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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Lakers está no playoffs, apesar de tudo

Sem Kobe e com Nash machucado, importância de Gasol e Howard aumenta no Lakers
Uma equipe montada para dominar a Conferência Oeste e tentar igualar o número de títulos do maior campeão da NBA, o Boston Celtics, ainda neste campeonato, mas que, pela primeira vez na história perdeu todos os jogos da pré-temporada. No início da regular season, trocou de treinador. Um time que sofreu com lesões durante toda a competição, que chorou a morte do dono majoritário da franquia, Jerry Buss. Uma equipe que correu sérios riscos de ficar de fora da pós-temporada pela sexta vez na história da liga e que, na hora de decidir o futuro no campeonato 2012/2013 da NBA, perdeu Kobe Bryant por lesão. Esse foi o script da atual temporada regular do Los Angeles Lakers, que daria muito bem para figurar em um filme de terror, mas, apesar de tudo, teve um final feliz, ou melhor, um final menos vexatório.

A sétima posição no Oeste, depois da derrota do Utah Jazz para o Memphis Grizzlies e a vitória sobre o Houston Rockets, na noite de ontem, não veio de maneira fácil. Um time que viveu altos e baixos durante toda a temporada, que parecia desunido em alguns momentos, com alguns atletas sendo bastante contestados, como é o caso do ala/pivô Pau Gasol, que vem sendo o principal alvo de críticas nos últimos anos, mas que novamente fez um bom campeonato, terminando a regular season com médias de 13.7 pontos, 8.6 rebotes e 4.1 assistências.

O Lakers ganhou uma sobrevida na temporada, uma espécie de segunda chance para mostrar que o projeto de juntar estrelas, assim como fez o Boston Celtics e o Miami Heat, mais recentemente, poderá ser um sucesso logo de início, como aconteceu com o rivais.

Sem Kobe Bryant e Steve Nash, que pode voltar para a primeira rodada, mas ainda não é garantido, o bom desempenho do time na pós-temporada passará pelo garrafão; passará pelas mãos de Pau Gasol e Dwight Howard.

É, para quem não acreditava (inclusive eu), o Lakers está nos playoffs, apesar de todos os problemas durante a temporada. Se o time vai longe ou se vai ser varrido pelo Spurs, aí só acompanhando a pós-temporada para saber.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Lakers mandou bem ao fechar com Steve Nash por três temporadas?

O adeus de Steve Nash ao Suns
É meus amigos, Steve Nash renovará seu contrato com o Phoenix Suns, que o mandará para o Los Angeles Lakers em troca de duas futuras escolhas de primeira rodada do Draft (2013 e 2015) e mais duas de segunda rodada (2014 e 2016). Agora, com 38 anos de idade, Nash, que ainda joga muita bola, e mais, apesar da idade, é um jogador que pouco se lesiona, vai ganhar algo em torno de US$ 27 milhões por três temporadas, em um time que poderá levá-lo à final da NBA pela primeira vez na carreira.


Bom, o título já deixa claro o questionamento. Será que realmente foi um bom negócio? Pensando SÓ em basquete, nossa, que quinteto, com Steve Nash, Kobe Bryant, Ron Artest, Pau Gasol e Andrew Bynum. Realmente, cinco jogadores para Mike Brown não ter o reclamar. O problema está fora das quadras, melhor dizendo, está no contrato que será assinado, provavelmente, no dia 11 de julho, primeiro dia para os agentes livres e os times firmarem, oficialmente, um contrato de trabalho.


Tudo bem, eu respeito a festa de vocês, torcedores do Lakers, mas já pararam para pensar que o contrato entre Steve Nash e o time angelino terá fim quando ele estiver com 41 anos? E aí, esse Nash de hoje em dia, que com 38 anos ainda encanta a NBA, estará fazendo isso daqui há três temporadas, quase chegando na idade de ser vovô? 


Podem me xingar, mas não achei tão legal assim essa contratação, justamente pela justificativa que eu dei acima. Poxa, 41 anos, há de se considerar isso.


"Ontem", o Lakers fez um contrato absurdo para ter Pau Gasol e "hoje", com a idade do espanhol avançando e seu jogo caindo de produção, tentam empurrá-lo feito loucos para qualquer time, por qualquer coisa, o que importa mesmo é não ter o peso do contrato atrapalhando a equipe de fazer grandes ofertas à estrelas que são agentes livres irrestritos e querem trocar de franquia.


Será que o mesmo erro não pode estar sendo cometido novamente?

domingo, 1 de julho de 2012

Está aberta a temporada de "sedução" na NBA

Nesse exato momento, juntinho com a publicação desse texto, às 00:01 (domingo), abre-se temporada para os times da NBA correrem atrás dos agentes livres e tentarem fazer uma proposta bem sedutora.


Os 20 melhores agentes livres para essa temporada são esses:


1° - Deron Williams                             11° - Ersan Ilyasova
2° - Tim Duncan                                  12° -  Jamal Crawford
3° - Steve Nash                                   13° - Jeremy Lin (restrito)
4° - Roy Hibbert (restrito)                     14° - Andre Miller
5° - Eric Gordon (restrito)                     15° -  Jason Kidd
6° - Brook Lopez (restrito)                    16° -  Omer Asik (restrito)
7° - Goran Dragic                                 17° -  Ray Allen
8° - Jameer Nelson                              18° -  Brandon Roy (de volta)
9° - O.J Mayo                                      19°-  Gerald Wallace
10° - Chauncey Billups                          20° - Chris Kaman


Como deu para ver, esse ano está excelente para quem quer pegar armador, com 7 caras dando sopa e mais o Lin, sensação da última temporada, que é o único entre eles que é restrito, ou seja, o Knicks, sua atual equipe, pode igualar qualquer oferta dos concorrentes que fica com o cara.


O número um da lista é Deron Williams, então vamos falar um pouco dele.


Excelente armador, Deron está sendo cobiçado por equipes como Los Angeles Lakers, mas, segundo fontes ligadas ao jogador, ele tem em mente apenas dois times: o Brooklyn Nets e o Dallas Mavericks, se juntando à outro excelente player, o alemão Dirk Nowitzki. 


Se você gosta de uma novela, já pode ir tirando seu cavalinho da chuva. Deron não quer um programa sobre sua vida, um reality e muito menos um documentário. D-Will já declarou que não quer demorar muito para escolher, querendo resolver logo a parada antes da seleção dos Estados Unidos se reunir para os treinamentos para os Jogos Olímpicos de Londres.


Só para avisar logo de cara, o "namoro" começa nesse domingo, mas fazer aquela parte boa, calma, estou falando de assinar oficialmente um contrato, é permitido só a partir do dia 11 de julho. Pronto, entendido? Então vamos lá.


Nash já é "veterano de guerra"
O número 3 da lista é Steve Nash, vocês já devem ter ouvido falar. Joga pouco, né? (Brincadeira, é claro)


Craque, o jogador de 38 anos já disse que está aberto para ouvir proposta do Phoenix Suns, sua atual equipe. Morando em Nova Iorque durante às férias, Knicks e Nets também estão interessados nele.


A parada é o seguinte: Quem quer D-Will, se não levar, vai de Nash. É essa a situação do Nets e do Mavs.


O Raptors também está querendo levá-lo. O time de Toronto e o Knicks têm encontro marcado com o jogador nesse primeiro dia, e é claro, irão já na intenção de seduzi-lo de uma maneira que eu saia da reunião querendo um ou o outro.


Muito bom de bola, o esloveno é mais um europeu
subestimado pelos americanos
Eu gosto de fugir um pouco do tradicional, quem lê o "Planeta Cesta" há algum tempo sabe disso. Eu iria atrás não do número 1 ou número 3, mas sim do 7° melhor agente livre para esse verão, o esloveno Goran Dragic, do Houston Rockets.


Claro, não é nenhum Deron Williams ou Steve Nash, mas será mais fácil, pelo menos na teoria, do que os dois citados acima. Além do mais, eu acabei de ver o filme "O homem que mudou o jogo", logo, estou louco para dar uns pitacos fora do normal, montar um time menos badalado e fazer dele um sucesso mundial.


O Houston Rockets quer manter o garoto, é claro, mas para isso terá que abrir os cofres, pois Raptors, Mavs (olhe os dois aí de novo), Suns (já jogou lá) e Hornets, estão de olho nesse talentoso jogador.


Caso o time texano consiga mante-lo, Kyle Lowry, que está sob contrato, disse que prefere ser trocado.


Bom, esse é um pouquinho do mercado. E aí, pra onde vai D-Will, Nash e tantos outros? Deixe a sua opinião na caixinha de comentários. Vai lá, não vai cair o seu braço não cara!

domingo, 25 de março de 2012

Uma aula de como se armar um jogo

Muitos dizem que o armador é o técnico dentro de quadra. Ele é o responsável por fazer o time jogar e achar os atalhos das quatro linhas, principalmente pelo fato dele ser o jogador que melhor visão tem sobre a sua zona de ataque. Já disse é vou repetir: não gosto desses armadores que a liga está formando, armadores que usam mais da sua força física e explosão para pontuar, ao invés de usar mais a cabeça e fazer o papel de maestro, só distribuindo passes "açucarados" para os seus companheiros. 


Hoje, dois tipos de armadores se encontraram, com o Cleveland Cavaliers recebendo o Phoenix Suns. De um lado Kyrie Iving, o nome mais cotado para ser o calouro da temporada e "filho" dessa nova safra. Do outro, o lendário Steve Nash, que sabe bem qual é a sua função em quadra: dar passes que resultem em cestas mais fáceis possíveis. E foi isso que ele fez. Nash distribuiu 13 assistências em apenas 29 minutos que jogou, tendo +20 de eficiência e comandando a vitória do Suns por 108 a 83.


Irving, bom "filho" dessa nova (e ruim) safra, não desempenho bem o seu papel principal, dando somente 4 assistências em 27 minutos jogados, porém, aprendendo direitinho tudo o que um armador não precisa fazer, anotou 16 pontos, acertando 5-11 e ficando com -24 de eficiência. 


Um fato importante: Nash desperdiçou uma bola, enquanto Irving, cinco.


Não tem como brigar com a sua função. Vejam o exemplo de Ricky Rubio, que agora está machucado. Ele era uma das sensações da temporada porque deu um novo gás à função, que parecia que iria morrer, dando lugar a um bando de atletas explosivos fisicamente. Rubio, assim como Nash, usa a cabeça, e é isso que a posição pede. No confronto de hoje, mais uma vez isso ficou claro.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Os "velhinhos" ainda comandam a NBA

Uma safra muito boa de jogadores surge a cada ano no melhor basquete do mundo, porém, tirando o quesito rebotes, que é liderado por Dwight Howard, com médias de 14.9 por partida, quem lidera as outras duas estatísticas mais importantes da liga são Kobe Bryant, com médias de 28.9 pontos por confronto e Steve Nash, que distribuiu 10.9 assistências nesta temporada, em média.


Quem diria que com grandes jovens pontuadores, como Kevin Durant e LeBron James, um veterano, e que veterano, estaria na frente. 


Kobe sempre é destaque, mesmo com o nariz quebrado.
Sem o mesmo porte físico de algumas temporadas atrás, o camisa número 24 do Los Angeles Lakers, que está com 33 anos, vem sendo o grande nome quando o assunto é deixar a laranjinha dentro da rede. Isso se deve, e muito, a sequência de partida que ele teve 40 pontos ou mais, o que elevou bastante a sua média de 28.9 pontos, que inclusive é maior do que a sua média na carreira, que é de 25.4. 


Após a pausa para o All-Star Game, o craque maior da NBA na atualidade conseguiu aumentar mais ainda esse número, tendo feito 34 pontos em média.


Nash e a sua língua no All-Star Game
desse ano, em Orlando.
Outro "velhinho", se assim podemos dizer, é o já lendário armador Steve Nash, que no meio de grandes novos jogadores da posição que vem surgindo, continua dando as cartas quando o assunto são passes que resultam em cestas, tendo 10.9 assistências por confronto, sendo seguido por Rajon Rondo, que vem na segunda posição, com 10.2.


Com 38 anos, o jogador do Phoenix Suns, draftado na temporada 96, é sempre muito equilibrado, realizando boas partidas tanto em Phoenix quanto fora. Uma prova disso é o número de assistências quando joga de visitante, que é de 10.8, enquanto jogando em casa, é de 10.9.


Com essas médias, Kobe Bryant e Steve Nash ainda prometem ter vida longa no melhor basquete do mundo.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Ainda existe amor à camisa

Recentemente, algumas estrelas da NBA estão fazendo o que pouco era comum há alguns décadas atrás, trocando de franquias. O pontapé inicial foi dado por LeBron James, que após dar a cara à tapa na televisão, gerou uma onda de jogadores, líderes de suas equipes, sendo, ou querendo serem trocados, como foi o caso de Carmelo Anthony, que saiu do Denver Nuggets e foi para o New York Knicks e do armador Chris Paul, que deixou o New Orleans Hornets para se juntar à Blake Griffin no Los Angeles Clippers. Outro que ainda não entrou, mas está doidinho para fazer parte dessa lista é o pivô Dwight Howard, que pretende trocar de time para ter mais chances de conseguir um título. Porém, um jogador da velha guarda mantém a tradição e diz que não sairá do seu time. Essa jogador é Steve Nash, do Phoenix Suns.


A sua comemoração tradicional
Veteranos a NBA possui muitos, mas veteranos de qualidade, que ainda dão as cartas na sua respectiva equipe, são poucos. Nash é um desses exemplos.


Com 38 anos, o canadense afirmou que não pretende se aposentar tão cedo e que não quer ser trocado, mesmo com o Suns tendo vencido 12 jogos e perdido 19 nessa temporada.


Líder em estatísticas na atual temporada, com médias de 10.9 passes que resultaram em cestas, o jogador coloca o coletivo e o amor por Phoenix sempre à frente, nem que isso possa acabar com o seu nome entrando para a lista dos jogadores sensacionais que nunca ganharam um anel de campeão.


"Com certeza eu vou ficar aqui por mais uns dois ou três anos", afirmou.


Vamos dizer que ele fique mais três anos, isso significará que ele ainda vai estar em atividade mesmo depois dos 40.


Nos tempos de Dallas Mavericks
Em toda as suas 15 temporadas na NBA, Nash só jogou por duas equipes, sendo draftado pelo Suns na temporada 96-97, quando começou como titular em apenas duas partidas e teve médias de 3.3 pontos e 2.1 assistências e pelo Dallas Mavericks, aonde atuou entre as temporadas 98-99 e 2003-2004, retornando depois ao time do Arizona, aonde já está no seu 10° ano.


Se a nova geração está se corrompendo por causa de um anel de campeão, Nash não se abala e segue a escrever a sua brilhante e irretocável história na NBA.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Steve Nash segue tirando leite de pedra

Os melhores jogadores são aqueles que mostram o seu talento na adversidade, quando o time mais precisa dele. Steve Nash é um dos melhores armadores da NBA e pode ter certeza que o seu nome já está marcado na história da liga. Ele não precisa provar nada para ninguém, mas continua provando, jogando o fino da bola, como sempre e tirando leite de pedra nesse time do Phoenix Suns.


Antes mesmo da temporada começar eu fiz um texto aonde perguntava se uma andorinha era capaz de fazer verão, me referindo ao Nash e esse elenco limitado do Suns, principalmente comparado ao time que o armador comandava há alguns anos atrás. (leia o texto clicando aqui)

Parece que sim, que uma andorinha faz verão, mas não é qualquer andorinha que tem esse poder. Tem que ser uma com extrema habilidade e amor pelo basquete, como é o caso de Nash, que na noite de ontem novamente comandou o Phoenix Suns, que venceu o New York Knicks no Madison Square Garden por 91 a 88, com 26 pontos (9-12), 5 rebotes e 11 assistências do armador canadense. Com o bom resultado, o time comandado por Alvin Gentry alcançou a quinta vitória em quatorze partidas e agora ocupa a décima segunda colocação da conferência oeste.


Na temporada Steve Nash tem médias de duplo-duplo, com 15.1 pontos e 10.1 assistências por partida, sendo até o momento o jogador que mais deu passes que resultaram em cestas.


O próximo compromisso do time do Arizona será contra o Boston Celtics, nesta sexta-feira, às 22h30, no horário de Brasília.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Dando o que falar - Steve Nash: "Jogadores e proprietários são muito egoístas"

O armador Steve Nash, do Phoenix Suns declarou que os jogadores e os proprietários não estão pensando em nada além do dinheiro e disse que os atletas deveriam ser recompensados corretamente pelos seus talentos.


"Tem duas classes ricas discutindo porcentagens. É difícil para os fãs entender isso como um negócio. Não os culpo (os torcedores) por eles estarem com raiva e desapontados. As partes estão discutindo por razões egoístas."


"Os donos das franquias estão tentando fazer parecer que a culpa é nossa. É fácil para eles dizer isso para os fãs porque eles querem a divisão, mas em qualquer parte do entretenimento quem tem o talento que fica com a maior parte do dinheiro."


Talvez sem querer Nash foi um pouco tendencioso, puxando a sardinha para o lado dos jogadores. Tudo bem, ele está fazendo o que é melhor para a classe, mas acaba que o final das declarações não se encaixam lá no início, quando ele fala de egoísmo de ambas as partes. 


O jogador diz que todos são egoístas, mas no final ressalta que os atletas tem que fica com mais. Isso também não é egoísmo? Se o problema for esse é fácil de se resolver: cada parte fica com a metade e ai teremos uma distribuição justa, concordam? 


Não seria egoísmo falar apenas de jogadores e donos das franquias? E os funcionários que estão desempregados? Eles também fazem parte desse ciclo. 


Não estou aqui querendo pesar na balança quem merece mais ou não, não sou pago para pensar por eles, mas se querem a minha opinião, os jogadores deveriam ficar com mais sim, mas não como eles querem. Seria algo em torno de 50.5% ou no máximo 51%, já que os proprietários já lucram em cima de ingressos e outras coisas, mas por outra parte não podem ficar com uma quantia inferior à 49% já que da mesma forma que eles lucram com adicionais, são eles que pagam salários, manutenção do ginásio e por ai vai. 


Isso sim seria justo. Isso sim seria a solução para o locaute. Duas partes pensando como uma só e não cada um em seus interesses próprios. Pronto falei.

sábado, 20 de agosto de 2011

O efeito Leandrinho para o basquete brasileiro



Mal foi apresentado oficialmente como jogador do Flamengo, Leandrinho Barbosa já dá sinais que causará uma certa revolução no basquete brasileiro.


Nós torcedores somos muito passionais! Se quando o jogador pediu dispensa da seleção, alegando motivos pessoais, nós fomos extremamente duros em nossas críticas, agora que está de volta ao basquete nacional, os mesmos torcedores que o criticavam a menos de um mês atrás, nesse momento estão venerando o atleta.


Em algumas redes sociais, alguns torcedores cogitam até a possibilidade de viajar para poder ver o jogador da NBA atuando em solo brasileiro e como se o passado recente de críticas simplesmente não existissem, rasgam elogios para o mais novo contratado da equipe rubro-negra.


Passada toda essa relação de amor e ódio, que nós torcedores estamos sempre vulneráveis, não podemos negar que Leandrinho veio pra de certa forma revolucionar o modo como o NBB será visto daqui pra frente. O Novo Basquete Brasil está a cada ano que passa conseguindo evoluir mais e já pode ser considerado como um campeonato sólido e de sucesso. Ou vocês acham que se o nacional de basquete ainda fosse administrado pela nossa confederação ele viria?


Além dessa maior visibilidade em termos de mídia nacional, marketing e renda, Leandrinho já carrega o nome do Flamengo nas páginas e nos os sites internacionais. A contratação do jogador teve grande repercussão nos sites americanos, o que atrai olhares de outros jogadores, como Steve Nash, que já declarou que quer atuar no Flamengo e reeditar a bela parceria nos tempos de Phoenix Suns.

Steve Nash e Leandrinho. Uma parceria que deu certo em Phoenix e que pode se repetir no Brasil.


Será que a presidente rubro-negra, Patrícia Amorim vai conseguir trazer o Nash para o Brasil?


Caros amantes do basquete nacional, parem e pensem: A que ponto nós chegamos? Estamos falando da vinda do Leandrinho para o Flamengo, discutindo se Kobe Bryant e Steve Nash vão disputar o NBB. Parece loucura, mais é pura realidade. Tudo bem que isso só está acontecendo por que a NBA está em greve, mas mesmo assim esses caras poderiam nem cogitar atuar no Brasil.


Vou ser muito sincero. Se eles vierem, torcerei para que o locaute na liga norte-americana dure mais uns três anos, pois a chance que estamos tendo de nos "atrever" em sonhar com jogadores desse nível no basquete brasileiro pode ser única e temos que tirar proveito disso.



Será maravilhoso e com o uso certo da palavra, excitante poder acordar, ir ao ginásio e conferir um jogador fora de série atuando em quadras tupiniquins. 


Não se enganem. Se ultimamente nos Estados Unidos Leandrinho tem sido apenas mais um jogador, aqui no Brasil ele sobra.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Dirk Nowitzki é o cara

Como se não bastasse ser o melhor jogador da seleção alemã e do Dallas Mavericks, de ter comandado a equipe texana junto de Jason Kidd ao título da NBA na temporada passada e de ter sido eleito o MVP das finais, o alemão agora foi eleito pela revista “Forbes”, em pesquisa junto a empresa Nielsen, o jogador mais popular do basquete mundial.

O craque alemão desbancou Kobe Bryant, a grande estrela do Los Angeles Lakers e agora lidera o ranking dos jogadores mais populares. Na pesquisa foram levados em conta a influência exercida sobre as pessoas, a acessibilidade do jogador, as campanhas publicitárias realizadas ao longo da temporada, entre outros.


Confira o Top 10 dos jogadores mais populares da NBA.

1° - Dirk Nowitzki
2° - Kobe Bryant
3° - Steve Nash
4° - Kevin Garnett
5° - Tim Duncan
6° - Jason Kidd
7° - Grant Hill
8° - Derrick Rose
9° - Pau Gasol
10° - Vince Carter

Está estranhando a falta de alguns jogadores como Dwight Howard, LeBron James e Carmelo Anthony? Eu também! Fiquei surpreso com a aparição de Pau Gasol na lista e principalmente de Tim Duncan, que apesar de ser um grande jogador não é daqueles que gosta de dar espetáculo em quadra pra levar a torcida ao delírio e sempre está com aquela cara de quem morreu e não foi enterrado, independentemente do que aconteça.

É muito legal ver um jogador não americano ser reconhecido pelo seu talento. Nos Estados Unidos os atletas não americanos tem que provar o seu valor a cada treino e a cada jogo. Um grande exemplo disso é o próprio alemão, que teve que vencer um campeonato para ocupar o status que já era pra ser concebido o há muito tempo atrás.