vou treinar. Esta é a minha preocupação. Manu Ginobili, Carlos Delfino e Andrés Nocioni se encontram na mesma situação.” - Declarou.

Luis Scola disse ainda que não pretende pagar o seguro do próprio bolso e que existe sim o risco dos atletas que atuam na NBA ficarem de fora do torneio.

“Não é justo que eu pague. Tudo o que nós precisamos é de um seguro para que não tenhamos nossos contratos afetados em caso de lesão.”

É claro que seria uma grande pena para nós não podermos ver esses grandes jogadores em quadra pelo pré-olímpico, o nível técnico cairia bastante, isso se nós pensarmos no torneio. Mas se pensarmos em seleção brasileira isso é maravilhoso, deixaria o Brasil com mais chances de conquistar o título. Pensar no vice- campeonato e na classificação para as olimpíadas da Londres, no ano que vem já seria o suficiente, mas se realmente a Argentina for desfalcada, o título passar a ser um sonho também.

Resta agora cruzarmos os dedos e ver se as declarações de Scola se confirmam. 

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Saiu a lista de convocados da Argentina para o pré-olímpico

Na última quarta-feira, Julio Lamas, técnico da Argentina, divulgou 
Luis Scola é uma das estrelas desse pré-olímpico
uma lista com 15 nomes para a disputa do pré-olímpico das Américas. Como já era esperado, o selecionado argentino contará com as suas principais estrelas para o torneio, principalmente pelo fato deles jogarem em casa e com isso terem uma motivação a mais.

Abaixo segue a lista:

Pablo Prigioni - Amador
Pepe Sánches - Amador
Juan Pablo Figueroa - Armador
Manu Ginobili - Ala-armador
Carlos Delfino - Ala-armador
Hernán Jasen - Ala
Andrés Nocioni - Ala
Alfredo Quinteros - Ala
Leonardo Gutiérrez - Ala-pivô
Luis Scola - Ala-pivô
Leonardo Mainoldi - Ala-pivô
Guilhermo Kammerichs - Ala-pivô
Juan Pedro Gutierrez - Pivô
Fabricio Oberto - Pivô
Martín Leiva - Pivô



Com 36 anos, Fabricio Oberto é o jogador mais velho entre os convocados

Um fato que me deixou intrigado foi a média de idade dos convocados. Apenas três jogadores (Juan Pablo Figueroa, Leonardo Mainoldi e Juan Pedro Gutierrez) possuem menos de trinta anos, enquanto seis dos quinze atletas tem trinta e três anos ou mais. Isso indica que essa geração de ouro está próxima de terminar, e até agora não tenho visto nenhuma jovem promessa despontar internacionalmente.

A Argentina está no grupo B e enfrentará na primeira fase o Panamá, Paraguai, Porto Rico e Uruguai. Já a nossa seleção está no grupo A e terá pela frente o Canadá, Cuba, República Dominicana e Venezuela.


Meus palpites para o grupo A são: Brasil em primeiro lugar e apesar do Canadá ter uma equipe razoável, oscila bastante, portanto irei colocar como segunda colocada a República Dominicana. No grupo B quem terminará a primeira fase na frente serão os donos da casa, seguidos por Porto Rico.

Sempre é válido lembrar que as duas seleções finalistas já irão imediatamente assegurar a vaga para as olimpíadas de Londres, em 2012.

Para essa final eu aposto na Argentina e no Brasil, com uma vitória dos donos da casa. E vocês o que acham? Deixe sua opinião na nossa caixinha de comentários.