Mostrando postagens com marcador Deron Williams. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Deron Williams. Mostrar todas as postagens

domingo, 1 de julho de 2012

Está aberta a temporada de "sedução" na NBA

Nesse exato momento, juntinho com a publicação desse texto, às 00:01 (domingo), abre-se temporada para os times da NBA correrem atrás dos agentes livres e tentarem fazer uma proposta bem sedutora.


Os 20 melhores agentes livres para essa temporada são esses:


1° - Deron Williams                             11° - Ersan Ilyasova
2° - Tim Duncan                                  12° -  Jamal Crawford
3° - Steve Nash                                   13° - Jeremy Lin (restrito)
4° - Roy Hibbert (restrito)                     14° - Andre Miller
5° - Eric Gordon (restrito)                     15° -  Jason Kidd
6° - Brook Lopez (restrito)                    16° -  Omer Asik (restrito)
7° - Goran Dragic                                 17° -  Ray Allen
8° - Jameer Nelson                              18° -  Brandon Roy (de volta)
9° - O.J Mayo                                      19°-  Gerald Wallace
10° - Chauncey Billups                          20° - Chris Kaman


Como deu para ver, esse ano está excelente para quem quer pegar armador, com 7 caras dando sopa e mais o Lin, sensação da última temporada, que é o único entre eles que é restrito, ou seja, o Knicks, sua atual equipe, pode igualar qualquer oferta dos concorrentes que fica com o cara.


O número um da lista é Deron Williams, então vamos falar um pouco dele.


Excelente armador, Deron está sendo cobiçado por equipes como Los Angeles Lakers, mas, segundo fontes ligadas ao jogador, ele tem em mente apenas dois times: o Brooklyn Nets e o Dallas Mavericks, se juntando à outro excelente player, o alemão Dirk Nowitzki. 


Se você gosta de uma novela, já pode ir tirando seu cavalinho da chuva. Deron não quer um programa sobre sua vida, um reality e muito menos um documentário. D-Will já declarou que não quer demorar muito para escolher, querendo resolver logo a parada antes da seleção dos Estados Unidos se reunir para os treinamentos para os Jogos Olímpicos de Londres.


Só para avisar logo de cara, o "namoro" começa nesse domingo, mas fazer aquela parte boa, calma, estou falando de assinar oficialmente um contrato, é permitido só a partir do dia 11 de julho. Pronto, entendido? Então vamos lá.


Nash já é "veterano de guerra"
O número 3 da lista é Steve Nash, vocês já devem ter ouvido falar. Joga pouco, né? (Brincadeira, é claro)


Craque, o jogador de 38 anos já disse que está aberto para ouvir proposta do Phoenix Suns, sua atual equipe. Morando em Nova Iorque durante às férias, Knicks e Nets também estão interessados nele.


A parada é o seguinte: Quem quer D-Will, se não levar, vai de Nash. É essa a situação do Nets e do Mavs.


O Raptors também está querendo levá-lo. O time de Toronto e o Knicks têm encontro marcado com o jogador nesse primeiro dia, e é claro, irão já na intenção de seduzi-lo de uma maneira que eu saia da reunião querendo um ou o outro.


Muito bom de bola, o esloveno é mais um europeu
subestimado pelos americanos
Eu gosto de fugir um pouco do tradicional, quem lê o "Planeta Cesta" há algum tempo sabe disso. Eu iria atrás não do número 1 ou número 3, mas sim do 7° melhor agente livre para esse verão, o esloveno Goran Dragic, do Houston Rockets.


Claro, não é nenhum Deron Williams ou Steve Nash, mas será mais fácil, pelo menos na teoria, do que os dois citados acima. Além do mais, eu acabei de ver o filme "O homem que mudou o jogo", logo, estou louco para dar uns pitacos fora do normal, montar um time menos badalado e fazer dele um sucesso mundial.


O Houston Rockets quer manter o garoto, é claro, mas para isso terá que abrir os cofres, pois Raptors, Mavs (olhe os dois aí de novo), Suns (já jogou lá) e Hornets, estão de olho nesse talentoso jogador.


Caso o time texano consiga mante-lo, Kyle Lowry, que está sob contrato, disse que prefere ser trocado.


Bom, esse é um pouquinho do mercado. E aí, pra onde vai D-Will, Nash e tantos outros? Deixe a sua opinião na caixinha de comentários. Vai lá, não vai cair o seu braço não cara!

segunda-feira, 5 de março de 2012

Com atuação de gala, Deron Williams faz 57 pontos contra o Charlotte Bobcats

O que que Deron Williams fez ontem minha gente? Um dos melhores armadores da NBA, D-Will anotou 57 pontos, isso mesmo, 57 pontos na vitória do New Jersey Nets por 104 a 101 sobre o Charlotte Bobcats, no encontro entre duas das piores equipes da temporada, quebrando o recorde de pontuação da franquia, que era de 52 pontos e pertencia a Ray Williams e Mike Newlin.


Essa é a segunda grande "goleada" que o Bobcats sofre deu um jogador, já que Kobe Bryant fez 58 pontos em 2006. 

57 de 104, significa que o armador fez 54,8% dos pontos da sua equipe, ou seja, chamou mais do que a responsabilidade para dar a 12° vitória ao Nets em 38 confrontos.


Quem pensa que foi só na pontuação que o camisa 8 mandou bem, está enganado. D-Will ainda pegou 6 rebotes e distribuiu 7 assistências, porém, com +11 de eficiência, ele não foi o mais eficiente, já que Johan Petro teve + 13, mesmo sem fazer nenhum ponto, pegar três rebotes e dar uma assistência.


Que noite do armador da seleção norte-americana. Não é todo dia que vemos uma pontuação tão alta quanto essa.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Deron Williams não merece algo melhor?

Este texto está para sair desde o final do ano passado, mas não sei o porque, talvez por preguiça ou até mesmo fatos mais quentes, eu acabei deixando ele de lado. Mas enfim, eu decidi que hoje não será mais um dia pensando nele. Decidi tirá-lo da cabeça e colocá-lo em prática.


Deron Williams, um dos melhores armadores da atualidade, 27 anos, vindo de Illinois, terceira escolha do Draft de 2005, ficando atrás somente do australiano Andrew Bogout e Marvin Williams, sendo escolhido inclusive à frente de Chris Paul, outro grande armador.


Esse não foi um dos melhores Drafts, mas foi o que trouxe, além dos jogadores citados acima, nomes como Monta Ellis, Brandon Bass, David Lee, Linas Kleiza, Nate Robinson, Andrew Bynum, entre outros.


D. Williams ao lado de David Stern,
na noite do Draft.
Draftado pelo Utah Jazz, D.Williams ficou por lá até metade da temporada 2010-2011, quando se transferiu para o fraco New Jersey Nets.


Agora eu pergunto: Deron Williams não merece time melhor?


Pra mim não há discussão. O camisa número 8 é um dos jogadores mais completos da NBA, e quando o imagino em um time, vejo com a camisa do Boston Celtics, Los Angeles Lakers ou até mesmo de uma franquia grande que não esteja em seus melhores momentos, como é o caso do New York Knicks. Mas nunca o vejo no Nets, um time limitado e que não comporta toda a sua habilidade.


Nessa temporada, D.Will têm médias de 22.2 pontos, 3.4 rebotes, 8.2 assistências e uma eficiência de +19.76. Grandes números, que o credencia como o 8° maior "artilheiro" da temporada e o sexto que mais distribui passes que resultaram em cesta, estando à frente inclusive de nomes como Tony Parker e Derrick Rose.


Apesar da boa temporada, o seu time, o Nets, está muito mal, tendo vencido somente 10 dos 34 jogos que disputou até aqui, ocupando a 12° colocação da conferência leste, aonde só o Toronto Raptors, Washington Wizards e o Charlotte Bobcats conseguem ser piores.
Nessa temporada, Deron receberá US$ 16.359.805 e ao final dela terá a opção de escolher se continua ou se troca de time, afinal, o contrato para a temporada 2012-2013, aonde ele ganhará US$ 17.779.457, caso permaneça na equipe é "Player Option", ou seja, é decisão dele renovar ou não.


Sinceramente, espero que a franquia consiga trazer mais dois ou três bons nomes para compensar "o favor" que D. Williams faz em atuar por uma equipe muito fraca. Caso contrário, se eu fosse ele, escolheria rumos melhores para a carreira, pois como já disse, ele é jogador para atuar em grandes franquias, como Lakers e Celtics, por exemplo.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

O retorno de Derrick Rose e Carmelo Anthony

Abrindo a rodada, o Chicago Bulls recebeu o Atlanta Hawks, na partida que marcava a volta de Derrick Rose  após ter ficado de fora das últimas cinco partidas por conta de uma lesão nas costas. Nesse período o Bulls venceu três partidas e perdeu duas, caindo para a segunda posição da conferência leste, que agora é liderada pelo Miami Heat.


O MVP já voltou "quente"
Passado os problemas, Derrick Rose (foto: Ray Amati/NBAE/Getty Images) voltou a vestir a camisa da equipe e desfilar todo o seu talento no United Center, levando os 22.033 torcedores ao delírio logo na primeira jogada. Enterrada? Assistência espetacular? Não. Ele simplesmente tocou na bola, o que já é mais do que suficiente para atiçar os seus fãs.


Porém, não foi só quando encostou na pelota laranja que o ginásio foi a loucura. Rose voltou com fome de bola e nos 34 minutos que ficou em quadra, fez 23 pontos, sendo o cestinha do jogo, pegou cinco rebotes e distribuiu seis assistências, fazendo o que melhor sabe: comandando o Chicago Bulls a mais uma vitória. Dessa vez por 90 a 79.


Quem também jogou bem foi a dupla de garrafão, formada por Carlos Boozer e Joakim Noah. O primeiro fez 16 pontos e pegou 5 rebotes, enquanto o francês fez ao contrário, terminando com 5 pontos e 16 rebotes.


Apesar de sair derrotado, Josh Smith fez uma belíssima partida, com 17 pontos, 12 rebotes, 5 assistências, dois roubos de bola e três tocos.


Agora a campanha dos comandados de Tom Thibodeau é de 26 triunfos em 34 jogos.


O outro retorno da noite foi o de Carmelo Anthony, que estava de fora havia sete partidas, porém, o destaque maior era o reencontro entre Jeremy Lin e o New Jersey Nets, o primeiro time a ser vítima da "LINsanity".


Nos últimos jogos, o camisa 17 do Knicks havia feito, em média, 25 pontos, acertando 51% dos seus arremessos e dado 9.2 assistências, enquanto o seu rival da noite, o armador Deron Williams, considerado um dos melhores da posição, tinha médias de 25.7 pontos e 7.1 assistências no mesmo período de jogos.


Confesso que deixei de ver a partida entre o Boston Celtics, time que eu torço e Dallas Mavericks, para poder acompanhar o Knicks em ação. O placar não foi favorável, afinal, os comandados de Mike D'Antoni perderam por 100 a 92, mas gostei do que eu vi.


Jeremy Lin, que desperdiçava muitas bolas, cometeu somente três erros durante toda a partida e manteve as sua boas médias, com 21 pontos, 7 rebotes, nove assistências e 4 roubos de bola. 


Se Lin não foi o jogador que mais desperdiçou bolas, quem foi? Foi Carmelo Anthony, que errou por seis vezes e terminou com 11 pontos, 3 rebotes e 6 assistências. 
Outra novidade da noite foi a estréia do armador Baron Davis (foto: Nathaniel S. Butler/NBAE/Getty Images), que finalmente entrou em quadra, permanecendo por 9:40 minutos, fazendo 3 pontos e dando uma assistência.


D. Williams, o rival da vez de Lin, foi o nome do jogo, com 38 pontos, 4 rebotes e seis assistências, comandando a sua equipe a 10° vitória em 34 partidas.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Splitter se destaca na estréia do Valencia em casa na Eurocup

Com 100% nos arremessos de quadra, o brasileiro Tiago Splitter novamente foi o destaque do Valencia, mas dessa vez em partida válida pela Eurocup. Splitter, que veio do banco marcou 15 pontos e foi o cestinha do time e apenas por um ponto não foi o cestinha da partida, que teve Rich, do Oostende com 16 pontos. A partida terminou Valencia 75 x 62 Oostende.


Os outros destaques da equipe espanhola foram: De Colo, que fez 11 pontos e Medley, com 10.

Deron Williams arrasador com o Besiktas


O jogador marcou 50 pontos na vitória do Besiktas sobre o Gottigen, em partida válida pela Eurocup. Na semana passada D-Will já tinha feito 31 pontos e na partida de hoje acertou 10 dos 13 arremessos tentados da linha de dois pontos e 7 de 10 da linha de três pontos. Deron ainda pegou 3 rebotes, deu uma assistência e sofreu 9 faltas.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Besiktas quer aproveitar o locaute para montar um supertime

Os times da Europa estão correndo que nem uns loucos atrás dos jogadores que atuam na NBA, por conta do locaute, principalmente agora que a temporada está por um fio. 


D-Will e Boozer podem voltar a jogar juntos, dessa vez no Besiktas
Antes mesmo da situação do basquete norte-americano chegar ao nível de desentendimento que está hoje, o Besiktas conseguiu  um ótimo contrato, fechando com Deron Williams, um dos melhores armadores da liga para jogar na Turquia até o final da greve de jogadores. Mas a equipe turca não se deu por satisfeita e agora quer contratar mais três grandes nomes para defender a equipe e tentar faturar o título da Euroliga. São eles: Carlos Boozer, do Chicago Bulls e ex-companheiro de Deron Williams no Utah Jazz, Luol Deng, também jogador do Chicago Bulls e Kevin Love, atleta do Minnesota Timberwolves que fez uma excelente temporada passada, fazendo duplo-duplo em diversos jogos.


Entre os três jogadores o que está mais perto de fechar contrato é Kevin Love, já que o seu agente é o mesmo de D-Will. 


"Estou falando com Deron e espero anunciar a minha decisão nos próximos dias", declarou o jogador ao jornal Marca, da Espanha. 

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Deron Williams conhece a sua primeira derrota com o Besiktas

Ainda na pré-temporada, o Besiktas, time do armador Deron Williams enquanto o locaute da NBA durar não conseguiu superar o Spartak de San Petersburgo e foi derrotado por 76 a 67.


D-Will, como é conhecido fez uma boa partida, com 21 pontos marcados e 5 assistências, mas não consegui evitar a sua primeira derrota em território europeu. Apesar das atuações não muito convincente do seu time, o armador norte-americano vem fazendo boas atuações e anteriormente, no jogo contra o Montepaschi Siena (vitória do seu time por 93 a 91) ele anotou 14 pontos, 8 rebotes e 6 assistências.


Será que Deron vai conseguir conduzir esse time praticamente sozinho? Allen Iverson já havia tentado na temporada passada, mas não obteve sucesso.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Como ficará a NBA após o locaute?

Continuando o assunto que comecei a tratar em uma postagem de ontem (Quem não teve a oportunidade de ler ainda é só clicar aqui.), deixo a seguinte pergunta: Como ficará a NBA após o locaute?


O Poderoso Chefão
Os astros da liga foram os principais responsáveis pela greve, já que eles não aceitam o novo acordo estipulado por David Stern (foto). Depois de criar toda essa confusão na liga norte-americana, agora estão tirando o corpo fora, partindo para outros campeonatos como se isso fosse o melhor a ser feito e até talvez em uma tentativa frustrada em mostrar para si mesmo que não depende da NBA para ter o seu ganha pão. Mas e a luta pela classe? E a união dos jogadores, que tanto foi falado? E as exigências feitas, quem estará lá para cobrar? Enfim, como ficará toda essa história? Caso as principais estrelas do basquete norte-americano partirem para outros continentes, qual jogador que ficar terá moral suficiente para poder questionar as decisões? Ou será que D-Will, por exemplo, comandará as negociações direto da Turquia, via e-mail? Improvável, vocês não acham?


As atitudes dos astros da liga vem colocando a NBA em uma situação complicada. Os jogadores de menor expressão podem se rebelar contra os seus próprios colegas de trabalho a qualquer momento, o que deixaria uma enorme ferida na relação entre os atletas, sem contar que essa recente "panelinha" em busca de títulos pode transformar a NBA em um campeonato chato e arrastado, já que teríamos, por exemplo cinco, seis franquias fortes e as demais iriam virar verdadeiros sacos de pancada, assim como aconteceu com o Cleveland Cavaliers.


Vamos ser sinceros. Quem gostaria de assistir uma temporada regular que se arrastaria por 82 jogos, sabendo que só meia dúzia de gatos pingados teriam reais chances de ganhar um anel? Eu não gostaria e você?

domingo, 7 de agosto de 2011

Chegou a vez de Carmelo Anthony

Assim que o locaute se instalou na NBA o grupo de estrelas norte-americanas foi logo dando declarações que deixaram bem claro que não buscariam opções fora do país e que iriam se reunir para que a paralisação terminasse o mais breve possível.


O tempo foi passando, as conversas entre as partes envolvidas (donos das franquias e jogadores) foram sendo deixadas de lado e daí por diante um astro por vez vinha a público anunciar que estaria disposto a ouvir propostas dos times estrangeiros.


Deron Williams foi o primeiro e sem nem fazer cerimônia aceitou logo de cara a proposta do Besiktas da Turquia (ele desembarcou lá por esses dias, como já mencionei no post de ontem), mesmo sabendo que ainda era cedo e que precisaria de uma liberação da FIBA para atuar em outro time, já que ainda tem contrato vigente com o New Jersey Nets.


Essa foi a brecha para os times europeus correrem atrás de um astro para a sua equipe. Percebendo que a coisa lá nos Estados Unidos era séria mesmo, partiram para o ataque em uma espécie de leilão, aonde quem pagar mais leva.


Essa semana, Carmelo Anthony, que se juntou ao New York Knicks no meio da última temporada, deu declarações à respeito de jogar em outro continente e disse que está aberto e disponível.


"Vou manter minha posição aberta para o que vier. Todos nós jogadores temos a mesma mentalidade. Se não houver temporada, não vou ficar em casa sem fazer nada." - Declarou Carmelo em entrevista ao jornal esportivo espanhol "Marca".


Quando Carmelo se referiu à "todos nós jogadores", provavelmente estava falando apenas das estrelas da liga. Mas e os que não estão sendo cobiçados por times de outros continentes, como o meu amigo Brian Scalabrine (alias, abraços ai Scala), como ficam nessa história toda?


As estrelas da NBA provocaram essa greve e agora estão pulando fora como quem diz - Estou indo nessa. Agora é com vocês, se virem ai e quando tudo ficar resolvido me mandem um e-mail que eu voltarei ou então me liguem, pode ser a cobrar mesmo por que dependendo da época provavelmente vocês ai estarão duros.


Definitivamente está faltando causa pela briga. Reivindicações são feitas, mas não querem por a mão na massa e fazer por onde. Se compraram a briga, que lutem por ela, caso contrário a união entre os jogadores pode ficar abalada.

sábado, 6 de agosto de 2011

Deron Williams desembarca na Turquia

D-Will, como é conhecido, foi o primeiro jogador de alto nível da NBA a acertar a sua ida para o basquete europeu após a confirmação do loucaute, e desembarcou ontem no país Turco, aonde atuará pelo Besiktas.


Vestindo a sua já tradicional camisa oito, D-Will receberá cinco milhões de dólares por essa temporada (R$ 7,8 milhões aproximadamente) e se diz feliz por ter acertado com o Besiktas.


"Estou muito feliz, e pretendo aproveitar a ida a Istambul, conhecer 
os fãs e entrar logo em quadra".


Será que ao contrário de Allen Iverson, o armador de 27 anos fará sucesso na Turquia? Deixe sua opinião na nossa caixinha de comentários.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Por que não o Brasil?

O mercado de negociações está mais movimentado do que nunca, principalmente agora com o locaute da liga norte-americana e com seus principais astros cogitando atuar em outros continentes. D-Will foi o primeiro a pegar o avião e foi desembarcar lá na Turquia, para jogar no Besiktas. O mesmo Besiktas agora está correndo atrás da contratação de Kobe Bryant, o maior jogador da atualidade.

Muito antes de Deron Williams trocar os Estados Unidos pela Turquia, já havia muitas especulações. Dwight Howard já tinha declarado que poderia ir para a China, os irmãos Pau e Marc Gasol admitiram a possibilidade de ir para o Barcelona da Espanha e outras mais que agora não me vem a cabeça. Diante de tantas especulações e possibilidades de mercado, eu me pergunto: Por que não o Brasil?

Tudo bem que o NBB (Novo Basquete Brasil) ainda está engatinhando, que não temos muitos ginásios com uma boa infra-estrutura, mas isso não nos impede de entrar na briga para diminuir a estatística de jogadores “desempregados”. Parece loucura tentarmos disputar contra o forte Euro e principalmente contra a China, que apesar de não ter um campeonato dos mais fortes, tem se firmado cada ano que passa como uma das maiores economias globais. Ou seja, grande parte do dinheiro do mundo está lá agora e no final da contas é isso que interessa aos atletas da NBA por que se o problema não fosse o dinheiro o locaute não estaria em vigor. Se por um lado eles têm essa vantagem, logicamente que vão querer os melhores jogadores que a NBA possui, logo os atletas de menor domínio técnico e menos badalação vão acabar ficando de lado.
Scalabrine nos tempos de Boston Celtics. O jogador atuou na última temporada no Chicago Bulls.

Sabendo disso, quando digo que podemos trazer alguns atletas não estou me referindo ao do nível técnico de LeBron James ou Kobe Bryant, por exemplo, mesmo por que é impossível lutar contra os argumentos que já citei acima. Mas e os atletas como Brian Scalabrine (foto), por exemplo, como vão ficar? Provavelmente atletas do nível dele ou inferior vão ficar parados durante o período de greve e é ai que o Brasil pode se aproveitar.

Eu costumo dizer que não existe jogador ruim na NBA, se está lá é por que o cara tem algo de especial. Independentemente do nível técnico do atleta, só de podermos contar com um jogador da NBA no basquete brasileiro já vamos atrair mais olhares da mídia nacional, teremos uma melhora significativa de público nos ginásios, os patrocinadores vão chegar com mais facilidade e teremos um grande potencial em marketing. Seja em propagandas, na venda de camisas, bonés, enfim, muitas vantagens, sem contar que o NBB se firmaria de vez.

Dinheiro para contratar nós temos, isso você pode ter certeza. Resta apenas saber se as equipes envolvidas, junto aos seus patrocinadores, tem primeiramente o interesse e depois a capacidade de trazer um atleta do porte da NBA para o país.

domingo, 10 de julho de 2011

A Europa é logo ali

Por conta do locaute que foi instalado na NBA e a demora para que um acordo seja logo estabelecido, muitos jogadores já começam a pensar na Europa como seu novo ambiente de trabalho.


No início tivemos muitas notícias "pipocando" na mídia, mas até então nada de concreto. Parece que realmente os jogadores da NBA estão dispostos a encarar essa nova fase na carreira e D-Will é o primeiro deles. O jogador está próximo de acertar com o Besiktas da Turquia e por esse contrato receberia US$ 5 milhões, algo em torno de de 7,8 milhões de reais.


"Eu garanto a você que Kobe Bryant poderia ganhar muito dinheiro jogando fora dos Estados Unidos." - Declarou o armador do New Jersey Nets, que complementou: "Se as equipes europeias souberem que poderão contar com caras como ele ou LeBron James por uma temporada completa, obviamente eles colocarão mais dinheiro."


Tudo indica que essa greve será duradoura e cada dia que passa parece que um acordo está cada vez mais longe de ser firmado.


Particularmente não acredito que esses atletas estão dispostos a passar uma temporada inteira na Europa. Acredito que isso é apenas mais uma manobra para pressionar a liga norte-americana a tomar logo uma providência que seja benéfica para ambos os lados.