Mostrando postagens com marcador China. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador China. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Após confirmação de acerto anunciado pelo presidente do clube chinês, Kobe nega ter assinado com o time

Kobe anunciou agora a pouco que não acertou com o Shanxi Zhongyu, como havia anunciado o presidente do time, Wang Xingjiang, mas não descartou a possibilidade de atuar no país asiático.


"Kobe não acertou nada com qualquer equipe. Ele está conduzindo as negociações e analisando várias opções.", informa um comunicado no site oficial do jogador.


Com essa declaração, nós brasileiros ainda podemos continuar a sonhar com o astro do basquete mundial atuando em quadras tupiniquins. 

Kobe é do Shanxi Zhongyu!

O astro da NBA e do Los Angeles Lakers fechou contrato com a equipe chinesa, mas os valores da negociação ainda não foram revelados.




Kobe assinou com a equipe logo após a confederação de basquete do país proibir a entrada de jogadores da NBA que ainda tem vínculo com qualquer equipe da liga, ou seja, apenas jogadores que são agentes livre, como o brasileiro Nenê Hilário que podem atuar no país.


Segundo a entidade, a medida foi tomada para impedir que os jogadores da liga norte-americana saiam do campeonato chinês a qualquer momento, pois assim que terminar o locaute, os jogadores que tem vínculo com uma equipe da NBA devem voltar para o Estados Unidos imediatamente.


Resta agora a Kobe Bryant aguardar e ver se realmente vai poder vestir a camisa do Shanxi Zhongyu.


E você, acha que Kobe escolheu o país certo? A atitude a liga chinesa em proibir atletas que tem ligação com times da NBA está correta? Deixe sua opinião na nossa caixinha de comentários.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Há oferta para tanta demanda?

No início dessa semana, ocorreu mais uma reunião entre a NBA e a associação de jogadores, mais nada ficou acertado.

Derek Fisher, que além de jogador do Los Angeles Lakers é presidente do sindicato dos jogadores, disse que ainda há muito o que se fazer para que a greve chegue ao fim. “Ainda estamos muito, mas muito distantes.” – Declarou.

Nada foi resolvido e a cada dia que passa mais jogadores dão declarações à respeito de atuar fora dos Estados Unidos enquanto o locaute persistir. Sendo uma estrela do basquete mundial ou não, a grande verdade é que nenhum jogador quer ficar sem jogar, e diante disso a Europa tem se tornado a opção de mercado número um dos jogadores e logicamente dos seus agentes, que sabem que lá a visibilidade dos seus atletas será maior. Mas tem uma pergunta que não quer calar. Há oferta para tanta demanda?

Visando uma maior rentabilidade, a liga espanhola (Liga ACB) vendeu o nome do seu campeonato para uma empresa de energia elétrica, a Endesa, que a partir dessa temporada dará nome a uma das ligas mais técnicas e agradáveis de se assistir.

Se por um lado o campeonato espanhol teve esse acréscimo na sua renda anual, por outro, temos a forte crise financeira que atinge a União Européia, por conta da Grécia, que cogita trocar o Euro por outra moeda, uma atitude que acarretaria numa desvalorização significante da moeda mais influente do velho continente. Assim, dificultando possíveis negociações.

Caso o mercado europeu não tenha espaço econômico suficiente para todos os “refugiados da NBA”, a China pode ser uma boa e lucrativa alternativa. Se firmando cada ano que passa como uma das grandes potências mundiais, o país asiático está com a sua economia a todo o vapor e já deixou claro que pretende ver alguns dos astros do basquete americano figurando no seu pouquíssimo divulgado campeonato nacional.

O herói chinês, Yao Ming, se aposentou das quadras recentemente e o país, que tanto admira a NBA, por conta do seu grande jogador, que chegou ao Houston Rockets em 2002, está carente de um grande esportista na modalidade.

Essa é a chance de um LeBron, Howard ou Kobe da vida ocupar esse espaço deixado pelo gigante chinês e conseqüentemente agregar mais fãns no país mais populoso do mundo. 

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Quem dá mais, quem dá mais?

Eles amam dinheiro

Com a paralisação da NBA, os atletas que disputavam a liga norte-americana agora estão com os seus futuros incertos. Alguns já declararam que vão ficar nos Estados Unidos apenas treinando e esperando pelo fim do locaute, já outros admitiram a possibilidade de jogar em outros continentes.

Sem dúvidas que o basquete europeu é o mais bem organizado e competitivo do mundo, tirando a própria NBA, porém o mercado chinês está disposto a pagar mais para contar com as estrelas da liga norte-americana e os times chineses estariam mais flexíveis  quanto as cláusulas de rescisão automática do contrato assim que a greve do basquete americano acabar.

Outro fator que também pode pesar a favor da China é o período de contratações. Enquanto na Europa os times já estão pensando nos contratos para temporada, o mercado chinês começa a se movimentar com mais intensidade a partir de setembro e outubro e até lá já dá pra “cravar” com mais certeza se a temporada 2011-2012 da NBA vai acontecer ou não.

E agora, para onde os astros do melhor basquete do mundo vão levar os seus talentos? Deixe sua opinião na nossa caixinha de comentários. Seu comentário é essencial para nós.