Mostrando postagens com marcador LeBron James. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador LeBron James. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Com a ida de Howard para o Lakers, finalmente veremos a final entre Kobe e LeBron?

Não é novidade nenhuma que a NBA sempre quis promover uma final envolvendo os dois maiores astros da atualidade: Kobe Bryant e LeBron James, na tentativa de fazer com que o campeonato norte-americano volte a ter o mesmo nível de atenção dos torcedores que tinha na década de 1990, nem que seja momentaneamente.

Se antes a final entre Kobe e LeBron parecia improvável, com Los Angeles Lakers e Cleveland Cavaliers e Miami Heat, os dois times da carreira de LeBron, vivendo momentos diferentes, agora, tanto o Lakers quanto o Heat apontam como favoritos para fazer a final da NBA. 

O Heat, atual campeão, que já tinha o seu trio de ferro, recebeu o reforço de Ray Allen, além de ter um LeBron motivado pela conquista olímpica. Do lado angelino, Kobe, que também esteve no título americano em Londres, terá, além do seu velho companheiro Pau Gasol, a vinda de Steve Nash, um dos melhores armadores de todos os tempos, e Dwight Howard, o pivô mais dominante da atualidade. Com esse quarteto, somado ao excelente defensor Ron Artest, o Lakers se torna favoritíssimo à conquista da conferência oeste, desbancando, pelo menos no papel, o time do Oklahoma City Thunder, que atualmente desponta para dominar a sua conferência.

Finalmente parece que os torcedores terão claras chances de ver o Lakers de Kobe e o Miami Heat de LeBron decidindo o campeonato no final da temporada. Mas, quem deve estar mais feliz do que os torcedores é a própria NBA, que já deve estar fazendo os cálculos de quanto poderá lucrar com o possível confronto na final, uma decisão que será, sem dúvidas, uma das mais esperadas da última década.

Leia mais: 

2012: o ano de LeBron James

Basquete 3x3 pode aparecer nos Jogos do Rio, em 2016

Entrevista: De volta ao Flamengo após cinco anos, Olivinha espera repetir o sucesso que teve no Pinheiros

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

2012: o ano de LeBron James

Em 2012, LeBron teve motivos de sobra para sorrir
Foto: Harry How/ Getty Images
Parece que finalmente LeBron James encontrou o caminho da felicidade no basquete. Muito criticado por não ter conseguido levar o Cleveland Cavaliers ao título da NBA e, muito mais criticado por ter deixado a franquia para se juntar à Wade e Bosh no Miami Heat, James, no ano de 2012, não tem do que reclamar, pelo contrário.

Conquistando o seu primeiro título na NBA, sendo coroado como MVP da temporada regular e MVP das finais, LeBron já tinha motivos de sobra para dizer que o ano de 2012 foi especial em sua vida esportiva, mas, para fechar essa temporada em grande estilo, veio mais uma conquista de medalha olímpica, a segunda de ouro, para definitivamente cravar 2012 como o ano de LeBron James no basquete, pelo menos até o momento. 


Em grande fase na carreira, além dos grandes companheiros que estiveram com ele na temporada passada da NBA, LeBron ainda terá o auxilio do recém chegado Ray Allen para tentar levar o Miami Heat à terceira final seguida do melhor basquete do mundo, tentando o terceiro título consecutivo da conferência leste e o bi-campeonato da NBA.

Após a conquista da sua segunda medalha de ouro, L.B não garantiu a sua presença nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, para a tristeza dos torcedores brasileiros. "Eu não sei se vou fazer parte da equipe em 2016", afirmou o jogador.

Caso decida por não vir aos Jogos do Rio, a seleção americana já terá, certamente, às duas principais estrelas do momento de fora da competição, já que Kobe Bryant anunciou que se despedirá da seleção com essa medalha de ouro no peito, dando um grande desfecho a sua carreira brilhante junto ao selecionado nacional.

Com LeBron ou sem LeBron, o povo brasileiro poderá ver de perto uma seleção que será liderada por Kevin Durant, que na próxima olimpíada não será mais o garoto de 23 anos que é hoje.

É, 2012 foi o melhor ano de LeBron James esportivamente falando, mas, como tudo o que é bom pode ficar melhor ainda, a temporada 2012-2013 da NBA está chegando, e, quem sabe, L.B não possa dar continuidade a esse ano maravilhoso que ele teve. Basquete e boas peças para ajudá-lo a conseguir o seu segundo anel de campeão na NBA ele tem. A sua maior ameça atualmente é o Los Angeles Lakers, depois de adquirir Steve Nash e o pivô Dwight Howard, que vão se juntar à Kobe Bryant e Pau Gasol, que teve uma excelente olimpíada, dando esperanças aos torcedores angelinos de que possa voltar a jogar o seu melhor basquete também na NBA.

O desafio está lançado para LeBron James.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Miami Heat fica mais forte a cada temporada

Depois da formação do trio LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh, que se uniram para conquistar vários anéis de campeão a qualquer custo, parecia que o time do Miami Heat não teria mais para onde crescer, mas a franquia da Flórida está mostrando que sim, que ainda tem como ser mais forte ainda.


O título não veio no primeiro ano. Um campeonato depois, chegou Shane Battier, um dos especialistas em defesa da liga, para ajudar o time a entrar nos prumos defensivamente. Deu certo, tão certo, que Shane Battier, em sua primeira final de NBA, não só cumpriu bem o seu papel como fez mais, ajudando e muito no ataque, com 11 bolas de três pontos na série contra o Oklahoma City Thunder, para garantir o seu primeiro título, o primeiro título de LeBron James, o primeiro depois da união das estrelas.


Com esse quarteto e mais o "ganho" de Mário Chalmers e Mike Miller, que mostraram o melhor de seus jogos nas finais, parecia que Pat Riley, GM do Heat, já tinha o seu time imbatível nas mãos, mas ele quer mais.


Para essa temporada o Miami Heat trouxe dois excelentes jogadores para reforçar o seu time quase que imbatível. Ray Allen, maior gatilho de três pontos da história da NBA estava se sentindo pouco importante em Boston, então Miami fez bem seu trabalho, o acolheu e mostrou como pode ser peça fundamental para a franquia, com LeBron James declarando que adoraria jogar ao lado dele. Pronto, era tudo o que Ray-Ray queria. Ele aceitou a oferta, que foi menor do que a do Celtics e agora está junto com LeBron e companhia na tentativa levar a franquia à terceira final seguida da NBA e conquistar segundo título consecutivo.


Lewis e Allen atuaram juntos pelo Seattle SuperSonics

Outro jogador de alto nível que chegou foi Rashard Lewis, de 32 anos, que assinou por uma pechincha, o famoso contrato para veteranos, que irá render para o jogador US$ 1.35 milhões na temporada nessa temporada, com o segundo ano de contrato sendo opção do jogador.


Lewis, que está na NBA desde a temporada 1998-1999, têm médias de 45.4% de aproveitamento de dois pontos e 38.8% nas bolas de três, nos 934 jogos que já participou.


Agora o Heat está desafiando a lógica da NBA, que ensinou que mais importante do que um anel de campeão, era a sua lealdade à franquia.


Com seu trio, a equipe cada ano que passa vai conseguindo mais excelentes jogadores, todos veteranos, loucos para dar a sua parcela de contribuição e sair com um título ao final da temporada.


Aprontem-se, essa temporada poderemos ver um time histórico em quadra.


Leia mais


Torcida do Celtics (no Brasil) faz tempestade em copo d'água após saída de Ray Allen


Enfim, LeBron


Shane Battier: O gatilho de 3 pontos da final da NBA

O que você preferiria: Ser destaque em uma equipe com poucas chances de título ou ser campeão sem jogar?

sábado, 7 de julho de 2012

EUA já escolheu os doze para Londres

Foi tudo muito rápido, com apenas dois dias de treinamento, que a seleção dos Estados Unidos, favoritíssima para a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres, já tem os seus 12 jogadores definidos. A lista segue abaixo:


Carmelo Anthony (New York Knicks);  Kobe Bryant (Los Angeles Lakers); Tyson Chandler (New York Knicks); Kevin Durant (Oklahoma City Thunder); Blake Griffin (Los Angeles Clippers), James Harden (Oklahoma City Thunder); Andre Iguodala (Philadelphia 76ers), LeBron James (Miami Heat), Kevin Love (Minnesota Timberwolves), Chris Paul (Los Angeles Clippers), Russell Westbrook (Oklahoma City Thunder) e Deron Williams (Brooklyn Nets).


Dessa equipe, Anthony, Bryant, James, Paul e Williams estavam no grupo que conquistou o ouro olímpico em Pequim, em 2008. Chandler, Durant, Iguodala, Love e Westbrook fizeram parte da conquista do mundial de 2010, na Turquia. De novatos mesmo só Blake Griffin e James Harden.


A média de idade dessa seleção é boa, com 26.1 anos.


E aí, gostou desse timaço, achou que alguém importante ficou de fora? Comente aqui em baixo então. 

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Enfim, LeBron



Demorou nove temporadas, mas o jogador que já foi eleito três vezes o melhor na fase regular, finalmente conseguiu levantar o seu primeiro troféu de campeão, ficando também com o prêmio de melhor jogador da final.


LeBron James foi espetacular, mostrando maturidade de sobra em suas declarações e um estilo de jogo muito mais "adulto", deixando de querer resolver tudo sozinho e colocando os seus companheiros para jogar. Suas 13 assistências na noite de ontem disseram isso. "The King" terminou a partida com um triplo-duplo, tendo, além dos 13 passes que resultaram em cestas, mais 11 rebotes e 26 pontos.


No texto anterior ao jogo cinco, eu havia dito que parar o trio da Flórida era complicado, principalmente pelo fato desse trio, a cada partida que passava,  conseguia ganhar mais um integrante. Bem, o quarto homem da vez foi Mike Miller, que fez impressionantes 7 bolas de três pontos em 8 tentativas, para se tornar o jogador não titular que mais bolas de três pontos matou em uma final.


Com LeBron de garçom, Chris Bosh destruindo no garrafão, fazendo 24 pontos e pegando 7 rebotes, Wade fazendo 20 pontos, pegando 8 rebotes e distribuindo 3 assistências e mais o quarto elemento, o jogo foi super tranquilo, nem parecia que era de vida ou morte para o Oklahoma City Thunder, que já não mostrava mais poder de reação no terceiro período.


Final: 121 a 106 para o Miami Heat, que vai ficar marcado na história da NBA como o time que deu o primeiro título ao astro LeBron James, que definitivamente entra para o Hall da Fama do basquete mundial.


A felicidade estava estampada no rosto de LeBron James
Sem querer colocar água no chopp do cara, temos que lembrar que foi um título em uma temporada atípica, que sofreu com o locaute e depois com o calendário apertadíssimo. Mas, com locaute ou não, ninguém pode tirar o sorriso do rosto dele. 


Vamos ser sinceros: O mundo inteiro queria ver um título de LeBron. Até quem diz que torce contra o cara, o que eu acho que é uma mentira, afinal fã de basquete é fã de caras que jogam igual ou mais que LeBron. Não é todo ano que o Draft nos dá jogadores com o nível técnico e o vigor físico do camisa número #6 do Heat.


Ganha LeBron, ganha o Miami Heat, ganha a NBA, ganha os fãs de basquete. Quem sabe não vimos o primeiro de muitos títulos de "The King"?

quarta-feira, 20 de junho de 2012

LeBron James está muito perto do seu 1° título na NBA

Novamente o Miami Heat confirmou o seu mando de quadra, vencendo o Oklahoma City Thunder por 104 a 98, depois de ter começado o jogo sucumbindo a dupla Kevin Durant e Russell Westbrook, que fizeram 18 pontos e deram 4 assistências no primeiro período, que foi vencido pelos visitantes por 33 a 19. 


LeBron e o Heat estão com uma mão no troféu de campeão
Depois disso o Heat disse: "Agora é a minha vez". Foi lá e emplacou 27 a 16 no segundo período e 33 a 26 no terceiro, levando o jogo para o último quarto com vantagem de apenas quatro pontos (79 a 75).


Nos 12 minutos finais, ninguém brilhou mais do que Mario Chalmers, que fez 12 pontos, para levar o Miami Heat a sua terceira vitória em quatro jogos disputados, ajudando LeBron James, que nessa noite fez 26 pontos (jogando com câimbras nos minutos finais e, mesmo assim, matando uma importante bola de três pontos), pegou mais 9 rebotes e deu 12 assistências, a ficar muito perto do seu primeiro título da liga, que é o grande sonho desse espetacular jogador, taxado de amarelão.


Agora a situação do Miami Heat é a seguinte: Precisa de mais uma vitória em três partidas, com a próxima, quinta-feira, às 22h e, se necessário, os jogos seis e sete, quando a série voltará para Oklahoma. Isso, é claro, se o time do treinador Scott Brooks conseguir quebrar o mando de quadra do adversário.


Nunca, na história da NBA, um time que esteve vencendo uma série por 3 a 1 permitiu a virada. 


Tabus foram inventados para serem quebrados, mas acho que não será dessa vez. LeBron, se prepare, seu primeiro título está muito, muito, muito próximo.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Miami Heat vence OKC em partida decidida nos lances livres e vira série final para 2 a 1

Empatados em 1 a 1, Miami Heat e Oklahoma City Thunder prometiam fazer um grande duelo na primeira partida na Flórida. Cumprindo com às expectativas, o jogo três foi sensacional, sendo disputado até os minutos finais, com vitória do Miami Heat, por 91 a 85, em um confronto onde os lances livres foram fundamentais para construção do resultado final.


Vitória garante liderança na série para o time
da Flórida
Apesar do desperdício de bola de Thabo Sefolosha quando faltavam 0.16 segundos para o término da partida, que a essa altura estava 89 a 85 para o time da casa, o confronto foi decidido nos lances livres, com a equipe da Flórida convertendo 31 pontos em 35 tentativas, tendo 88.6% de aproveitamento, enquanto os comandados de Scott Brooks jogaram nove pontos fora, convertendo 15 bolas das 24 tentadas. Só para refrescar a memória, o jogo foi vencido por Miami por uma diferença de seis pontos, ou seja, está nítido onde foi que o Thunder falhou. 


É claro que ficará a impressão que o jogo foi perdido depois do erro de reposição de bola do Selofosha, como já citei acima, mas, na verdade, quem desperdiçou mais a bola foi o Heat, com 12, um a mais do que o Thunder. Além disso, dos 11 turnovers dos visitantes, nove deles foram "recuperados", já que nove foi o número de roubadas de bola dos visitantes, três delas só de Sefolosha, maior recuperador de bolas da partida.


O confronto foi totalmente atípico em relação a série. Nada do Heat deslanchar nos dois primeiros períodos, nada de 30 pontos ou mais para os principais jogadores (LeBron James teve 29 pontos (14 rebotes), Wade 25 (7 rebotes e 7 assistências), mesma pontuação de Kevin Durant, que ainda teve 6 rebotes. Em contra-partida, seus 5 desperdícios de bola, mesmo número que Wade, prejudicaram a atuação do principal nome do time visitante) e nada de uma participação fora do normal de Shane Battier no ataque. Mesmo assim, o especialista em defesa matou suas duas tentativas de três pontos, que somadas à três lances livres, fizeram com que ele terminasse com 9 pontos, acertando 100% de suas investidas ofensivas.


Com o resultado, o Miami passou à frente na série, fazendo 2 a 1 e ficando em uma situação muito confortável, já que terá mais dois jogos diante de seus torcedores, sendo um na próxima terça-feira (19) e outro na próxima quinta-feira (21), dia que poderá marcar o primeiro título de LeBron na NBA, isso se sua equipe confirmar o mando de quadra.


Grande confronto, grande final. E se você ainda duvidava, não duvide: Lance livre ganha jogo e, nesse caso, pode ganhar até um campeonato.

domingo, 17 de junho de 2012

Confiante, Miami Heat iniciará série de três jogos em casa

Mais um capítulo da nova rivalidade da NBA será
escrito hoje 
Depois de abrir vantagem no jogo um e deixar o Oklahoma City Thunder virar, a moral do Miami Heat parecia ter caído um pouco, principalmente pelo fato de ter tido a chance de começar a série roubando o mando de quadra do adversário e, assim, colocando toda a pressão para o outro lado. Mas, no jogo dois, novamente um excelente início, com 18-2, garantiu, lá na frente, a vitória dos visitantes por 100 a 96, não falhando pela segunda vez seguida. Com isso, o time da Flórida foi o primeiro nos playoffs a conseguir derrotar o Oklahoma City Thunder em seu ginásio, dando uma baita moral para o restante da série.


É com esse entusiamo que os comandados de Erik Spoelstra iniciam hoje, às 21h, a sequência de três jogos seguidos em seu ginásio, o American Airlines Arena, que poderá ser o palco do primeiro título de LeBron James. Isso se "The King" e seus companheiros confirmarem o mando de quadra e não darem chances do OKC levar a série novamente para a Chesapeake Energy Arena.


O trio de ferro vai com moral após grande atuação no jogo 2. LeBron teve 32 pontos, 8 rebotes e 5 assistências, D-Wade anotou 24 pontos, pegou 6 rebotes e distribuiu 5 assistências e Chris Bosh foi o dono do garrafão, com 16 pontos e 15 rebotes, sete deles ofensivos. No total, os três jogadores fizeram juntos 72 dos 100 pontos da equipe, pegaram 29 rebotes em um total de 40 e das 13 assistências do Miami Heat, 11 saíram das mãos deles.


Como se não bastasse o fortíssimo trio, Spoeltra "ganhou" um jogador de ataque para essa decisão: Shane Battier, especialista em defesa que já matou 9 bolas de três pontos em 13 tentativas, terminando com 17 pontos em cada um dos dois jogos. 


Leia mais sobre a boa fase ofensiva de Shane Battier clicando aqui


No calor de Miami, o Heat vai contar com a sua morna torcida e seus jogadores de mão quente para a equipe não precisar viajar novamente e dar a chance de seus fãs verem de perto a comemoração do campeonato da NBA. Para o Thunder, resta jogar um balde de gelo no bom clima que o adversário encontrará mais tarde, para, assim, se manterem vivos na briga pelos anéis de campeão.

sábado, 16 de junho de 2012

Arbitragem do jogo 2 da final da NBA ainda dá o que falar

O jogo dois já passou, com o Miami Heat roubando o mando de quadra do Oklahoma City Thunder ao vencer por 100 a 96, tendo a chance de ser campeão da NBA em casa, onde disputará os próximos três jogos. Apesar disso, o assunto jogo dois ainda não foi esquecido, com a arbitragem sendo o pivô dos possíveis erros, que poderiam dar ao Thunder a segunda vitória e deixar o time de Scott Brooks em uma situação tranquila em relação ao título.


No primeiro lance, Chris Bosh tentou a bandeja, Kevin Durant deu o toco e Sege Ibaka chegou depois limpando a jogada, mas a arbitragem considerou que Ibaka interferiu depois que a bola já havia batido na tabela, o famoso "goaltending". Veja:





No outro lance, em um momento decisivo, Kevin Durant tentou o arremesso que poderia levar a partida para prorrogação. Ele errou e todo o ginásio pediu falta de LeBron James, inclusive o próprio jogador, que depois da partida disse que simplesmente não conseguiu converter a tentativa em cesta.





Pra você, a arbitragem acertou ou errou nesses dois lances? O Thunder foi "garfado" dentro do seu próprio ginásio? Deixe a sua opinião aqui em baixo, no espaço para comentários.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

LeBron pipoqueiro? E o Wade, cadê?

Desde que o confronto entre Oklahoma City Thunder e Miami Heat foi definido, todo mundo só sabe falar em Kevin Durant e LeBron James. Durant brilhou no jogo um, fazendo 36 pontos, pegando 8 rebotes e distribuindo 4 assistências, na vitória da sua equipe por 105 a 94. 


Ao contrário do que muita gente têm falado, LeBron James também brilhou, afinal, 30 pontos, 9 rebotes, 4 assistências e 4 roubos de bola não é para qualquer um. "Ah, mas o cara sumiu no último período" - Tudo bem, é verdade, mas quem disse que ele é obrigado a jogar muito o tempo inteiro? Russell Westbrook teve um início de partida horrível, chutando bolas de três pontos como se fosse um peladeiro, amassando o aro, arriscando sem os pivôs estarem posicionados. E ai, não crucificaram o garoto. Ah claro, o Thunder venceu e ele jogou bem nos dois últimos períodos. Esqueci que a nossa mente foi projetada só para guardar acontecimentos finais de um evento.


Homem de confiança da equipe, Wade está deixando a desejar
Criticar o LeBron já é praticamente uma obrigação. Se ele fizer 100 pontos mas seu time perder. "Ah, LeBron é um pipoqueiro". Já está virando tradição criticar o cara, já vão com essa pré-disposição para a partida. Mas e o Wade, cadê?


Cadê o MVP das finais de 2006? Cadê o cara que falaram que não iria perder a majestade, mesmo com "The King" em sua equipe?


Será que 19 pontos, acertando 7-19, como foi no jogo um, é o que esperamos de um jogador do nível de Wade?


A grande verdade é que o camisa #3 do Heat não está tendo boas atuações não é de hoje. Mais tarde, às 22h, novamente no Chesapeake Energy Arena, Oklahoma City Thunder e Miami Heat se enfrentarão pelo jogo 2 da final. Esse pode ser o início da virada de Wade, que será fundamental nessa série, se o time da Flórida quiser sair campeão, é claro.


Outro fator que faz de Wade fundamental é o fato de Thabo Sefolosha ter marcado muito bem LeBron James no último período de jogo. Se isso virar rotina na série, ou Wade brilha ou o Heat vai tomar porrada.


O Thunder pode abrir dois a zero e começar a preparar os dedos para receber o anel de campeão. Ao Heat, resta não deixar isso acontecer. Resta LeBron repetir a boa atuação e tentar frear as ações de Kevin Durant (ele pediu para Erik Spoelstra para marcar KD), resta Dwyane Wade dar a cara para partida. Caso contrário, continuaremos a perguntar: E o Wade, cadê?

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Oklahoma City Thunder volta determinado após o intervalo e sai na frente na final da NBA



Começou o duelo entre Kevin Durant, cestinha da temporada e LeBron James, o MVP. E quem largou na frente foi o jovem jogador do Oklahoma City Thunder, que fez 17 pontos no último período, terminando a partida com 36 pontos (12-20FG), 8 rebotes e 4 assistências, liderando sua equipe na vitória por 105 a 94, na sexta partida seguida que OKC chega ao dígito triplo na pontuação. Com isso, o time comandado por Scott Brooks saiu na frente na final da NBA, abrindo um a zero na série, diante de mais de 18.200 torcedores que lotaram o Chesapeake Energy Arena.


A vitória por 11 pontos de diferença pode parecer, para quem não pôde acompanhar o jogo, que foi uma noite tranquila para os donos da casa, mas não foi. Quem começou dando às cartas foi o Miami Heat, contando com um início de jogo muito bom de Shane Battier, que acertou os seus três primeiros arremessos de três pontos e Mario Chalmers (foto), que teve dois acertos em três tentativas da linha de três pontos, aproveitando que o Thunder havia começado muito preocupado com LeBron James e Dwyane Wade. Claro, o jogo coletivo dos visitantes foi muito importante para o bom início da dupla, pois a equipe rodada bem a bola no ataque e fazia o que queria, enquanto OKC era só Kevin Durant, que fez os 8 primeiros pontos do Thunder.


Miami Heat abrindo vantagem e o Oklahoma City Thunder correndo atrás: esse pode ser o resumo de boa parte da partida. A história começou a mudar de lado depois do intervalo, quando a defesa do time da casa mudou totalmente de atitude, sendo mais agressiva e conseguindo bons contra-ataques rápidos, jogada que adora fazer. Assim, com 0:46 segundos para o fim do terceiro período, Russell Westbrook foi pra dentro da defesa adversária, fez a bandeja e ainda sofreu falta, convertendo o lance livre de bonificação, para colocar o Thunder pela primeira vez à frente do marcador, com 74 pontos à favor e 73 contra.


Nos dois últimos períodos só deu Westbrook e Durant, que fizeram 41 pontos contra 40 de todo o time da Flórida, acabando de vez com uma possível reação de LeBron James e Dwyane Wade. 


Dupla Durant e Westbrook, acabaram com a esperança do Heat vencer o jogo 1
"The King" teve uma atuação muito boa, apesar de ter sido praticamente anulado por Thabo Sefolosha nos 12 minutos finais, terminando com 30 pontos (11-24FG), nove rebotes e 4 assistências. Já Wade foi muito mal, forçando o jogo nos momentos cruciais da partida. Se a bola estivesse caindo, tudo bem, ainda vai, mas não estava. D-Wade teve ruins 7-19 FG, terminando com 19 pontos (5 deles de lances livres), 4 rebotes e 8 assistências. 


Individualidade: Esse foi o fator principal para que o Heat, logo no primeiro jogo, falhar na tentativa de roubar o mando de quadra do Thunder. Nos dois primeiros períodos, com a equipe rodando bem a bola e distribuindo mais a pontuação, o jogo fluía e, parecia que a noite seria dos visitantes. Porém, os comandados de Erik Spoelstra não souberam fazer esse jogo durante os 48 minutos, proporcionando à garotada do Thunder o jogo rápido, o jogo de transição. Tudo que Kevin Durant e companhia mais queriam.


Por falar em jogo rápido, Russell Westbrook teve uma noite a lá Rajon Rondo, distribuindo 11 assistências, pegando 8 rebotes e fazendo 27 pontos.


OKC larga na frente. E está oficialmente aberta a temporada para falar mal de LeBron. Para variar.


Ah, jogo dois é quinta-feira, às 22h, novamente em OKC.




Fotos: Ronald Martinez/Getty Images

terça-feira, 12 de junho de 2012

LeBron pode ser a primeira escolha do Draft, desde 1997, a ser campeão da NBA

É, como já deu para perceber, LeBron James será a grande estrela do dia aqui no blog. Bom, vamos lá.


Você saberia me responder qual foi a última primeira escolha de Draft que conseguiu um título da NBA? Não, eu te digo então. Foi Tim Duncan, do San Antonio Spurs, primeira escolha do Draft de 1997. De lá para cá, todos os primeiros selecionados não conseguiram conquistar o tão sonhado título de campeão, pior, apenas dois deles (LeBron e Dwight Howard) conseguiram chegar às finais da liga. 


Do Draft 1997 pra cá, Michael Olowokand, Elton Brand, Kenyon Martin, Kwane Brown, Yao Ming, LeBron James, Dwight Howard, Andrew Bogut, Andrea Bargnani, Greg Oden, Derrick Rose, Blake Griffin, John Wall e Kyrie Irving, todos primeiras escolhas, ficaram pelo caminho, com a maioria deles, como já disse acima, nem chegando perto de uma final e, tirando Derrick Rose, tendo grandes chances de ficar mais alguns campeonatos sem continuar saber o que é uma final de NBA.


Pela segunda vez seguida, LeBron representará a classe, podendo, além de tirar um peso das suas costas, acabar com essa escrita. 


Será que dessa vez vai ou então a "maldição" da primeira escolha do Draft continuará? Essa histórica vai começar a ser escrita na noite de hoje, no jogo um das finais da liga, às 22h, em Oklahoma City.

Sim, LeBron é o "dono" do Miami Heat

Toda franquia tem o seu jogador principal, por pior que ela seja. Toda equipe tem aquele cara que o torcedor diz: "Ele é o dono do time". É assim no Celtics, com Paul Pierce, é assim no Lakers, com Kobe Bryant e era assim com LeBron, nos tempos de Cleveland Cavaliers, só para citarmos alguns exemplos.


Após o bi-campeonato do leste, todos os flashes
eram em cima de L.B
Quando anunciou a sua mudança para Miami, se juntando ao astro Dwyane Wade, que já possui um título pela franquia e ao ala-pivô Chris Bosh, todo mundo falou o seguinte: "Miami é de Wade! LeBron pode fazer o que for, conquistar todos os títulos de agora em diante que, mesmo assim, esse time sempre será conhecido como o time do Dwyane Wade".


Não vou me enganar e nem tentar enganar vocês! Confesso que no início também pensava assim, afinal, cinco títulos tendo Wade e Bosh como companheiros, é muito mais fácil do que um comandando o Cleveland Cavaliers, que nunca conseguiu montar um time há altura de "The King". Esse, aliás, foi o grande motivo da mudança de LeBron, já que ele corre que nem um louco atrás de um anel de campeão.


Ele chegou, sem pedir licença, fazendo 31 pontos, pegando 4 rebotes e distribuindo 3 assistências, no dia 26 de outubro, na derrota do Heat para o Boston Celtics por 88 a 80, no jogo que fez os torcedores do time verde irem à loucura, perguntando onde estava o time imbatível, onde estava os favoritos ao título.


LeBron não chegou de mansinho. Já chegou levando sua nova equipe ao título da conferência leste e à final da NBA, falhando para o Dallas Mavericks, mas tendo números tão atrativos quanto ao seu principal companheiro de equipe. O peso da derrota caiu todo sobre as costas de LeBron, já acostumada a carregar fardos pesados. O fato da derrota ter repercutido mais para L.B já era um indício que Miami já tinha um novo dono.


LeBron não quer deixar a segunda chance seguida escapar
Nessa temporada, o camisa #6 da equipe da Flórida está na mesma situação, sendo a principal peça no esquema de Erik Spoelstra, conquistando o bi-campeonato de leste e tendo, pela segunda vez seguida, a chance de conquistar o título de campeão mundial, como os americanos reconhecem. 

Mais "cascudo" e contra um adversário menos "sofrido", creio, de verdade, que chegou a hora de LeBron. Acho que desse campeonato não passa.


A mídia coloca essa final como o confronto LeBron James x Kevin Durant. Se o Heat vencer, L.B será a peça principal da conquista. Se perder, será o mais crucificado. Por esses e outros motivos, LeBron já desbancou Wade e é o "dono" do Miami Heat.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

LeBron faz sua parte e mantém o sonho de ser campeão

Se você tem um sonho, não adianta ficar parado, tem que ir atrás, lutar por ele. E foi isso que LeBron James fez na noite de ontem. 


LeBron calou o TD Garden
Buscando incessantemente um anel de campeão, "The King" sabia que se o Miami Heat perdesse, o seu sonho teria que ser adiado por mais uma temporada, por isso, o jogador deu o máximo dentro de quadra e foi um verdadeiro guerreiro, conseguindo impressionantes 45 pontos e 15 rebotes, além de mais cinco assistências, liderando o Heat na vitória por 98 a 79, em pleno TD Garden, deixando tudo para o jogo sete, que será disputado amanhã, às 21h30, no American Airlines Arena, sob promessa de ser o melhor jogo da temporada até o momento.


O sonho de ser campeão ainda está vivo dentro de LeBron James, mas nada está decidido. O jogo 7 promete fortes emoções e, para garantir que novamente não irá ficar pelo caminho, é bom o camisa #6 do time da Flórida "comer a bola" outra vez, ou então o Celtics e seu quarteto de ferro, que não teve uma boa atuação no jogo 6, tirando o Rondo, que fez 21 pontos e deu 10 assistências, mas desperdiçou 7 bolas, poderá, mais uma vez, atrapalhar o sonho do astro, afinal, como confessou Erik Spoelstra, o DNA de campeão está do lado verde.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Boston Celtics terá pulmão para vencer o jogo 3?

O Miami Heat fez bem o papel de casa nas duas primeiras partidas da final da conferência leste e abriu dois a zero na série, deixando o Boston Celtics em situação complicada. Mas o time de Doc Rivers vendeu caro a derrota no segundo confronto, levando o jogo para prorrogação, perdendo por 115 a 111.


Rajon Rondo não descansou no jogo 2
Depois do jogo um, que o Miami Heat não teve dificuldades para levar a melhor, eu havia dito que para o Boston Celtics ganhar do time da Flórida tinha que jogar o seu 100%, já o time comandado por Erik Spoelstra não precisava jogar tudo o que sabia para poder abrir vantagem dentro do jogo. Bem, a segunda partida foi totalmente contrária em termos de equilíbrio, mas o que eu falei no jogo um voltou a acontecer.


Rajon Rondo, o melhor armador da NBA, teve que jogar a partida inteira, totalizando 53 minutos em quadra e anotando 44 pontos, pegando 8 rebotes e dando 10 assistências para sua equipe conseguir fazer frente ao Heat. 


Ray Allen ficou em quadra por 43 minutos, Kevin Garnett jogou 45 e Paul Pierce 43 minutos. O único titular que teve um bom tempo de descanso foi Brandon Bass, que ficou 29 minutos atuando. 


Do quinteto titular do Boston Celtics, três jogadores são veteranos, enquanto o Miami Heat tem em sua base um elenco jovem e saudável, puxados por duas estrelas da liga, um baita defensor e um bom armador.


Pegue essa diferença de idade e some ao tempo de quadra de cada jogador. Com certeza veremos que o mais prejudicado nessa história é a equipe Celta.


Para se manter vivo na temporada, não poderá faltar energia ao Celtics
O jogo três (hoje, às 21h30) será de vida ou morte para Garnett, Rondo e companhia. O fator da casa será muito importante para a equipe tentar se manter viva na competição, já que uma nova derrota seria praticamente dar adeus à temporada 2011/2012.


Torcida e time para reverter essa situação o Boston Celtics tem, resta sabermos se, depois da louca maratona do jogo 2 e mais a viagem de volta, às quatro peças fundamentais do elenco terão pulmão para conseguir tal feito.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Heat larga na frente em partida que deixou a desejar

São duas séries diferentes, duas conferências distintas, é verdade, mas, depois do jogo de ontem entre San Antonio Spurs e Oklahoma City Thunder, o que se esperava, no mínimo, era vermos algo do mesmo nível de emoção. Mas, em uma partida amarrada, principalmente no primeiro período, quando ambas equipes começaram errando muito e, em uma noite com pouca emoção, o Miami Heat venceu, sem dificuldades, o Boston Celtics, por 93 a 79, em um duelo que não me animou muito.


Lebron mais uma vez brilhou e ajudou sua equipe a vencer
Foto: Mike Ehrmann/ Getty Images
O Celtics pouco produziu, com Rondo tendo 8-20 FG, anotando 16 pontos, pegando 9 rebotes, dando 7 assistências e desperdiçando 4 bolas em absurdos 44 minutos de jogo. Ray Allen foi um desastre com seus 6 pontos, 1-4 FG e 3-7 nos lances livres. Pierce deixou 12 pontos e pobrinhos 2 rebotes e três assistências. No time verde, o único que teve uma noite que pode se considerar na média, pelo que vem fazendo, foi Kevin Garnett, que novamente anotou um duplo-duplo, fechando a partida com 23 pontos e 10 rebotes, jogando na única posição onde o Miami Heat está desfalcado, já que Chris Bosh ainda não tem previsão de volta.


Para o Celtics, parar a dupla LeBron e Wade era fundamental, mas complicado, tanto que missão não foi cumprida, permitindo 54 pontos (32 de James e 22 de Wade), 16 rebotes (13 para LeBron e 3 para Wade), 10 assistências (7 para Wade e três para LeBron) e 5 tocos (2 para Wade e 3 para LeBron) da dupla. Ai complica!


"Cão de guarda" do Heat jogou muito bem na primeira
partida da série final do leste
Grande vitória do Miami Heat, que teve muitos méritos defensivos, com Shane Battier (foto:Mike Ehrmann/Getty Images), fazendo o seu primeiro jogo da carreira em uma final de conferência, defendendo horrores, sendo recompensado com 10 pontos, 10 rebotes (8 ofensivos) e dois tocos, sendo um muito bonito em cima de Paul Pierce.


Defesa forte é sinônimo de tocos, ou seja, foram 11 bloqueios para os donos da casa contra apenas um do time de Massachusetts.


Depois de perder o primeiro período por 21 a 11, os comandados de Doc Rivers, que reclamaram bastante com a arbitragem, sofrendo três faltas técnicas, ainda esboçaram uma reação no quarto seguinte, vencendo por 35 a 25. Mas o grande problema para o maior campeão da NBA é que para ele encostar no Heat tem que dar o máximo de si, enquanto para o Heat abrir, basta imprimir um ritmo mais forte, sem necessariamente jogar tudo o que sabe, tanto é que às bolas de Mario Chalmers, sempre bem vindas nas boas vitórias, não caiu hoje, com o armador tentando seis arremessos sem acertar nenhum.


Chris Bosh faz falta, mas LeBron e companhia sabem lidar com isso. No Celtics, Ray Allen 100% e Avery Bradley também fazem muita falta, mas a diferença é que o nível cai muito sem os dois.


Grande vitória do Miami Heat, mas, por favor, não venham com esse argumento ridículo que o Boston Celtics não aguenta jogar uma série contra o Miami Heat por que o time é velho e sente o cansaço dos jogos. Por favor, isso não, é ridículo. Respeitem às lendas que o Celtics tem em quadra.


Boa noite


*Que foto linda que vocês podem conferir abaixo: Ela foi tirada por Mike Ehrmann, fotógrafo da Getty Images.



segunda-feira, 28 de maio de 2012

Heat ou Celtics? Vai começar a final do leste

"É a disputa que o basquete quer ver" - Dwyane Wade


"Esta é a nata da nata" - Kevin Garnett


"É realmente é único time que estou acostumado a enfrentar nos playoffs" - LeBron James


"Ridículo" - Essa é a opinião do treinador do Heat quando dizem que o Celtics é um time velho, cansado e que está enfraquecido.


"Estamos prontos" - Doc Rivers


Esse é o clima para mais parte, quando acontecerá, em Miami, às 21h30, o primeiro jogo da final da conferência leste, entre Miami Heat e Boston Celtics, com mando de quadra a favor de Lebron James e companhia.


Pela quinta vez nos últimos sete anos, a NBA verá o título do leste ficar ou com o Boston Celtics ou com o Miami Heat, que vai defender o status de campeão da conferência e tentar ir pela segunda vez seguida à final da liga desde que montou o seu Big Three, formado por LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh, que voltou a treinar, mas, não há nenhum registro de que ele esteja pronto para jogar.


Duelo entre LeBron e Celtics
é tradicional desde
os tempos de Cavaliers
Se o Heat está desfalcado de Bosh, o Celtics está sem Avery Bradley, uma importante peça de descanso para Rajon Rondo, mas, mesmo assim, o time de Doc Rivers leva a vantagem numérica no quesito estrelas, formando um Big Four, com Ray Allen, Paul Pierce (com médias de 19.3 pontos, contra 29 de LeBron) Kevin Garnett (com médias de 19.2 pontos e 10.8, sendo o maior reboteiro da série) e Rajon Rondo e seus três triplo-duplos na pós-temporada, com destaques para as suas 12.3 assistências por partida, número superior ao da temporada regular, ganhando, com folga, de LeBron James, o maior assistente de Miami nos playoffs, com 5.9 passes que resultam em cestas, em média.


Para o Heat se dar bem na noite de hoje, terá que dar uma freada no garrafão celta e contar com a continuação das excelente exibições dupla Wade e LeBron na série contra o Indiana Pacers, quando juntos, fizeram 197 pontos nos últimos três jogos, todos vencidos pelo Miami Heat. 


Para o Celtics se dar bem na noite de hoje, parar Wade e LeBron será fundamental. E Paul Pierce sabe disso.


Bolas de 3 de Ray Ray será fundamental para
o Celtics vencer a série
No time de Massachusetts, Mickael Pietrus é uma boa arma vindo do banco, dando descanso para Ray Allen, que está com os movimentos limitados por conta do problema no tornozelo, que vem fazendo com que o maior gatilho de três pontos da NBA tenha o baixo aproveitamento de 26.9% na bolas de 3, que foi uma grande válvula de escape contra o time de Spoelstra na temporada regular, quando o camisa #20 teve médias de 51.7% de três pontos na série vencido pelo Celtics por 3-1. Já no Heat, os coadjuvantes que prometem dar trabalho são Shane Battier, que será de importante contribuição para defender os chutes certeiros de média distância de Brandon Bass e Mario Chalmers, que na defesa terá a missão de impedir que Rajon Rondo tente mais um triplo-duplo e, no ataque, ajudar com bolas de três pontos.


Depois do início sensacional da final do oeste, o que se espera ver no American Airlines Arena, na noite de hoje, é um jogo no mesmo nível técnico e muito emocionante.


Hoje começa a série que poderá escrever mais um capítulo no currículo vitorioso do Celtics ou então o início de mais uma saga de LeBron James por um anel de campeão. 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Miami Heat faz as coisas voltarem ao normal

Quem esperava por uma série equilibrada entre Miami Heat e Indiana Pacers? Alguns, claro, mas a grande maioria não. É bem verdade que muito desse equilíbrio pode-se refletir no garrafão desfalcado do time da Flórida, já que Chris Bosh se lesionou no jogo um. 


Sangue e suor marcaram a vitória do Miami Heat
Os comandados de Erik Spoelstra demoraram dois jogos para aprender a jogar sem uma referência lá dentro, perdendo os dois confrontos seguintes à lesão do ala-pivô. Mas, agora, já está fazendo as coisas voltarem ao normal, depois de começar contar com atuações absurdas da dupla Wade e LeBron, que fizeram 70, dos 101 pontos da equipe no jogo três, quando o Heat venceu por 101 a 93.


Hoje, em Miami, novamente uma das duplas mais fortes da atualidade, e que fazem os pontos mais bonitos de contra-ataque que a NBA vê atualmente -hoje foram 22 Fast Break pts. para o Heat, contra 2 do Pacers - voltaram a dar show, com Wade anotando 28 pontos, pegando 3 rebotes, roubando duas bolas e dando duas assistências e LeBron James acabando com o jogo, ao fazer 30 pontos, pegar 10 rebotes e distribuir oito passes que resultaram em cestas, em mais uma partida de quase triplo-duplo de "The King". No total, foram 58 pontos, 13 rebotes e 10 assistências juntando os números de ambos jogadores, na vitória do time da casa por 115 a 83. Placar elástico muito pelo fato do Pacers ter perdido Danny Granger no terceiro período. O jogador teve um torção dupla no tornozelo esquerdo e não voltou para a partida.


Miami Heat abre 3-2 na série, mostrando uma baita disposição na defesa, que foi recompensado no quesito tocos, com 10, sendo 4 só de Joel Anthony, que proporcionou o jogo que o Heat sabe fazer com perfeição, que é o de contra-ataque mortal.


Ter Chris Bosh dentro do garrafão sempre é bom, mas já que ainda não há previsão de volta para o ala-pivô, o Heat teve que aprender a viver sem esse cara referência na parte pintada. Demorou dois jogos, mas aprendeu, empurrando o time adversário para fora do garrafão na noite de hoje, tomando 26 pontos dentro da área pintada e fazendo 46, para ter um aproveitamento de 61.4% de quadra, contra 33.7 dos comandados de Frank Vogel.


Agora as coisas estão começando a ser como sempre deveriam ser, pelo menos antes do início da série.

domingo, 20 de maio de 2012

Quando cada um faz sua parte, é difícil para o Heat

Ainda sem Chris Bosh, que está fora por tempo indeterminado, o Miami Heat foi até o Bankers Life Fieldhouse, em Indianapolis, para fazer um jogo de vida ou morte contra o Indiana Pacers, que se vencesse acumularia a terceira vitória na série e ficaria muito próximo da classificação para final da conferência leste.
Essa foto fez até parecer que é fácil ser um astro da NBA
Udonis Haslem é bom jogador, Mario Chalmers mata lá suas bolas de três pontos, mas todo mundo sabe a sua função dentro da equipe, que é de ajudar com meia dúzia de pontos e tacar bolas para LeBron James e Dwyane Wade, para que eles possam pontuar e colocar os seus próprios companheiros no jogo.


Mais uma vez LeBron justifica sem apelido "The King"
Nas últimas partidas a dupla não rendeu bem, mas hoje, ambos fizeram muitíssimo bem suas funções, ou melhor, ultrapassaram as expectativas, com Wade fazendo impressionantes 30 pontos, pegando 9 rebotes, distribuindo seis assistências, roubando uma bola e dando dois tocos, em 40 minutos de jogo, sem nenhum desperdício. Um número muito bom, mas que foi superado por L.J, que foi além, ficando em quadra por mais três minutos em relação ao seu companheiro de time, o que foi suficiente para ele terminar com 40 pontos, 18 rebotes, nove assistências, dois roubos de bola e dois tocos, que devem ser subtraídos os seus cinco desperdícios, o que não inferioriza a sua noite história.


Noite histórica não só de Lebron, noite história também de Wade. Quando a dupla exerce bem o seu papel, é difícil pará-los; 101 a 93 para o Miami Heat, que agora empatou a série em dois iguais e vai com os seus principais nomes endiabrados para a partida de número cinco, que será disputada no American Airlines Arena, em Miami.


Alguém duvida do que esses dois são capazes de fazer diante de seus torcedores?

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O prêmio de MVP ainda está dando o que falar

Muita gente discordou que LeBron James era o mais merecedor ao prêmio de jogador mais valioso da temporada regular, inclusive Kevin Durant, que era cotadíssimo para ganhar esse ano. 


O jogador do Oklahoma City Thunder, declarou que não aguenta mais ser sempre o segundo lugar.


“Eu sou o segundo desde o colégio. Segundo draftado, segundo melhor jogador do colégio, segundo em votos para o MVP duas vezes. Eu estou cheio de ser o segundo”


Não dá para dizer que foi injusto o prêmio ter ido para LeBron, afinal, ele jogou muita bola e segurou a barra quando Wade estava machucado, levando o time a segunda melhor campanha da conferência leste. Talvez se Durant tivesse conseguido levar sua equipe ao topo do oeste, o prêmio ficasse com ele, talvez. Mas, volto a ressaltar que não dá para dizer que foi injusta a escolha por LeBron, pelo contrário.


Dizem que para se tornar uma lenda você tem que derrotar uma. Não que o jogador do Miami Heat seja uma lenda da NBA, mas essa frase pode se encaixar direitinho nesse contexto. 


Miami Heat e Oklahoma City Thunder são dois grandes favoritos a estarem na final da NBA temporada 2011/2012. E, se isso realmente acontecer, K.D terá a chance de mostrar o por que, na sua opinião, era mais merecedor à premiação.