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sábado, 20 de abril de 2013

Não há melhor lugar do que a nossa casa

Denver começa os playoffs com vantagem
Foto: AP Photo/Chris Schneider
Começar um texto com um título clichê não é muito recomendável, mas acho que o Denver Nuggets, time de melhor campanha como mandante na temporada regular 2012/2013 da NBA merece esse pequeno "equívoco" literário/jornalístico.

Isso mesmo, você não leu errado, o elenco sem estrelas do Colorado foi o time que teve a melhor campanha em casa durante a regular season da liga norte-americana. Em 41 partidas foram incríveis 38 vitórias. Apenas o Miami Heat, que destruiu os adversários para ter a melhor marca da fase de classificação ficou perto do feito dos comandados de George Karl, tendo um bom resultado a menos. 

No jogo de estreia nos playoffs, novamente o Pepsi Center foi uma fortaleza para o Nuggets, que derrotou o Golden State Warriors, praticamente na última bola, por 97 a 95, com destaque para o veterano Andre Miller, que além de ter convertido a cesta que deu a vantagem ao Denver na série, terminou o confronto com 28 pontos, sendo 18 deles no último período, conseguindo a mais alta pontuação em um jogo de pós-temporada na carreira ao acertar 11 bolas em 16 tentativas.

Denver estava sem Danilo Gallinari e Kenneth Faried, lesionados. Porém, a equipe pôde comemorar mais um bom resultado diante da torcida, a 24ª seguida.

O próximo jogo da série vai ser novamente na "fortaleza" do Pepsi Center, na próxima terça-feira à noite. Se quiser ser o quarto time a conseguir derrotar os comandados de George Karl dentro da casa do adversário, algo que será inevitável caso o Golden State Warriors queira avançar para a semifinal da Conferência Oeste, Stephen Curry e companhia vão ter que fazer mais do que fizeram nesta noite; vão ter que fazer o que poucos conseguiram.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Lakers está no playoffs, apesar de tudo

Sem Kobe e com Nash machucado, importância de Gasol e Howard aumenta no Lakers
Uma equipe montada para dominar a Conferência Oeste e tentar igualar o número de títulos do maior campeão da NBA, o Boston Celtics, ainda neste campeonato, mas que, pela primeira vez na história perdeu todos os jogos da pré-temporada. No início da regular season, trocou de treinador. Um time que sofreu com lesões durante toda a competição, que chorou a morte do dono majoritário da franquia, Jerry Buss. Uma equipe que correu sérios riscos de ficar de fora da pós-temporada pela sexta vez na história da liga e que, na hora de decidir o futuro no campeonato 2012/2013 da NBA, perdeu Kobe Bryant por lesão. Esse foi o script da atual temporada regular do Los Angeles Lakers, que daria muito bem para figurar em um filme de terror, mas, apesar de tudo, teve um final feliz, ou melhor, um final menos vexatório.

A sétima posição no Oeste, depois da derrota do Utah Jazz para o Memphis Grizzlies e a vitória sobre o Houston Rockets, na noite de ontem, não veio de maneira fácil. Um time que viveu altos e baixos durante toda a temporada, que parecia desunido em alguns momentos, com alguns atletas sendo bastante contestados, como é o caso do ala/pivô Pau Gasol, que vem sendo o principal alvo de críticas nos últimos anos, mas que novamente fez um bom campeonato, terminando a regular season com médias de 13.7 pontos, 8.6 rebotes e 4.1 assistências.

O Lakers ganhou uma sobrevida na temporada, uma espécie de segunda chance para mostrar que o projeto de juntar estrelas, assim como fez o Boston Celtics e o Miami Heat, mais recentemente, poderá ser um sucesso logo de início, como aconteceu com o rivais.

Sem Kobe Bryant e Steve Nash, que pode voltar para a primeira rodada, mas ainda não é garantido, o bom desempenho do time na pós-temporada passará pelo garrafão; passará pelas mãos de Pau Gasol e Dwight Howard.

É, para quem não acreditava (inclusive eu), o Lakers está nos playoffs, apesar de todos os problemas durante a temporada. Se o time vai longe ou se vai ser varrido pelo Spurs, aí só acompanhando a pós-temporada para saber.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Heróis improváveis

Boa atuação da dupla "quebrou" o jogo previsível do time angelino

Sem Kobe Bryant, já era esperado que a dupla Dwight Howard e Pau Gasol seria muito acionada contra o San Antonio Spurs, na noite deste domingo, no Staples Center. Mas usar apenas o garrafão para tentar vencer um dos melhores elencos da NBA não seria suficiente para os comandados de Mike D'Antoni, ainda mais com Tim Duncan e Tiago Splitter, em constante evolução, fazendo o trabalho defensivo na área pintada adversária. O time precisava fazer mais do que o óbvio para sair de quadra com a vitória e dar mais um passo rumo aos playoffs da NBA...Steve Blake, no primeiro tempo, e Antawn Jamison, no último período, pareciam saber disso.

Dwight Howard foi o cestinha da partida, com 26 pontos, além de ter contribuído com mais 17 rebotes. O pivô era a saída mais esperada para o desesperado Lakers, mas foi o armador reserva do time californiano que foi o responsável por abrir a defesa adversária. Praticamente perfeito nos dois primeiros períodos, Steve Blake foi para o intervalo com 18 pontos, simplesmente empatando, em apenas dois quartos de partida, a sua melhor atuação na temporada. Isso graças as quatro bolas de três pontos convertidas em cinco tentativas.

No segundo tempo do confronto foram mais quatro tentativas de três pontos, mas nenhuma bola caiu. Aí foi a hora de Antawn Jamison colocar fogo no jogo. No total foram 15 pontos e seis rebotes em 19 minutos jogados. Duas das três bolas de três pontos do veterano vieram em momentos cruciais do quarto período, fazendo a equipe da casa abrir vantagem e inflamar o Staples Center.

A dupla Howard e Gasol, novamente mandou bem, com o espanhol pegando 16 rebotes e fazendo sete pontos, mas volto a repetir: isso já era esperado por parte desses atletas.

Tim Duncan foi Tim Duncan, mostrando seu repertório sensacional e terminando a partida com 23 pontos, 10 rebotes e quatro assistências. Porém, na noite dos heróis improváveis, deu Lakers, que finalizou o duelo em 91 a 88, conquistando a quarta vitória consecutiva e ficando mais perto dos playoffs.

Agora, o time angelino terá que torcer contra o Utah Jazz, que nesta segunda-feira vai visitar o Minnesota Timberwolves. Em caso de derrota da equipe de Salt Lake City, o Lakers conquistará, de maneira antecipada, a oitava e última vaga da Conferência Oeste para a pós-temporada da NBA.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Qual será o tamanho do vexame do Los Angeles Lakers?

Sim, estou de volta com o Blog Planeta Cesta (clique aqui e leia mais). Nesse retorno nada melhor do que falar do time que mais decepciona na temporada 2012/2013 da NBA: o Los Angeles Lakers.


Indo aos playoffs ou não, uma coisa é certa no Los Angeles Lakers 2012/2013: a campanha é vexatória. Conseguir chegar na pós-temporada não será uma vitória, mas um vexame menor, afinal, a equipe se movimentou na off-season para tentar dominar sua conferência, assim como os times do Miami Heat, New York Knicks, Oklahoma City Thunder e San Antonio Spurs estão fazendo. E não para lutar pela última posição no Oeste contra o Utah Jazz, que não possui o mesmo nível de investimento aplicado na franquia angelina e, mesmo assim, pelo calendário, está com maiores chances de ficar com a vaga.

A vitória dos comandados de Mike D'Antoni na noite de ontem (quarta 10/04), contra o Portland Trail Blazers, no Rose Garden, deu ao Lakers novamente a última vaga do Oeste para os playoffs, ultrapassando o time de Salt Lake City, que possui 41 bons resultados, um a menos que o adversário da Califórnia.

Esse foi o segundo triunfo seguido do Lakers, mas, para conseguir o bom resultado diante de um time em reformulação, que possui apenas LaMarcus Aldridge como um jogador "com bagabem" na liga, o elenco angelino precisou que tudo desse certo nos momentos certos. Kobe fez a sua melhor partida na temporada, registrando 47 pontos, oito rebotes, cinco assistências, três roubos de bola e quatro tocos em 48 minutos em quadra. Dwight Howard, fazendo o simples, deu um gás ao time no terceiro período, terminando com 20 pontos e 10 rebotes, números que devem ser subtraídos pelos seus seis desperdícios de bola. Já Pau Gasol mostrou o verdadeiro Pau Gasol. Praticamente perfeito nos tiros de quadra, com 11 bolas convertidas em 15 tentativas, o espanhol contribuiu com 23 pontos, sete rebotes, nove assistências e dois tocos. 


A união de quatro estrelas prometia fazer do Lakers um dos melhores times da NBA
Vendo os números dos principais jogadores da franquia, nada mais justo que pensar em uma vitória tranquila do Lakers. Mas não, o resultado final foi 113 a 106 a favor dos visitantes, que chegaram a sofrer 41 pontos apenas no primeiro período de partida, repito, contra um time em reconstrução, que era praticamente LaMarcus Aldridge e o calouro Damian Lillard em quadra. A propósito, grande partida da dupla, com Andridge fazendo 17 pontos e pegando 16 rebotes e Lillard sendo o grande nome pelos comandados de Terry Stotts, com 38 pontos e nove passes que resultaram em cestas.

Essa vitória foi fundamental para o Lakers se manter vivo na briga pelos playoffs e tentar evitar que a franquia fique de fora da pós-temporada pela sexta vez na história, contando desde a época em que pertencia a Minneapolis.

Não que uma derrota acabasse com a chance de se classificar, mas, como já disse no início do texto, o calendário do Utah Jazz para os últimos três jogos é menos complicado que a do Lakers, sem contar que, em um possível empate nas campanhas, quem ficará com a vaga será o time de Utah, por ter vencido dois confrontos diretos em três realizados.

Utah terá pela frente o Minnesota Timberwolves duas vezes, enfrentando a equipe de Ricky Rubio nesta sexta-feira, em casa, e no dia 15, fora, fechando o calendário da temporada regular contra o Memphis Grizzlies, longe de seus domínios, no dia 17.

Já o Lakers jogará os três confrontos restantes no Staples Center, mas em compensação terá só pedreiras pela frente, enfrentando Golden State Warriors (12/04), San Antonio Spurs (14/04) e Houston Rockets (17/04).

Para ir aos playoffs sem ter que torcer contra o Jazz, só vencendo os três jogos, o que, particularmente, não acredito, afinal, como confiar em um time que sofre barbaridades para vencer adversários fraquíssimos, mesmo atuando em casa, como foi o caso do New Orleans Hornets, no último dia nove? Sinceramente, torcedores do Lakers, dá para confiar ou a crença vai pura e simplesmente na fé de torcedor?

Caso o Utah Jazz vença dois jogos e o Lakers perca dois, o que não será nada fora do normal, Kobe e companhia vão entrar de férias mais cedo, algo que não acontece desde o campeonato 2004-05, quando o time de Los Angeles teve campanha negativa pela última vez, com 34 vitórias e 48 derrotas.

O vexame na temporada regular 2012/2013 já está decretado, e não é desse mês. Agora resta saber se a vaga nos playoffs virá, para tentar diminuir a pífia campanha, ou se o time que mais investiu em salários na temporada (pouco mais de $100 milhões) não vai passar de um projeto mais do que frutado, principalmente para os torcedores, que depositavam suas fichas no 17° título da NBA ainda nesta temporada, feito que tornaria o Los Angeles Lakers o maior campeão da história da liga, junto com o Boston Celtics.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Blogando no DraftBrasil

Galera, venho aqui no blog para contar uma novidade muito bacana para quem era fã do Planeta Cesta, que ficou no ar por mais de um ano. Eu, Felipe Piazentin, estou blogando novamente, escrevendo, desde o dia 01 de janeiro deste ano, para o DraftBrasil, além de estar trabalhando no Databasket, do ex-craque da seleção brasileira, Marcel de Souza.

Inicialmente pensei em voltar com o Planeta Cesta, mas quem tem blog sabe como é a dificuldade de estar mantendo uma regularidade nas postagens e ainda por cima administrando redes sociais. Por esse e alguns outros motivos, como a carga menor de publicações, já que o DraftBrasil conta com uma equipe de quatro pessoas (acho que não esqueci ninguém), que decidi voltar a blogar não por aqui, mas lá no DraftBrasil, que já publiquei três textos, cujos os links deixo abaixo.

Dez mil vezes Steve Nash - 09/01/2013

DeMarcus Cousins: contraste entre talento e comportamento autodestrutivo - 07/01/2013

Dezembro para se esquecer em Brooklyn - 01/01/2013

O endereço é novo, mas o jeito de fazer blog do Planeta Cesta eu estou levando comigo.

Espero que tenham gostado da novidade e continuem me prestigiando, agora como blogueiro do DraftBrasil.

Abraços

sábado, 22 de setembro de 2012

Ambicioso, dono do Nets espera ser campeão da NBA em três temporadas


As mudanças no Nets, saindo de New Jersey e indo para Brooklyn, trazendo aquela velha máxima de vida nova, novos objetivos, está fazendo com que o dono da franquia, o milionário russo Mikhail Prokhorov, tenha planos ambiciosos para um futuro próximo da equipe, querendo levá-la ao título da NBA no máximo em três temporadas.

Cheio de grana para gastar, Prokhorov chegou a declarar que o importante é ganhar o título, independente de quanto terá que desembolsar, e se irá ultrapassar o salary cap. Só para se ter uma ideia, o titular mais barato da equipe é Gerald Wallace, que irá ganhar 10 milhões nesta temporada. Kris Humphries vai receber 24 milhões por dois campeonatos; Joe Johnson, que está vindo do Atlanta Haws, 89 milhões por quatro anos; Brook Lopez irá faturar 60 milhões por quatro verões; Deron Williams, uma das estrelas da franquia, 98 milhões por cinco anos; Gerald Wallace, 40 milhões por quatro anos. Enfim, somente com quatro jogadores, o Brooklyn Nets possui 287 milhões gastos e, seu quinteto titular está saindo por 311 milhões. Lembrando que estamos tratando de dólares.

Dinheiro lá pelos lados de Brooklyn já está dando para perceber que não irá ser problema, mas, se quiser conseguir realizar o feito de ganhar um anel de campeão em no máximo três temporadas, essa equipe ainda precisa ser reforçada, afinal, mesmo com excelentes peças, como D-Will e Joe Johnson, e outros bons jogadores, como Gerald Wallace, Kris Humphries e Brook Lopez, por exemplo, ainda não dá para chegar aonde Mikhail Prokhorov quer chegar.

Os planos são muito ambiciosos, mas, antes de pensar em colocar o dedo em um anel de campeão, Brooklyn Nets terá que conquistar o respeito dentro de quadra, o que poderá começar a ser construído a partir do dia 1° de outubro, quando receberá o rival da cidade, New York Knicks, no Barclays Center.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Chegou a hora de Kevin Love ir aos playoffs?

Ontem eu falei um pouco do Minnesota Timberwolves, comentando as aquisições dos veteranos Andrei Kirilenko e Brandon Roy, que darão mais experiência à equipe, o que falta algumas vezes, sem contar que poderão ser bons mentores para os jovens Kevin love e Ricky Rubio, por exemplo. Mas, hoje, vou falar um pouco de Kevin Love, uma das poucas estrelas na atualidade que ainda não conseguiu chegar aos playoffs da liga.



Antes mesmo dos Jogos Olímpicos de Londres, Love mostrou-se triste por nunca ter disputado uma partida de pós-temporada, principalmente por estar treinando, na seleção, ao lado de campeões e jogadores que estão acostumados a disputar os playoffs do melhor basquete do mundo.

Em quatro anos como profissional, Kevin Love já foi campeão mundial e olímpico, e no Wolves, sempre teve excelentes médias. Para se ter uma ideia, seus "piores" números foram na temporada 2008/2009, quando era calouro, registrando 11.1 pontos e 9.1 rebotes, grandes números. Ao longo dos anos, Love se concretizou como um dos melhores ala/pivôs da atualidade, visto suas médias de 26 pontos e 13.3 rebotes no última campeonato e 17.3 pontos e 12 rebotes na carreira. 

A temporada passada poderia marcar a volta do Wolves aos playoffs, o que não acontece desde 2004, e consequentemente a primeira participação de Love na fase mata-mata, porém, a lesão do calouro espanhol Ricky Rubio diminuiu drasticamente essas chances.

Para essa temporada, além de Kevin Love estar inspirado com a sua medalha de ouro olímpica e a volta de Ricky Rubio, que deverá acontecer antes do natal, a chegada de Brandon Roy, que se conseguir ficar saudável será muito útil para a franquia, dos medalhistas de bronze com a Rússia, Andrei Kirilenko e Alexey Shved e a chegada do bom defensor Greg Stiemsma, um "achado" do Boston Celtics, na temporada passada, reforçam às chances de Love finalmente realizar essa vontade de ser um jogador de playoffs.

Além dessas peças citadas, algumas outras como J.J Barea e Derrick Williams, se renderem bem nesta temporada, serão mais dois jogadores importantíssimos no esquema de Rick Adelman.

Não dá para fazer previsões logo de cara, pois têm algumas coisas que são incalculáveis, como a boa forma de Roy e Rubio, por exemplo, mas, se tudo der certo para a franquia de Minnesota, ao que tudo indica, será uma daquelas equipes que irá incomodar muita gente.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Torcida do Hornets está animada com a possível reformulação da franquia


O New Orleans Hornets, por mais que tentasse e tivesse o armador Chris Paul em seu elenco, não conseguia ser um mercado atraente para a NBA. Após a ida de Chris Paul para o Los Angeles Clippers, a situação parecia que iria piorar, já que a campanha na temporada passada foi bastante desaminadora, totalizando 21 vitórias e 45 derrotas, sendo a pior equipe da conferência oeste, mas, já para essa temporada, a sorte do Hornets tem tudo para mudar.

Recuperado de lesão, Eric Gordon, que chegou à equipe na temporada passada e fez apenas nove partidas, está animado, chegando a declarar que esse é o campeonato para ele se tornar um All-Star. Além do talento e da motivação  de Gordon, a equipe de New Orleans vai contar com a chegada da primeira escolha do draft passado e campeão olímpico Anthony Davis (foto) e do armador Austin Rivers, filho do técnico Doc Rivers e uma das grandes promessas para os próximos anos.

Vendo o início da reformulação da franquia começar a efervescer, a torcida do Hornets promete dar todo o apoio ao time, o que já pode ser notado na venda de ingressos para a temporada 2012-2013. Somando compra para toda a temporada com avulsos, a média de ingressos vendidos para cada partida já ultrapassa a marca dos 12 mil, o maior número de vendas desde que a franquia se mudou de Charlotte para New Orleans, em 2002.

Com peças jovens e um time emergente, a torcida do Hornets, assim como a equipe, está confiante que nessa temporada o famoso ressurgimento da franquia realmente aconteça.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Qual será o futuro de Tracy McGrady na NBA?

Não, você não está sonhando. Depois de um bom tempo estou voltando a falar sobre NBA aqui no blog, mesmo com a off-season mais gelada dos últimos anos, já que basicamente tivemos o Los Angeles Lakers agitando a mídia com o seu super time, e Ray Allen, que decidiu trocar o Boston Celtics pelo Miami Heat, mas enfim, isso vocês já estão cansados de saber, até mesmo lendo aqui. Agora o assunto é outro: Tracy McGrady, onde ele irá jogar nessa temporada?

O camisa 1 teve passagem apagada pelo Hawks, na
temporada passada.
T-Mac não é o único jogador fora de série que está vivendo a situação de "desempregado". McGrady tem toda uma história na NBA, apesar de ser taxado como um jogador individualista.

Bagagem na liga norte-americana o cara tem, afinal, conseguindo um emprego nesta temporada, terá a oportunidade de chegar ao jogo 1000 na carreira, mas a fase de T-Mac não é boa. Desde a temporada 2008-2009, ele não consegue chegar à médias de 10 pontos, tendo, entre suas piores marcas, a da temporada passada, quando fez apenas 52 jogos pelo Atlanta Hawks, anotando, em média, 5.3 pontos, pegando três rebotes e distribuindo 2.1 assistências em 16 minutinhos que ficava em quadra, por partida.

Com 33 anos, o cara não é mais nenhum garoto, e até semana passada estava sendo deixado de lado, até que, nesta semana, surgiu duas boas oportunidades para ele, que vale lembrar que já foi All-Star por sete vezes. 

T-Mac foi convidado pelo San Antonio Spurs para fazer um período de treinamento junto com a equipe de Gregg Popovich, o que pode ser uma boa alternativa para ele, já que Gregg Pop sabe utilizar muito bem jogadores veteranos em seu elenco. Mas, melhor ainda para T-Mac poderá ser a sua possível volta para o New York Knicks, onde atuou na temporada 2009-2010, quando fez 24 jogos e teve médias de 9.4 pontos, 3.7 rebotes e 3.9 assistências. O jogador foi convidado pela equipe nova iorquina para realizar um treinamento na próxima quinta-feira.

O Knicks têm discutido sobre agregar mais um jogador pontuador (e individualista) no seu elenco. Tracy McGrady parece ser o nome certo. Se não for, e não conseguir uma vaga no Spurs, aí a situação dele fica complicada de vez.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

NBA 3x desembarca em São Paulo

A cidade de São Paulo vai receber, entre a próxima sexta-feira (dia 14 de setembro) e o próximo domingo, o torneio de trincas NBA 3x, um evento com o "carimbo" da marca NBA, que ainda vai contar com às presenças do brasileiro Tiago Splitter, das Cheerleaders do Brooklyn Nets, o mascote Harry, do Atlanta Hawks, e ainda por cima com o troféu Larry O'Brien, o famoso troféu de campeão da NBA.

O Evento acontecerá no Parque Villa-Lobos, e terá também clínicas de basquete, torneio de três pontos, uma área interativa com mais de 3000 metros quadrados, Djs animando a galera, enfim, um grande evento. 

Se você é de São Paulo não pode perder essa oportunidade.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

"Se eu não ficar na NBA, volto para o Brasil", afirma Leandrinho Barbosa

A situação de Leandrinho Barbosa na NBA é de se estranhar, afinal, com um baita currículo no melhor basquete do mundo, o jogador brasileiro ainda não possui contrato com nenhuma franquia para a próxima temporada. 

Querendo saber o motivo para Barbosa ainda não ter acertado sua vida na NBA, eu fui até o Clube de Regatas do Flamengo, onde ele está mantendo a forma, para bater um papo com o jogador, que confirmou o interesse do Los Angeles Lakers e classificou o Suns, que quer trazê-lo  de volta, como um time com chances o contratá-lo, mas afirmou também que, se não conseguir um contrato nos Estados Unidos, não possui, pelo menos até agora, vontade de ir para a Europa. Para ele, se não permanecer no EUA, volta para o Brasil. Legal, né?

Bom, esse é o resumo, a matéria completa, que está disponível também lá no site Databasket, aonde eu trabalho, irei reproduzir abaixo, mas, quem quiser ler lá no Databasket, é só clicar neste link.


Ainda sem contrato com nenhuma franquia na NBA, onde já disputou nove temporadas, o ala/armador Leandrinho Barbosa segue esperando a definição do seu futuro no melhor basquete do mundo. Enquanto isso, para não perder o ritmo, está treinando, desde a última segunda-feira (10 de setembro), no Clube de Regatas do Flamengo, equipe que defendeu na temporada passada durante o locaute no basquete americano.

"É muito bom poder treinar aqui no Flamengo e reencontrar com alguns companheiros de seleção e outros jogadores que eu convivo desde pequeno, como Shilton. É muito legal estar de volta para treinar aqui", afirmou Leandrinho, que disse que se não conseguir vínculo com nenhuma equipe na NBA, pensa em voltar para o Brasil.

"Se não for na NBA eu volto para o Brasil. Para mim ia ser muito bom estar perto da minha família. Isso seria bom não só para mim, mas também para a minha filha (Alicia, de três anos). Seria bacana se eu ficasse aqui", declarou L.B, que aparentemente não tem interesse em atuar no basquete europeu, um dos mais fortes do mundo.

Seus agentes estão estudando propostas de alguns times que demonstraram interesse no jogador brasileiro, como o Phoenix Suns,onde atuou por sete temporadas, e o Los Angeles Lakers, que recentemente contratou Steve Nash, amigo pessoal de Leandrinho.

"Tem alguns times que os agentes estão conversando. O Phoenix está na briga também. Lá eu tenho uma história muito bacana. Há um interesse da minha parte também, mas vamos esperar. A negociação é complicada mesmo, bem lenta, mas pode também não acontecer, por isso, tenho que manter meus pés no chão", ressaltou.

Pelo Phoenix Suns, Leandrinho viveu sua melhor fase na carreira, chegando a ter médias de 18.1 pontos e quatro assistências na temporada 2006-07, sendo coroado com o prêmio de melhor reserva da competição.

Já sobre o Los Angeles Lakers, o jogador da seleção brasileira também deixa às portas abertas, principalmente pelo fato de ter a chance de relembrar os bons tempos em que jogava com Steve Nash, no Suns, além de estar ao lado de Kobe Bryant.

"Teve uma proposta do Lakers, que ainda está quente. O Nash me enviou uma mensagem pedindo para eu ir para lá, e eu respondi dizendo que era só eles (GMs do Lakers) me ligarem para a gente poder conversar. Eu não sei como está a situação na equipe, mas eles estão com muitos armadores e teriam que dispensar um. Acontecendo isso, talvez eu possa ir para lá.", frisou.

O currículo de Leandrinho na NBA é respeitável, afinal, em nove temporadas, com 588 jogos já disputados entre Phoenix Suns, Toronto Raptors, onde esteve da temporada 2010-11 até a metade da temporada passada, e o Indiana Pacers, onde disputou 22 jogos no último campeonato, suas médias são de 12.5 pontos, com um percentual de 42.4% de suas bolas de três pontos convertidas. Talvez por isso, Leandrinho acredite que os times pensam que ele irá pedir um contrato muito alto, mas, segundo o jogador, chegou a hora de pensar em títulos.

"Os times pensam que eu vou pedir muito dinheiro pelo fato deu já ter uma história na NBA, mas hoje eu não penso dinheiro, penso em ser campeão", finalizou.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Agora é oficial: Scott Machado é jogador do Rockets

Há cerca de dois dias atrás já se comentava que o brasileiro Scott Machado assinaria com o Houston Rockets, depois que um jornalista do "Houston Chronicle" passou essa informação, mas ainda não era nada de concreto, afinal, tanto Scott Machado quanto o Houston Rockets não haviam se pronunciado. Porém, na noite de ontem, Scott, através do twitter, confirmou a transição, e agora o líder em assistências na temporada passada da NCAA será o quinto representante brasileiro no melhor basquete do mundo. Rockets e Machado chegaram a um acordo por três temporadas.

Agora, novo armador do Houston Rockets, que terá a sensação da temporada passada Jeremy Lin, como seu principal concorrente por minutos em quadra, irá se juntar à Anderson Varejão, Nenê Hilário, Tiago Spliiter e Fab Melo, que também entra na NBA nesta temporada, jogando pelo Boston Celtics, na lista dos brasileiros que atuam na NBA, lista essa que pode aumentar se Leandrinho Barbosa, até então sem contrato com nenhuma equipe, conseguir um contrato nos EUA.

Boa sorte para Scott!

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Será que o Clippers terá time para competir contra os gigantes?

Como se diz aqui no Brasil, alegria de pobre dura pouco. O primo pobre de Los Angeles, o Clippers, agora não tão pobre assim, montou um grande time na temporada passada, tanto que, na regular season, venceu 40 partidas e perdeu 26, não lembrando nem de longe a equipe que em 2010-2011 teve 50 reveses e 32 vitórias. Assim, o Clippers, com a chegada de jogadores como Chris Paul e Caron Butler, que se juntou a Blake Griffin para formar não um super time como o Miami Heat, mas um bom time, colocando a equipe entre, digamos, uns dos que estão na briga para faturar a conferência oeste.

Agora, depois de uma temporada, chegam boas peças para acrescentar, como Lamar Odom, Jamal Crawford, Ronny Turiaf e Grant Hill. Mas será que, diante do Oklahoma City Thunder, que a cada temporada está melhor, do San Antonio Spurs, que parece jogar por música, e quando quer, e do seu primo mais rico, o Lakers, que montou um puta time, trazendo Howard e Nash para se juntar a Kobe Bryant e Pau Gasol, o Clippers terá força para brigar pelas primeiras colocações e fazer bonito nos playoffs?

No papel o time é bom, mas, na pratica, contratou jogadores que não estão em alta no momento. 

Lamar Odom (foto) foi do céu, com o Los Angeles Lakers, ao inverno, com o Dallas Mavericks no último campeonato. Pelo Mavs, Odom fez 50 jogos, acumulando médias de 6.6 pontos, 4.2 rebotes e 1.7 assistências para ter, disparado, a pior temporada da sua carreira. 

Outro jogador que chega em baixa é Jamal Crawford, que passou o campeonato passado no Portland Trail Blazers, onde teve médias de 14 pontos e 2 rebotes e 3.2 assistências em 60 jogos.

Apesar dos números aparentarem ser bons, para ter 14 pontos de média, Crawford teve os seus piores percentuais de acerto de quadra depois de ter passado a temporada de calouro, lá em 2000/2001. Na linha de dois pontos foram 38.4% das bolas convertidas, perdendo apenas para seu primeiro ano, quando teve 35.2% bolas encestadas. Na linha de três ele teve o pior percentual de acerto na carreira, convertendo 30.8% de suas tentativas, deixando os 32% na temporada 2006/2007, quando era jogador do New York Knicks, para trás.


A contratação mais regular/segura até o momento foi a do veteraníssimo Grant Hill, que vai fazer a sua 18° temporada na NBA.

Além de Lakers, Oklahoma City Thunder e San Antonio Spurs, o Phoenix Suns, que se ainda não é um dos favoritos da conferência, se reestruturou bem para atrapalhar a vida de alguns favoritos e tentar voltar aos playoffs.

Mesmo com um bom plantel, a vida de Los Angeles Clippers não está me parecendo que será fácil neste temporada que está por vir.

Leia mais:


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Vai ter espaço para James Harden?

O Oklahoma City Thunder, uma franquia inferior, em questão de arrecadação, em relação às cidades de Nova Iorque e Los Angeles, por exemplo, está dando às cartas como gigante. Com Kevin Durant e Russell Westbrook garantidos até a temporada 2015/2016, com West ganhando impressionantes 80 milhões de dólares por cinco temporadas, o City Thunder resolveu estender seu contrato com o congolês, naturalizado espanhol, Serge Ibaka, por mais quatro verões, pagando 48 milhões de dólares para isso. Pode parecer muito para Ibaka, mas estamos falando de um jogador de apenas 23 anos, com um excelente tempo de toco e muita força física. E todo mundo sabe que achar bons jogadores de garrafão está se tornando cada vez mais raro.

Com essa renovação, o Thunder comprometeu grande parte do seu CAP, e o problema é que James Harden ainda não possui um novo contrato.

Se tornando agente livre restrito após essa temporada, Harden, o melhor sexto homem da NBA na temporada passada, e campeão olímpico em Londres,  está com o seu futuro indefinido em Oklahoma.

Com seu CAP nas alturas, a equipe de Oklahoma terá que se sacrificar para manter o projeto super ambicioso para uma franquia sem muita arrecadação, o que vem dando certo até agora, afinal, nas duas últimas temporadas, vieram a conquista do vice da conferência oeste e, na temporada passada, o título do oeste e o vice da NBA.

Para o Thunder, perder Harden pode ser muito ruim, ainda mais agora, que o Los Angeles Lakers montou um puta quinteto titular, com a chegada de Steve Nash e Dwight Howard, que irão se juntar a Kobe Bryant, Ron Artest e Pau Gasol.

E aí, será que o Thunder está disposto a se sacrificar para poder manter um dos principais jogadores que fazem da franquia um sucesso?

Leia mais:

Sem surpresas, James Harden é eleito o melhor sexto homem da temporada

Com a ida de Howard para o Lakers, finalmente veremos uma final entre Kobe e LeBron?

2012: o ano de LeBron

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Com a ida de Howard para o Lakers, finalmente veremos a final entre Kobe e LeBron?

Não é novidade nenhuma que a NBA sempre quis promover uma final envolvendo os dois maiores astros da atualidade: Kobe Bryant e LeBron James, na tentativa de fazer com que o campeonato norte-americano volte a ter o mesmo nível de atenção dos torcedores que tinha na década de 1990, nem que seja momentaneamente.

Se antes a final entre Kobe e LeBron parecia improvável, com Los Angeles Lakers e Cleveland Cavaliers e Miami Heat, os dois times da carreira de LeBron, vivendo momentos diferentes, agora, tanto o Lakers quanto o Heat apontam como favoritos para fazer a final da NBA. 

O Heat, atual campeão, que já tinha o seu trio de ferro, recebeu o reforço de Ray Allen, além de ter um LeBron motivado pela conquista olímpica. Do lado angelino, Kobe, que também esteve no título americano em Londres, terá, além do seu velho companheiro Pau Gasol, a vinda de Steve Nash, um dos melhores armadores de todos os tempos, e Dwight Howard, o pivô mais dominante da atualidade. Com esse quarteto, somado ao excelente defensor Ron Artest, o Lakers se torna favoritíssimo à conquista da conferência oeste, desbancando, pelo menos no papel, o time do Oklahoma City Thunder, que atualmente desponta para dominar a sua conferência.

Finalmente parece que os torcedores terão claras chances de ver o Lakers de Kobe e o Miami Heat de LeBron decidindo o campeonato no final da temporada. Mas, quem deve estar mais feliz do que os torcedores é a própria NBA, que já deve estar fazendo os cálculos de quanto poderá lucrar com o possível confronto na final, uma decisão que será, sem dúvidas, uma das mais esperadas da última década.

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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Na primeira competição como profissional, Anthony Davis fatura um ouro olímpico

Davis comemora a conquista do lado das estrelas Kevin Durant e Carmelo Anhotny
Ontem eu citei aqui que o ano de 2012 para o astro LeBron James foi maravilhoso esportivamente falando, mas quem também terá motivos de sobra para chamar esse ano de especial será Anthony Davis, que foi escolhido na primeira posição do Draft de 2012, pelo New Orleans Hornets e, sem nem mesmo ter feito a sua estreia como profissional no basquete americano, enfrentou uma olimpíada, conquistando, na sua primeira competição como um atleta profissional, um ouro olímpico, um privilégio que muitos, que já estão há anos nas quadras, com centenas de jogos nas costas, nunca irão ter. Para Davis, essa, sem dúvida, foi uma experiência incrível, subindo ao pódio da competição mais importante do mundo, sendo, na teoria, ainda um jogador do universitário.

É claro que ninguém esperava que ele ficasse muito tempo em quadra, muito menos, que fosse decisivo, afinal, estamos falando de um garoto de apenas 19 anos, que ainda nem estreou na NBA.

Promessa do basquete norte-americano, assim como Kevin Durant um dia já foi, hoje sendo uma das principais peças da melhor seleção de basquete do mundo, isso com apenas 23 anos, Anthony Davis foi levado para pegar experiência. O seu tempo de quadra, tendo jogado sete dos oito jogos dos EUA, não ficando em quadra por mais de 15 minutos por jogo, mostra isso.


Enterrada contra a Tunísia
Na estreia, contra a França, foram oito minutos, com discretos dois tentos ao cesto, fazendo três pontos, contando com um lance livre e pegando três rebotes. O seu segundo jogo foi o melhor individualmente, jogando 14 minutos contra a Tunísia e fazendo 12 pontos, acertando 5/5 FG e 2/2 FT, pegando ainda mais três rebotes, roubando uma bola e dando um toco. Na média foram 3.7 pontos e 2.7 rebotes por confronto.

Esse foi um baita início de carreira para essa jovem promessa, que se ficou muito mais no banco do que em quadra, como era de se esperar, mas ficou sentado no banco vendo Kobe, LeBron, Carmelo, Chris Paul e muitos outros craques atuando e passando um pouco da sua vivência em quadra para ele, o que é, sem dúvida, muito mais produtivo de ser o destaque da Summer League.

É com essa conquista que Davis irá fazer o seu primeiro jogo na NBA, no dia 31 de outubro, às 21h, ao lado da sua torcida, contra o San Antonio Spurs. Motivação de sobra não faltará para essa partida.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

2012: o ano de LeBron James

Em 2012, LeBron teve motivos de sobra para sorrir
Foto: Harry How/ Getty Images
Parece que finalmente LeBron James encontrou o caminho da felicidade no basquete. Muito criticado por não ter conseguido levar o Cleveland Cavaliers ao título da NBA e, muito mais criticado por ter deixado a franquia para se juntar à Wade e Bosh no Miami Heat, James, no ano de 2012, não tem do que reclamar, pelo contrário.

Conquistando o seu primeiro título na NBA, sendo coroado como MVP da temporada regular e MVP das finais, LeBron já tinha motivos de sobra para dizer que o ano de 2012 foi especial em sua vida esportiva, mas, para fechar essa temporada em grande estilo, veio mais uma conquista de medalha olímpica, a segunda de ouro, para definitivamente cravar 2012 como o ano de LeBron James no basquete, pelo menos até o momento. 


Em grande fase na carreira, além dos grandes companheiros que estiveram com ele na temporada passada da NBA, LeBron ainda terá o auxilio do recém chegado Ray Allen para tentar levar o Miami Heat à terceira final seguida do melhor basquete do mundo, tentando o terceiro título consecutivo da conferência leste e o bi-campeonato da NBA.

Após a conquista da sua segunda medalha de ouro, L.B não garantiu a sua presença nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, para a tristeza dos torcedores brasileiros. "Eu não sei se vou fazer parte da equipe em 2016", afirmou o jogador.

Caso decida por não vir aos Jogos do Rio, a seleção americana já terá, certamente, às duas principais estrelas do momento de fora da competição, já que Kobe Bryant anunciou que se despedirá da seleção com essa medalha de ouro no peito, dando um grande desfecho a sua carreira brilhante junto ao selecionado nacional.

Com LeBron ou sem LeBron, o povo brasileiro poderá ver de perto uma seleção que será liderada por Kevin Durant, que na próxima olimpíada não será mais o garoto de 23 anos que é hoje.

É, 2012 foi o melhor ano de LeBron James esportivamente falando, mas, como tudo o que é bom pode ficar melhor ainda, a temporada 2012-2013 da NBA está chegando, e, quem sabe, L.B não possa dar continuidade a esse ano maravilhoso que ele teve. Basquete e boas peças para ajudá-lo a conseguir o seu segundo anel de campeão na NBA ele tem. A sua maior ameça atualmente é o Los Angeles Lakers, depois de adquirir Steve Nash e o pivô Dwight Howard, que vão se juntar à Kobe Bryant e Pau Gasol, que teve uma excelente olimpíada, dando esperanças aos torcedores angelinos de que possa voltar a jogar o seu melhor basquete também na NBA.

O desafio está lançado para LeBron James.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Dwight Howard, o Super-Homem, vai levar seus "poderes" para o Lakers

Depois de tanta especulação e disse me disse, com a NBA até tendo colocado à venda sua camisa no site do New Jersey Nets, deu até medo de postar quando eu vi que a novela de Dwight Howard tinha acabado e que esse mala sem alça foi, finalmente, para o Los Angeles Lakers, time que ele fez o inferno para estar. Mas parece que agora é oficial mesmo, não é nada de boatos não. Deu no site da NBA e Kobe Bryant, astro da franquia, já se manifestou no Facebook. Então acho que dá para confiar, né?



Para D12 ir para o Lakers houve uma troca envolvendo mais três times, com Andrew Bynum indo para o Sixers, o Magic, agora ex-time de D12 recebendo o ala-armador Arron Afflalo e o ala Al Harrington (Nuggets), o ala Moe Harkless, que foi a décima-quinta escolha do último draft, o pivô Nikola Vucevic (Sixers), o ala Christian Eyenga e o ala-pivô Josh McRoberts (Lakers). O Nuggets, que também foi envolvido na troca, vai ficar com o ala-armador Andre Iguodala. Jason Richardson, ex-Magic, também para o Sixers, junto com Bynum.

Que bom que essa novela terminou, porque já estava dando no saco, de verdade. D12 se mostrou um jogador imaturo, criando briguinhas internas com o então treinador da sua equipe, Stan Van Gundy, chegando ao ponto dele ser demitido.

Agora a equipe angelina repete o que fez o Miami Heat, formando um trio de ferro, ou melhor, um trio de aço, com Howard, Kobe e Steve Nash. Nessa jogada ainda tem o espanhol Pau Gasol. Que timão que os angelinos estão montando.

Será que nessa temporada o Lakers conseguirá desbancar o Heat e levar o título, igualando os 17 títulos do Boston Celtics, maior vencedor da história da liga? 

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Calendário da temporada 2012-2013 da NBA é divulgado; Confira os melhores confrontos nos primeiros dias

O assunto do momento são os Jogos Olímpicos de Londres, mas a gente, é claro, nunca esquece da NBA, que divulgou, na noite desta quinta-feira, o calendário completo para a temporada 2012-2013, a primeira depois do locaute. Logo de cara teremos grandes confrontos e jogos cheios de ingredientes além do próprio jogo em si. Abaixo, confira a lista das partidas que, na minha opinião, serão as mais interessantes nos três primeiros dias.

A temporada começa no dia 30 de outubro, com o Washington Wizards indo até Cleveland para encarar o Cavaliers, às 20h (todos os horários que eu postarei serão no fuso brasileiro). Não é um jogo de encher os olhos, e, sinceramente, está nessa lista simplesmente pelo fato de ser a partida de abertura da temporada. Mas, olhando com mais carinho, logo no primeiro jogo, já teremos um interessante confronto entre Nenê Hilário e Anderson Varejão. E torcemos para que seja um confronto com os dois em alta, depois de uma belíssima campanha olímpica. Já pensou que legal?

O primeiro jogo que vai sair faísca mesmo será os das 21h, com o Miami Heat recebendo o Boston Celtics, na American Airlines Arena, no maior duelo da NBA dos últimos anos. Essa partida pode ser vista de vários "ângulos": O jogo em que será entregue os anéis de campeão ao Miami Heat; O primeiro jogo dos atuais campeões da NBA e o melhor, a estréia de Ray Allen pela equipe da Flórida, logo, de cara, contra seu ex-time. Sensacional! (quem quiser se alongar mais no assunto pode ler esse texto que eu postei aqui há alguns dias).

Fechando o primeiro dia de competição, o jogão entre Los Angeles Lakers e Dallas Mavericks, em Los Angeles, na estreia de Steve Nash pelo time angelino. Partida histórica, que acontecerá às 23h30.

No segundo dia (31 de outubro), que terá nove partidas, vai ter como destaques, San Antonio Spurs e  New Orleans Hornets, que se enfrentarão às 21h, no jogo de estréia da primeira escolha do draft de 2012, Anthony Davis, que já pode fazer sua primeira partida na NBA com uma medalha de ouro em Jogos Olímpicos estampada no peito. 

Mais tarde, às 23h, a estreia do Phoenix Suns, na primeira partida sem Steve Nash, mas com grandes reforços, como o o argentino Luis Scola, Michael Beasley e Goran Dragic.

Como não poderia ser diferente, mais um vez, Los Angeles Lakers e Steve Nash serão responsáveis por fechar a noite, indo até Portland, às 23h30, para fazer um jogão contra o Trail Blazers.

Virando o mês, no dia primeiro de novembro, duas partidas. Às 20h, o primeiro jogo do Nets em Brooklyn, fazendo o clássico, em casa, contra o New York Knicks. O segundo jogo da noite será entre San Antonio Spurs e Oklahoma City Thunder, com o Spurs engasgado depois da eliminação nos playoffs para a equipe de Kevin Durant. O confronto será às 22h30, no AT&T Center, casa do time treinado por Gregg Popovich.

Bom, é isso galera. Ah, quase que eu ia esquecendo. Os jogos no dia do natal serão esses aqui: Celtics @ Nets; Knicks @ Lakers (sempre jogando em casa no natal, né?); Thunder @ Heat, na reedição da última final; Rockets @ Bulls e Nuggets @ Clippers.

Agora sim eu vou ficando por aqui. Quer saber a lista completa dos jogos para essa temporada? Então dá uma clicada aqui

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Qual foi o melhor jogo da temporada passada da NBA?

Toda temporada tem aquele jogo inesquecível. O site oficial da NBA quer saber qual foi esse jogo inesquecível para você.


São 10 opções de voto, que vão da atuação da carreira de Jeremy Lin, triplo-duplo de Rajon Rondo até a sensacional virada do Los Angeles Clippers sobre o Memphis Grizzlies no primeiro jogo da disputa dos playoffs entre as duas equipes, que acabou sendo o meu voto.


Quer dar o seu voto? Então clique nesse link aqui e escolha o jogo que, para você, foi o melhor da temporada.