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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Na primeira competição como profissional, Anthony Davis fatura um ouro olímpico

Davis comemora a conquista do lado das estrelas Kevin Durant e Carmelo Anhotny
Ontem eu citei aqui que o ano de 2012 para o astro LeBron James foi maravilhoso esportivamente falando, mas quem também terá motivos de sobra para chamar esse ano de especial será Anthony Davis, que foi escolhido na primeira posição do Draft de 2012, pelo New Orleans Hornets e, sem nem mesmo ter feito a sua estreia como profissional no basquete americano, enfrentou uma olimpíada, conquistando, na sua primeira competição como um atleta profissional, um ouro olímpico, um privilégio que muitos, que já estão há anos nas quadras, com centenas de jogos nas costas, nunca irão ter. Para Davis, essa, sem dúvida, foi uma experiência incrível, subindo ao pódio da competição mais importante do mundo, sendo, na teoria, ainda um jogador do universitário.

É claro que ninguém esperava que ele ficasse muito tempo em quadra, muito menos, que fosse decisivo, afinal, estamos falando de um garoto de apenas 19 anos, que ainda nem estreou na NBA.

Promessa do basquete norte-americano, assim como Kevin Durant um dia já foi, hoje sendo uma das principais peças da melhor seleção de basquete do mundo, isso com apenas 23 anos, Anthony Davis foi levado para pegar experiência. O seu tempo de quadra, tendo jogado sete dos oito jogos dos EUA, não ficando em quadra por mais de 15 minutos por jogo, mostra isso.


Enterrada contra a Tunísia
Na estreia, contra a França, foram oito minutos, com discretos dois tentos ao cesto, fazendo três pontos, contando com um lance livre e pegando três rebotes. O seu segundo jogo foi o melhor individualmente, jogando 14 minutos contra a Tunísia e fazendo 12 pontos, acertando 5/5 FG e 2/2 FT, pegando ainda mais três rebotes, roubando uma bola e dando um toco. Na média foram 3.7 pontos e 2.7 rebotes por confronto.

Esse foi um baita início de carreira para essa jovem promessa, que se ficou muito mais no banco do que em quadra, como era de se esperar, mas ficou sentado no banco vendo Kobe, LeBron, Carmelo, Chris Paul e muitos outros craques atuando e passando um pouco da sua vivência em quadra para ele, o que é, sem dúvida, muito mais produtivo de ser o destaque da Summer League.

É com essa conquista que Davis irá fazer o seu primeiro jogo na NBA, no dia 31 de outubro, às 21h, ao lado da sua torcida, contra o San Antonio Spurs. Motivação de sobra não faltará para essa partida.

domingo, 12 de agosto de 2012

Em um jogão de bola, EUA conquista o segundo ouro seguido em cima dos espanhóis

Foi um grande jogo de basquete, como todos poderíamos imaginar, afinal, estamos falando de uma final olímpica. Porém, confesso que o jogo equilibrado que a Espanha conseguiu fazer durante toda a partida me surpreendeu, já que, apesar de estarmos falando da segunda seleção no ranking da FIBA, estamos falando também de um time e uma comissão técnica que estavam com medo de enfrentar os Estados Unidos antes da final, final essa que a Espanha só marcou presença justamente por que foi covarde contra o Brasil, perdendo a partida para poder ter uma vida mais tranquila e enfrentar Kevin Durant e companhia apenas na disputa pela medalha de ouro.

O placar terminou 107 a 100 para os americanos, que novamente levaram a melhor em cima do time comandado por Sergio Scariolo depois de terem conseguido uma vitória na final olímpica nos Jogos de Pequim, em 2008. Com essa conquista, o "Dream Team" subiu ao lugar mais alto do pódio pela 14° vez em toda a história da competição; A quinta nas últimas seis vezes que os Jogos Olímpicos foram disputados. Seleção melhor que essa nos dias de hoje, somente o selecionado americano feminino, que ontem conquistou o seu quinto ouro invicto seguido e não perde uma partida olímpica desde o dia 05 de agosto de 1992.

Kevin Durant, esse garoto sensacional, e que tem tudo para se tornar um dos mais jogadores do todos os tempos, novamente chamou a responsabilidade, anotando 30 pontos e pegando nove rebotes. Junto com LeBron James, que também teve um papel fundamental ofensivamente na partida de hoje, com 19 pontos e sete rebotes, sendo três ofensivos e mais quatro assistências, os Estados Unidos conseguiu neutralizar a dupla Navarro e Pau Gasol. O primeiro, que esteve inspiradíssimo, principalmente no início de partida, fazendo 12 dos 16 primeiros pontos da equipe espanhola, terminou com 21 pontos, dois rebotes e duas assistências. Pau Gasol, que jogou muito nessas olimpíadas, fez 24 pontos, pegou oito rebotes e distribuiu sete assistências, mas não conseguiu evitar a terceira derrota espanhola em três finais de Jogos Olímpicos. Com uma grande olimpíada, fica a expectativa dos torcedores do Los Angeles Lakers para que Gasol volte a jogar tudo o que sabe também no melhor basquete do mundo.

Enfim, foi uma grande partida, uma das melhores dos últimos anos. E para variar, os Estados Unidos segue sendo o time a ser batido.

sábado, 11 de agosto de 2012

Imbatível, "Dream Team" feminino conquista o quinto ouro invicto seguido


Atuais campeãs mundiais invictas, as norte-americanas conquistaram o seu quinto ouro invicto seguido nos Jogos Olímpicos, não dando chances para Franca, que, em sua terceira participação olímpica, surpreendeu e, pela primeira vez conseguiu ficar entre às quatro melhores seleções, perdendo a final por 86 a 50, em mais um show do basquete feminino americano, que assim como o time masculino, tem que ser conhecido como "Dream Team", afinal, com esse triunfo, o selecionado feminino dos Estados Unidos alcançou a 41° vitória seguida em olimpíadas e, quando chegar a edição do Rio de Janeiro, em 2016, completará 24 anos sem saber o que é uma derrota na competição. Realmente um fato histórico para a modalidade.

Só para se ter uma noção, Londres foi a 10° edição do basquete feminino. Sem participar apenas da segunda edição, boicotando os Jogos de Moscou, por causa do problema político com a então União Soviética, as americanas, em nove participações, acumulam agora sete medalhas de ouro, todas conquistadas de maneira invicta. Na história da competição são 58 vitórias e apenas três derrotas, perdendo para a o Japão, por 84 a 71, no dia 19 de julho de 1976, no Jogos de Montreal, voltando a perder na mesma edição olímpica, no dia 23 de julho, para a então União Soviética, por 112 a 77 e, o último revés, acontecendo no dia 05 de agosto de 1992, perdendo para um selecionado europeu, por 79 a 73, no Jogos de Barcelona. De lá para só vitórias.

A equipe da França, apesar de ter perdido feio, tem que sair da competição de cabeça erguida, afinal, fez uma grande campanha, a melhor de toda sua história, perdendo apenas essa partida e derrotando equipes fortíssimas pelo caminho, como Austrália e Rússia.

Agora, fãs do basquete feminino, se preparem, pois esse verdadeiro time dos sonhos, praticamente imbatível em olimpíadas, estará competindo aqui pertinho, no Rio de Janeiro, daqui a quatro anos, nos Jogos de 2016.

Dream Team masculino

Neste domingo, às 11h, no horário de Brasília, é a hora do "Dream Team" masculino entrar em quadra, para tentar, pela segunda vez seguida, o ouro olímpico em cima dos espanhóis.

Quem vai ficar com o título da 10° edição olímpica no feminino?

Acontece neste sábado, às 17h, a final da 10° edição do basquete feminino nos Jogos Olímpicos, uma edição histórica para a modalidade, que vai coroar uma equipe invicta, já que França, que está em sua primeira final, possui sete vitórias em sete jogos, o mesmo número de triunfos dos Estados Unidos, que tem muito mais experiência olímpica do que as francesas, indo para a sua quinta final consecutiva e podendo conquistar o quinto título invicto consecutivo, para manter a escrita de sempre ter conquistado a medalha de ouro sem perder nenhuma partida. Se isso acontecer, as americanas irão subir no lugar mais alto do pódio sete vezes em dez edições já realizadas, sendo que os Estados Unidos não participou dos Jogos de 1980, em Moscou, boicotando a União Soviética.

Nas quatro últimas vezes que subiu no lugar mais alto do pódio, os títulos vieram em cima do Brasil, em Atlanta-1996 e Austrália, em Sydney-2000, Atenas-2004 e Pequim-2008. Agora, a seleção desafiante na decisão será a França, que em sua segunda participação olímpica chega pela primeira vez na decisão, após derrotar a forte seleção da Rússia por 81 a 64.

Ver as francesas na final é até uma surpresa, afinal, o basquete feminino francês não possui muita tradição em olimpíadas.


O primeiro título americano foi nos Jogos de Los Angeles-1984, com uma campanha de seis jogos e nenhuma derrota. Quatro anos depois o ouro veio com cinco triunfos em cinco partidas, nos Jogos de Seul; Perdendo os Jogos de Barcelona-1992, os Estados Unidos voltaram a conquistar o ouro quatro anos mais tarde, em Atlanta, vencendo os oito jogos a que teve direito, voltando a repetir o feito em Sydney-2000, Atenas-2004 e Pequim-2008.

Resta a seleção da França fazer história e tentar quebrar a sequência de vitórias dos Estados Unidos, que já dura 20 anos, com 33 vitórias em 33 confrontos (antes dessa olimpíada. Em Londres são mais 7 vitórias). A última derrota olímpica da seleção feminina americana foi no dia 05 de agosto de 1992, perdendo para um selecionado que reunia às melhores jogadoras de toda a Europa, por 79 a 73.

E aí, será que dá para a França ou esse título já está nas mãos das americanas?

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Agora não tem mais como fugir, Espanha

Americanos vão tentar repetir a festa que fizeram há quatro
anos atrás
Está definida a final do basquete masculino nos Jogos Olímpicos. Pela segunda vez seguida a Espanha, que derrotou a Rússia por 67 a 59, com grande atuação de Pau Gasol, que fez 16 pontos e pegou 12 rebotes, vai enfrentar a seleção norte-americana, que não tomou conhecimento da Argentina, principalmente no quarto período, quando anotou 35 pontos e sofreu 26, para fechar o placar em tranquilos 109 a 83.

Agora não tem mais como a Espanha, que perdeu para o Brasil para fugir dos americanos na semifinal, fugir da melhor seleção de basquete do mundo. Mas também, esse era o objetivo da Espanha, enfrentar os americanos somente na decisão, afinal, a prata já está garantida e a pressão por uma vitória está toda do lado norte-americano.

A partida, que está programada para acontecer no próximo domingo, às 11h, no horário de Brasília, vai ser a chance dos espanhóis se vingarem a derrota há quatro anos atrás, nos Jogos de Pequim-2008, quando perderam por 118 a 107 e ficaram com o vice-campeonato. Porém, esse não deve ser o pensamento dos comandados de Sergio Scariolo, afinal, uma equipe que perde um jogo só para não ter que enfrentar tal adversário, assina o seu atestado de incompetência técnica para derrotar o mesmo.

Sinceramente, não creio em uma vitória espanhola. Pelo basquete apresentado, tudo indica que às três primeiras posições dos Jogos de Londres serão às mesmas dos Jogos de Pequim, com os americanos com o título, os espanhóis com o vice e os argentino com a medalha de bronze.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Estados Unidos vai em busca do quinto ouro seguido no feminino

Mais uma vez a seleção norte-americana foi o algoz das australianas nos Jogos Olímpicos, dessa vez vencendo na fase semifinal, por 86 a 73, ganhando o direito de disputar a sua quinta final olímpica seguida e conquistar o seu quinto ouro seguido. Se isso acontecer, as americanas irão subir no lugar mais alto do pódio sete vezes em dez edições já realizadas, sendo que os Estados Unidos não participou dos Jogos de 1980, em Moscou, boicotando a União Soviética. 

Nas quatro primeiras ocasiões, os títulos vieram em cima do Brasil, em Atlanta-1996 e Austrália, em Sydney-2000, Atenas-2004 e Pequim-2008. Agora, a seleção desafiante na decisão será a França, que em sua segunda participação olímpica chega pela primeira vez na decisão, após derrotar a forte seleção da Rússia por 81 a 64.

Ver as francesas na final é até uma surpresa, afinal, o basquete feminino francês não possui muita tradição em olimpíadas. Mas a França vem confiante para essa decisão, que acontecerá no próximo sábado, às 17h. Essa será a final entre equipes invictas na competição.

Favoritíssimas para mais uma conquista, além da quinta medalha de ouro seguida, as americanas podem manter a tradição de sempre terem conquistado o ouro de forma invicta, vencendo pela primeira vez nos Jogos de Los Angeles-1984, com uma campanha de seis jogos e nenhuma derrota. Quatro anos depois o ouro veio com cinco triunfos em cinco partidas, nos Jogos de Seul; Perdendo os Jogos de Barcelona-1992, os Estados Unidos voltaram a conquistar o ouro quatro anos mais tarde, em Atlanta, vencendo os oito jogos a que teve direito, voltando a repetir o feito em Sydney-2000, Atenas-2004 e Pequim-2008.

Resta a seleção da França fazer história e tentar quebrar a sequência de vitórias dos Estados Unidos, que já dura 20 anos, com 33 vitórias em 33 confrontos. A última derrota olímpica da seleção feminina americana foi no dia 05 de agosto de 1992, perdendo para um selecionado que reunia às melhores jogadoras de toda a Europa, por 79 a 73.

E aí, será que dá para a França ou esse título já está nas mãos das americanas?

domingo, 5 de agosto de 2012

Igualando a sua maior pontuação em olimpíadas, EUA vence a China e termina fase de grupos na primeira colocação

Se o time masculino dos Estados Unidos sabe dar show em quadra e fazer grandes pontuações, o feminino também sabe. Igualando o seu maior número de pontos em um jogo olímpico, que havia sido 114 pontos contra a Espanha, no dia 03 de agosto de 1992, nos Jogos de Barcelona, a seleção americana venceu a China com muita facilidade, fazendo 114 a 66, para manter os 100% de aproveitamento e terminar a fase de grupos em grande estilo, já sabendo que o seu adversário nas quartas de final será o Canadá, quarto colocado no grupo B, com duas vitórias em cinco partidas.


Cestinha da equipe na competição, Angel McCoughtry novamente foi fundamental para o bom resultado, fazendo 16 pontos ao acertar todos os oito arremessos que tentou, pegando ainda seis rebotes, distribuindo seis assistências e roubando cinco bolas; uma partida praticamente perfeita. Quem também teve uma atuação sensacional foi Diana Taurasi, com 22 pontos, acertando 8/10FG, duas assistências e quatro roubos de bola. Taurasi é a terceira cestinha dos EUA, com um total de 61 pontos em cinco partidas.


As americanas estão com muita moral para a conquista da sua quinta medalha de ouro seguida. Será que o Canadá conseguirá fazer frente e desafiar o melhor time do mundo?


A fase quartas de final será disputada na próxima terça-feira, dia 07 de agosto. 

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Estados Unidos vence a Nigéria com direito a maior pontuação olímpica da história

No último jogo desta quinta-feira, gravem bem essa data, dia 02 de agosto, a seleção dos Estados Unidos conseguiu bater o recorde de pontuação em uma única partida em Jogos Olímpicos, que pertencia ao Brasil, que havia feito 138 pontos contra o Egito, nos Jogos de Seul, em 1988. Os norte-americanos fizeram impressionantes 156 pontos na vitória por 156 a 73 contra a Nigéria, sendo 49 pontos só no primeiro período, para mostrar para os nigerianos que se havia alguma esperança de zebra, já era para eles desistirem dessa ideia.

Carmelo Anthony foi o jogador que mais fez a festa, marcando 37 pontos em apenas 14 minutos, matando 10 bolas de três pontos em 12 tentativas. Por aí você já pode imaginar como os americanos tinham facilidades para superar a defesa nigeriana.

Apesar das grandes estrelas, o responsável pela cesta da quebra do recorde foi um coadjuvante, se assim podemos dizer. Andre Iguodala, com uma cesta de três pontos a 4min37seg do fim da partida, escreveu o seu nome na história do basquete mundial, junto com todo esse elenco, que agora sim pode tirar marra pra cima do Dream Team de 1992.

E aí, será que alguém será capaz de parar os americanos depois desse resultado histórico? Ah, o time da Espanha, visto como um dos que podem derrotar esse Time dos Sonhos, quase perdeu para a fraquíssima Grã-Bretanha, vencendo por 79 a 78.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Americanas dão show e arrasam a Angola

Fechando o segundo dia do basquete feminino nos Jogos Olímpicos de Londres, a Angola foi medir forças contra a seleção norte-americana, simplesmente vencedora das últimas quatro edições olímpicas e, como já era de se imaginar, se deu mal, perdendo feio, por 90 a 38, um resultado que, independente de qual seja o confronto, não reflete o nível técnico de uma olimpíada, afinal, por mais superior que os Estados Unidos possam ser, a Angola teve que se credenciar para fazer parte da competição (assim como todos os selecionados).


As americanas, com destaque para a atuação de Candace Parker (foto), que fez 14 pontos, pegou 12 rebotes e deu quatro tocos, foram superiores em todos os aspectos, pegando 46 rebotes contra 35 das africanas, dando 25 assistências contra apenas três das adversárias e dando 11 tocos, um número muito bom.


Essa é a segunda derrota da Angola. Já os Estados Unidos chegaram ao segundo resultado positivo, o segundo por um placar elástico, já que havia vencido a Croácia, na estreia, por 81 a 56.


Na próxima rodada, dia 1° de agosto, as americanas vão enfrentar a boa seleção da Turquia. Vamos ver se as turcas vão conseguir, ao menos, fazer uma partida equilibrada.

domingo, 29 de julho de 2012

Kevin Durant é demais

A seleção norte-americana estreou nos Jogos Olímpicos de Londres de maneira sensacional, massacrando a forte seleção da França por 98 a 71, depois de começar a partida em marcha lenta, vencendo a primeira parcial por apertados 22 a 21.


Na primeira partida dos americanos, logo de cara um excelente resultado, com destaque para a atuação de Kevin Durant, que no meio das maiores estrelas do basquete mundial consegue se destacar. Hoje foram 28 minutos de jogo e 22 pontos, sendo o maior pontuador da partida e nove rebotes, dividindo o posto de maior reboteiro junto com seu companheiro de equipe, Carmelo Anthony e o francês Ronny Turiaf.


Apesar da experiência que esse garoto de apenas 23 anos já possui, comandando o Oklahoma City Thunder, na NBA e a seleção americana no título Mundial de 2010, quando os EUA foram com o time "B", esse era um jogo diferente para Durant, que fez a sua estreia em Jogos Olímpicos, não sentindo o peso e, mais uma vez, sendo o destaque da melhor seleção do mundo.


A cada partida que assisto desse jogador eu viro mais fã dele, de verdade. A "estrada" só está começando para Kevin Durant, que ainda poderá/vai fazer muito por sua equipe, sua seleção e pelo basquete mundial.


Não gosto de fazer comparações com outros jogadores, principalmente pelo fato da época ser outra e, mesmo que seja com um grande jogador ainda em atividade, não são as mesmas condições físicas e etárias, mas, daqui há oito anos ou mais, poderemos estar discutindo o jogador Kevin Durant como um dos melhores dos últimos tempos.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

A décima participação do basquete feminino em Jogos Olímpicos e um pouco da história

A história do basquete com os Jogos Olímpicos começou em Berlim, nos Jogos de 1936, mas somente depois de oito edições da modalidade no masculino é que o basquete feminino passou a fazer parte do calendário, estreando, em 1976, nos Jogos de Montreal, no Canadá.


De lá para cá já foram nove edições. E a partir deste sábado, Londres-2012 sediará a 10° participação das mulheres em uma olimpíada, um fato histórico.


A seleção norte-americana, franca favorita à medalha de ouro, domina completamente a modalidade, com seis conquistas, perdendo apenas em duas edições, quando foi vice-campeã ao ser derrotada para a União Soviética, na final da primeira edição, terminando com uma campanha de três vitórias e duas derrotas, nos Jogos que reuniram seis equipes e ficando com a medalha de bronze nos Jogos de Barcelona-1992, quando a medalha de ouro ficou com uma equipe que reuniu atletas de toda Europa; Em 1980, o título, pela segunda vez seguida, ficou com a União Soviética, mas os Estados Unidos boicotou aquela edição, que foi disputada na Rússia. Ou seja, das nove edições já realizadas, as americanas disputaram oito, terminando com seis ouro, um excelente aproveitamento.


A primeira medalha dourada da seleção feminina dos Estados Unidos foi em casa, nos Jogos de Los Angeles, em 1984. Com uma campanha irretocável, as donas da casa conquistaram o título de maneira invicta, vencendo às seis partidas que fizeram, nos Jogos que contaram com a participação de Coréia do Sul, China, Canadá, Austrália e Iugoslávia; A União Soviética, assim como os EUA na edição anterior, boicotou os Jogos por ter sido realizado em território norte-americano.


Depois da derrota em Barcelona, as americanas não perderam mais, voltando a conquistar o ouro em Atlanta, na histórica medalha de prata do basquete feminino brasileiro, que perdeu a final por 111 a 87, no duelo entre duas equipes invictas.


Em Atlanta, a seleção brasileira, comandada por Janeth, Hortência, Marta de Souza Sobral e Magic Paula, conseguiu a sua melhor posição na história, com uma campanha irretocável até a final, vencendo o Canadá, na estreia, por 69 a 56, no dia 21 de julho, na partida onde Janeth fez 17 pontos, pegou oito rebotes e distribuiu quatro assistências; No segundo jogo, dois dias depois, a vitória foi contra a Rússia, por 82 a 68, com destaque para Hortência, que fez 20 pontos, pegou seis rebotes e deu quatro assistências. 


Na continuidade da fase de grupos, vitória sobre o Japão, por 100 a 80, China, por 98 a 83, Itália, por 75 a 73, na partida mais apertada e Cuba, por 101 a 69. O Brasil terminou a fase de grupos com o segundo melhor ataque no geral, com 424 pontos anotados, ficando atrás somente das americanas, que conseguiram fazer 507 pontos.


Na fase semifinal, contra a Ucrânia, mais um resultado favorável, vencendo por 81 a 60, em uma partida sensacional de Magic Paula, que anotou 24 pontos, matando cinco bolas de três pontos, para levar, de maneira invicta, o Brasil, pela primeira e até hoje única final olímpica; A final vocês já leram como foi e terão a oportunidade de ver/rever, na íntegra, nesses vídeos abaixo:























Depois de Atlanta, o Brasil ainda conseguiu mais uma participação histórica, ficando com a  medalha de bronze em Sydney-2000, ao derrotar a Coréia do Sul, por 84 a 73, na disputa do terceiro lugar, após perder na semifinal para a Austrália, por 52 a 64. Aliás, foi nos Jogos de Sydney que o selecionado feminino australiano começou a mostrar "sua cara" para o mundo. Depois do bronze em casa, foram mais duas finais seguidas, em Atenas-2004 e Pequim-2008, ficando, em ambas edições, com o vice-campeonato. O título foi dos Estados Unidos, como vocês já deveriam imaginar.


Em 2008, não dá para dizer que a campanha brasileira não foi histórica. Foi sim, é claro, afinal, terminar na penúltima posição, com uma vitória em cinco partidas, ficando à frente somente de Mali na classificação geral, não deixa de ser histórico, para o lado negativo, é claro.


Neste sábado começa tudo de novo, mais uma edição olímpica, a décima; Uma edição histórica. Vamos ficar na torcida para que o time comandado por Luís Cláudio Tarallo consiga, mais uma vez marcar o seu nome na competição. Dessa vez, diferente de Pequim, de maneira positiva.


E quanto aos Estados Unidos, será que alguma seleção conseguirá parar a "máquina do basquete"? Será que a Austrália, pela terceira vez seguida chegará em uma final? E a Rússia, bronze nas duas últimas edições e atual campeã européia, vai conseguir algo a mais em Londres? 


Muitas respostas, que vão começar a ser respondidas amanhã.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Agora sim a seleção americana venceu e convenceu

Quem acompanha esse blog sabe que eu vinha falando sobre o famoso "vencer mas não convencer" dos Estados Unidos, que com os melhores atletas do planeta, triunfavam com certa dificuldade contra seleções de alto nível, como Brasil e Argentina.


Nesta terça, em Barcelona, os americanos foram enfrentar os espanhóis no amistoso entre os dois últimos finalistas olímpicos e campeões mundiais, com a Espanha tendo conquistado o título em 2006 e os Estados Unidos em 2010.


Tinha tudo para ser um jogo super equilibrado, mas, finalmente vencendo e convencendo contra um adversário de ponta, e que adversário, os norte-americanos levaram a melhor com ampla vantagem, finalizando a partida em 100 a 78. Só para refrescar a memória, essas equipes são amplamente favoritas para estar, pela segunda vez seguida, decidindo o ouro olímpico.


Não vou ficar falando aqui da atuação de cada jogador, mas Carmelo Anthony, que fez 23 pontos nos dois primeiros períodos, acertando 5 bolas de três em sete tentativas merece muito destaque; O atleta do New York Knicks terminou o confronto com 27 pontos e 5 bolas de três em oito tentos. Isso tudo em apenas 24 minutos de jogo; LeBron, com 25 pontos, três rebotes, oito assistências e cinco roubos de bola, também merece destaque.


O fato é o seguinte: mesmo com Mike Krzyzewski optando por colocar, na maioria do jogo, cinco jogadores abertos (só para ter uma noção, Tyson Chandler atuou por 8 minutos, Kevin Love por 13 e Anthony Davis por três minutos), os Estados Unidos conseguiu não só dificultar o trabalho da Espanha em baixo do garrafão como deu um banho nos donos da casa no quesito rebotes, conseguindo 36 contra 28 de um time que conta com Pau Gasol e Serge Ibaka lá dentro.


Quando dominou parte do primeiro período, chegando a fazer 10 a 03, a Espanha teve um bom aproveitamento no garrafão, acertando seis bolas em sete tentativas. As coisas começaram a desandar na segunda parcial, quando os comandados de Sergio Scariolo tentaram as mesmas sete bolas, mas acertaram somente três delas.


Tentando jogar mais fora na última etapa, os espanhóis fracassaram, errando sete bolas em dez tentativas.


Pra quem estava falando que os americanos precisavam conseguir uma boa vitória contra uma excelente seleção, me dou por satisfeito com o que vi hoje.

Favoritos ao ouro olímpico, EUA e Espanha se enfrentam em amistoso

"A melhor partida de basquete do mundo", é assim que a imprensa espanhola está tratando o jogão entre Estados Unidos e Espanha, que acontecerá nesta terça-feira, às 17h30 e terá transmissão do Sportv2 (quem quiser pode assistir  pelo site FirstRow).


Espanha deu trabalho para os EUA na última final olímpica
De fato esse é o maior jogo de basquete entre seleções da atualidade, reunindo as duas grandes forças da modalidade, que são favoritos ao ouro olímpico em Londres.


A partida, que acontecerá em Barcelona, será a reedição da última final olímpica, em Pequim-2008, quando os Estados Unidos levaram a melhor vencendo por 118 a 107, mas o clima não é de revanche, como disse o próprio Pau Gasol.


Nesse teste importantíssimo para ambas equipes, os Estados Unidos, que não está com essa bola toda contra adversários de alto nível, conseguindo vitórias apertadas, terá a chance de vencer e convencer pela primeira vez, afinal, os únicos triunfos "de lavada" foram contra seleções de médio, baixo nível,  derrotando a República Dominicana, que não participará dessa edição olímpica e a fraca seleção da Grã-Bretanha, que só jogará a competição por que será o país sede.


Os últimos resultados mostram que o basquete mundial evoluiu, e que os EUA não é mais aquele time imbatível. "Roubando" uma frase do futebol, não há mais bobo no basquete mundial. A Nigéria, que conseguiu a vaga para Londres-2012 na repescagem, está aí para provar isso.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

EUA não está com essa bola toda não

Kobe havia dito que o time de 2012 era melhor do que o "Dream Team" de 1992, mas acabou repensando no que havia dito e reconheceu que aquele timaço foi melhor do que esse elenco. Não é para menos. 

A atual seleção dos Estados Unidos, apesar de contar com suas principais estrelas, não está com essa bola toda na fase de preparação para os Jogos Olímpicos de Londres. O selecionado de "Coach K" massacrou República Dominicana e Grã-Bretanha, mas, nos amistosos contra adversários de ponta, duas vitórias com muito sufoco.

A primeira foi contra o Brasil, fazendo "somente" 80 pontos e, em uma partida onde nada me tira da cabeça que a vitória seria brasileira se Rubén Magnano tivesse deixado Marcelinho Huertas mais tempo em quadra. A segunda aconteceu neste domingo, contra a Argentina, que tinha tomado um passeio da Espanha, no sábado, perdendo por 105 a 85; 20 pontos de diferença.

Os Estados Unidos, com dificuldade, contou com 27 pontos de Kevin Durant, cestinha do confronto, para vencer os hermanos por 86 a 80, em mais uma partida de produtividade ofensiva abaixo do que a seleção norte-americana pode apresentar.

Os americanos estão vencendo mais não estão convencendo nos confrontos contra adversários de ponta. Nesta terça-feira, os EUA terão uma chance de começar a reverter esse quadro, caso consiga derrotar a Espanha, em Barcelona, na partida entre os dois últimos finalistas dos Jogos Olímpicos.

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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Mostramos ao mundo que somos capazes

Sob os olhares de Barack Obama, a seleção brasileira, como eu já havia adiantado, deu um sufoco gigantesco nos Estados Unidos, perdendo por 80 a 69 em um jogo que dava perfeitamente para nós termos vencido se Rubén Magnano não optasse por usar Raulzinho Neto por muito tempo, principalmente no segundo período, quando o jovem armador ficou bastante tempo em quadra e o Brasil perdeu a parcial por 20 a 05, cometendo 12 erros. 


"Ah, então quer dizer que o Magnano errou em deixar ele muito tempo em quadra, né?" - Essa é a pergunta que muitos estão fazendo e que os tolos estão afirmando. NÃO! O treinador argentino não errou, pelo contrário, deu tempo de quadra e mais experiência para um jovem jogador que é uma das promessas do basquete brasileiro, em uma partida que não valia nada além da própria experiência, afinal, estamos falando de um amistoso.


Foto: Harry E. Walker/MCT
Eu sei que é todo mundo quer vencer os EUA, e hoje realmente teríamos essa chance se jogássemos mais com o que temos de melhor. Mas o que Magnano fez hoje será colhido lá na frente, para não precisarmos assinar mais um atestado de incompetência e ter que naturalizar um jogador americano. Estão conseguindo entender?


Quando tínhamos nossas melhores peças em quadra, nós dávamos muito sufoco nos americanos. Os jogadores, os torcedores, Coach K, os comentaristas, enfim, todo mundo percebeu isso. Perceberam que nós não vamos para Londres-2012 para passear ou lutar da quinta à oitava posição. O mundo conseguiu enxergar que o nosso time vai longe, e que é um dos favoritos para conquistar uma medalha. Pronto, isso já basta por enquanto.


Marcelinho Huertas jogou muito, fazendo 11 pontos e distribuindo 12 assistências, duas a mais do que todo o time norte-americano. O armador do Barcelona, que já declarou que não faz questão de atuar na NBA, deixou os comentaristas da ESPN americana loucos por ele. Com certeza vai chover propostas para o brasuca atuar no melhor basquete do mundo.


Nenê mais uma vez mostrou o seu Q.I para o basquete, Varejão desbancou Kevin Love e Tyson Chandler, o melhor defensor da temporada, e foi um leão no garrafão. Enfim, fizemos um grande jogo, onde não podemos reclamar de nada, nada mesmo. Não dá para lamentarmos os ataques que não conseguimos parar Kobe e LeBron. Não dá para lamentarmos às bolas que os dois, mais Russell Westbrook nos roubaram (algumas sim, já outras não). Foi um grande teste!


Começamos a partida de maneira arrasadora, fechando o primeiro período em 27 a 17. No segundo fomos mal, não só pelo fato dos americanos terem vindo mordidos, mas pelos testes do Magnano, que volto a dizer que concordo.


Alex foi um leão na partida. No início, indo para dentro, ele chegou a ter um ponto a mais do que todo o time titular norte-americano, que tinha 11 até então.


O placar avisa que quem venceu foi os Estados Unidos. Mas eu digo: O placar está errado. Quem venceu esse jogo foi o Brasil, que deu o seu recado para os adversários e mostrou ser capaz, parando os americanos nos 80 pontos e sendo superior quando estava com seus melhores jogadores.


Valeu Brasil. Estamos no caminho certo!


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Eu sou mais Brasil

Hoje teremos dois amistosos muito significantes na preparação para os Jogos Olímpicos de Londres, com os nossos selecionados feminino e masculino enfrentando os Estados Unidos, em Washington.


Quem fará o jogo de abertura será o time feminino, com uma missão complicadíssima contra as americanas, no jogo que acontecerá às 18h30. Logo na sequência é a vez de Nenê, Varejão, Leandrinho e companhia tentaram frear Kobe, Lebron e Durant, no jogo das 21h.


Algumas pessoas estão colocando em dúvida esses amistosos, alegando que uma derrota por uma diferença muito grande poderia abalar a confiança dos nossos atletas. Concordo em parte, ou melhor, à respeito da seleção feminina. 


Mão de obra nós temos, com Adrianinha (foto:Colin Foster), Iziane, Érika, Damiris e outras boas peças, mas o nosso treinador não tem a experiência necessária para dirigir uma seleção olímpica. Além disso, o time de Luiz Cláudio Tarallo perdeu três jogos seguidos para a Austrália, venceu seleções fracas e agora irá enfrentar, na sequência, Estados Unidos, favoritas ao ouro, França, China e Austrália, todas boas seleções, inclusive, França e Austrália serão nossas adversárias no grupo dos Jogos Olímpicos.


Uma derrota feia para essas equipes praticamente já define como será nossa campanha em Londres. Imaginem só perdermos por muitos pontos para a França e depois enfrentá-las na estréia olímpica. A Austrália é a mesma coisa. Adversária da terceira rodada do grupo "B", uma quarta derrota seguida para elas em um amistoso preparatório será trágico.


Pronto, esse é o ponto que eu concordo. Agora vamos para a parte que eu discordo.


A seleção masculina, assim como a feminina, possui mão de obra qualificada. O grande diferencial está no treinador. O argentino Rubén Magnano é considerado um dos melhores técnicos de seleções do mundo, tendo como principais conquistas o ouro olímpico em Atenas (2004) e um vice-mundial.


Magnano revolucionou a seleção brasileira masculina, levando o time de volta à uma edição olímpica. Agora, na preparação, já derrotados fortes seleções, como Grécia e Argentina, que só não vencemos as duas vezes por que a arbitragem nos prejudicou no primeiro confronto.


No mundial de 2010, quando estava apenas começando o seu trabalho, Magnano, junto com o Brasil, enfrentou os Estados Unidos, que passaram mal para nos vencer, contando com o azar de Leandrinho Barbosa, que desperdiçou a bandeja que levaria o jogo para a prorrogação.





Tudo bem, aquele time não tinha Kobe e nem LeBron, mas tinha Derrick Rose, Kevin Durant, Russel Westbrook, Iguodala, Tyson Chandler e Kevin Love. Além disso, Varejão e Nenê não estavam em quadra.


De coração, sem medo de dizer, acredito em um belíssimo jogo do time masculino na noite de hoje. Eu vejo esse amistoso não como a partida em que podemos perder feio e deixar nossa moral cair, mas sim como o jogo em que colocaremos sufoco nos americanos e daremos o recado ao mundo que a seleção masculina voltou para os Jogos Olímpicos não pensando em um resultado que não seja o pódio.


Eu penso assim por que eu acredito, eu penso assim por que eu sou mais Brasil!








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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Que venha os Estados Unidos

No mundial de 2010, EUA sofreu para derrotar o Brasil
Com o grupo já definido para Londres e depois da excelente vitória sobre a Argentina, por 91 a 75, com nosso trio de pivôs formado por Anderson Varejão, Tiago Splitter e Nenê Hilário marcando 40 pontos, agora é a hora da seleção masculina manter o foco para enfrentar o seu principal adversário nessa fase de preparação, medindo forças, às 20h, contra os favoritíssimos ao ouro olímpico, os Estados Unidos, que derrotam a boa seleção da República Dominicana com muita facilidade na noite de ontem, por 113 a 59, com 24 pontos de Kevin Durant. Com uma lesão no joelho esquerdo, Blake Griffin não atuou e está fora dos Jogos, dando lugar para Anthony Davis, primeira escolha do draft desse ano, que também corria o risco de ficar de fora, depois de uma séria torção no tornozelo.


Esse será um grande teste. Seria legal se pudéssemos fazer dois jogos contra os americanos, para poder aprimorar o que deu certo e corrigir os erros contra a melhor seleção do mundo, mas não dá para reclamar, um jogo só já está de bom tamanho e servirá como um grande aprendizado há 16 dias do início da competição.


Apesar de temido por muitos, não acredito que o "Dream Team" versão 2012 irá passear contra a nossa seleção, pelo contrário. Há dois anos atrás, no Mundial da Turquia, a nosso selecionado, sem Nenê Hilário e Varejão, deu um calor muito grande nos americanos, e se não fosse pelo terceiro período, quando perdemos a parcial por 5 pontos (18 a 13), na maior vantagem em um quarto, poderíamos ter derrotado os caras, quando levamos o jogo para a última bola, perdendo por 70 a 68.





Não é o mesmo time. Lá eles não tinham Carmelo Anthony, LeBron James e Kobe Bryant, mas tinham Derrick Rose, Kevin Durant, Russel Westbrook, Iguodala, Tyson Chandler e Kevin Love. Com exceção de Rose, contundido, todos os outros estarão em Londres.


Volto a destacar: nessa derrota, não tínhamos Nenê e Varejão, e mais, o trabalho de Rubén Magnano estava só começando. (era a primeira competição dele no comando do Brasil)


O que eu quero dizer com isso tudo: Sim, dá para acreditar em uma grande partida contra os americanos, na próxima segunda-feira, às 20h.

sábado, 7 de julho de 2012

EUA já escolheu os doze para Londres

Foi tudo muito rápido, com apenas dois dias de treinamento, que a seleção dos Estados Unidos, favoritíssima para a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres, já tem os seus 12 jogadores definidos. A lista segue abaixo:


Carmelo Anthony (New York Knicks);  Kobe Bryant (Los Angeles Lakers); Tyson Chandler (New York Knicks); Kevin Durant (Oklahoma City Thunder); Blake Griffin (Los Angeles Clippers), James Harden (Oklahoma City Thunder); Andre Iguodala (Philadelphia 76ers), LeBron James (Miami Heat), Kevin Love (Minnesota Timberwolves), Chris Paul (Los Angeles Clippers), Russell Westbrook (Oklahoma City Thunder) e Deron Williams (Brooklyn Nets).


Dessa equipe, Anthony, Bryant, James, Paul e Williams estavam no grupo que conquistou o ouro olímpico em Pequim, em 2008. Chandler, Durant, Iguodala, Love e Westbrook fizeram parte da conquista do mundial de 2010, na Turquia. De novatos mesmo só Blake Griffin e James Harden.


A média de idade dessa seleção é boa, com 26.1 anos.


E aí, gostou desse timaço, achou que alguém importante ficou de fora? Comente aqui em baixo então. 

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Seleção americana está "zicada"

Depois de perder Dwight Howard, Chris Bosh, Derrick Rose e Dwyane Wade, estrelas importantíssimas para os Jogos Olímpicos de Londres, todos lesionados, a zica do time norte-americano continua.


Anthony Davis, primeira escolha do Draft de 2012, pelo New Orleans Hornets, também está praticamente fora dos Jogos. O pivô, que fez uma temporada sensacional por Kentucky, sofreu uma séria torção no tornozelo durante um treinamento. Querendo se precaver, Hornets e Davis chegaram a conclusão de que seria melhor não arriscar uma participação em Londres.


Com as lesões de Dwight Howard e Chris Bosh, o Anthony Davis tinha grandes chances de fazer parte do grupo dos 12 atletas que irão jogar a competição mais importante do mundo. O garoto, aliás, já chegaria ao profissional "sentando na janela", afinal, ser a primeira escolha do draft e, em menos de um mês já estar disputando uma partida olímpica, não é para qualquer um.


A lesão de Davis não pode ser ligada a dos outros lesionados, afinal, jogando pela NCAA, ele não sofreu com o calendário apertado e corrido da NBA, que foi imposto após o locaute.


Agora, o treinador Mike Krzyzewski vai ficar na torcida por uma recuperação rápida do jogador e vai contar com a fome de bola dele para ver se o garoto de apenas 19 anos muda de ideia.


Que coisa hein Estados Unidos? Acho melhor Mike Krzyzewski ligar agora mesmo para o restante dos jogadores que ele pretende usar em Londres e mandar eles tomarem um banho de sal grosso, por que a situação não está nada legal por lá.

sábado, 30 de junho de 2012

EUA já têm quatro baixas importantes para Londres-2012

A temporada corrida da NBA, por conta do último locaute, deixou muitos jogadores de "molho" por algum tempo, e é claro que essas lesões iriam afetar a seleção norte-americana para os Jogos Olímpicos de Londres, que começa, para o basquete masculino, no dia 29 de julho.


A lista de desfalques importantes, que conta com o pivô Dwight Howard e o armador Derrick Rose, infelizmente ganhou mais dois integrantes: Dwyane Wade e Chris Bosh, ambos do Miami Heat, atual campeão da NBA.


Com as lesões dos companheiros de Miami Heat, LeBron James será o representante da equipe nos Jogos
Wade, que foi o cestinha dos Estados Unidos na última campanha olímpica, que terminou com a medalha de ouro, não irá servir à seleção dessa vez por conta de um problema no joelho esquerdo, que segundo o próprio jogador, já está providenciando uma data para a cirurgia.


O problema de Chris Bosh é mais em cima, no abdômen, aquela mesma lesão que o tirou de boa parte dos playoffs, lembram? 



Além desses quatro nomes de peso, Mike Krzyzewski (foto), treinador da equipe, também não poderá contar com dois importantes jogadores, já que Chauncey Billups e LaMarcus Aldridge também estão lesionados.


Essa é uma notícia muito ruim para os Estados Unidos e para os fãs do basquete em geral, que sempre querem ver o melhor do que cada país têm para apresentar, mas, pensando nos americanos como um possível adversário na fase mata-mata, essa notícia é boa para nós brasileiros, já que um time com menos um pivô dominante e dois armadores talentosos, já é alguma coisa, apesar dos caras terem jogadores de sobra para poder suprir essas ausências. Só para dar um exemplo, para o lugar de Derrick Rose temos, de cara, sem pensar muito, Rajon Rondo, do Boston Celtics, Deron Williams, do Brooklyn Nets e Russell Westbrook, do Oklahoma City Thunder, três jogadores sensacionais.

Só para refrescar a memória de todos, antes dos Jogos Olímpicos, no dia 16 de julho, o selecionado brasileiro irá fazer um amistoso contra os americanos, em um excelente teste a ser realizado em Washington. Nessa partida, já poderemos ter alguma noção do que nós podemos tirar proveito dessa situação caso nos encontremos com os americanos em Londres.