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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Knicks fez bem ao não cobrir oferta por Jeremy Lin

Sensação da temporada passada, o armador Jeremy Lin é o novo reforço do Houston Rockets, que já havia perdido dois excelentes jogadores na posição: Kyle Lowry, que foi negociado com o Toronto Raptors e Goran Dragic, que era agente livre irrestrito e optou a voltar para o Phoenix Suns, onde terá mais espaço, já que Steve Nash foi para o Lakers.


Lin está de volta ao Rockets por que o time nova-iorquino foi respeitador com o esporte, não cobrindo a oferta de US$ 25.1 milhões por três anos de contrato, o que seria um absurdo.


Quando digo que a atitude do Knicks foi respeitadora ao esporte, digo isso por que seria uma falta de respeito com os jogadores que estão anos lutando para levar suas equipes a uma posição melhor, verem um jogador que fez menos de 30 bons jogos na carreira, em uma temporada de locaute ainda por cima, ganhar o que ele vai ganhar. Se o Rockets quer pagar isso para ter um jogador que não dá para se esperar muita coisa (ele pode jogar muito como pode voltar a ser o Lin de sempre), tudo bem, o Knicks fez questão de deixar o caminho livre.


Já estava praticamente certo que Lin não voltaria para New York, afinal, além do salário absurdo que o time texano ofereceu, a franquia da Big Apple já havia se reforçado bem para a posição, trazendo Jason Kidd, Raymond Felton e o argentino Pablo Prigioni, que nem de longe chega aos pés do brasileiro Marcelinho Huertas, mas enfim.


O contrato de Lin, em seu último ano, vai sair por US$ 14.9 milhões, e o Knicks, como já falei, não estava disposto a pagar esse valor e mais a penalidade por ter ultrapassado o Luxury-Tax, o que daria US$ 35 milhões.


É muito mais vantagem pagar US$ 7 milhões para Felton e Kidd juntos em 2014-2015, não acham?


Mais notícias:


O que o Rockets quer de Lin: O jogo ou o marketing?


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segunda-feira, 9 de julho de 2012

O que o Houston Rockets quer de Jeremy Lin: O jogo ou o marketing?

Lin já teve passagem pelo Rockets, onde
nem foi notado
O armador sensação da temporada passada, Jeremy Lin, aceitou a proposta do Houston Rockets, que é de US$ 28.8 milhões por quatro anos, sendo o último com "Team Option". Agente livre restrito, Lin agora vai esperar o New York Knicks, sua atual equipe, igualar a oferta, ou não, para saber se vai continuar em Nova Iorque ou se vai fazer às malas rumo ao Texas. 


Ao que tudo indica, o time da Big Apple vai igualar, afinal, o Knicks já deixou claro que irá abrir o cofre e fará de tudo para manter Jeremy Lin. Mas afinal, o que Knicks e Rockets querem desse jogador: O seu jogo ou o seu marketing? 


Essa história de "LINsanity" caiu como uma luva para a NBA, que sofria com o locaute e precisava de um novo e improvável "super-herói" para fazer o campeonato norte-americano  ser bem repercutido no mundo. Para se ter uma noção, essa febre de Jeremy Lin rendeu até matéria no horário nobre da TV brasileira, com o Jornal da BAND fazendo uma bela reportagem sobre o jogador. Por aí você já pode ver o alcance internacional que o surgimento dessa sensação não gerou no mundo.


Isso tudo foi benéfico para a NBA e para o New York Knicks, que começou a vender camisas do jogador, passou a ter o Madison Square Garden mais cheio em relação aos jogos antes da explosão de Jeremy Lin, enfim, trouxe e ainda pode trazer muita grana.


Lin, sem dúvida, é uma grande jogada de marketing hoje em dia, mas será que vale a pena pagar US$ 28.8 milhões pelo seu jogo?


Gente, parem para pensar: Quem era Jeremy Lin? Ninguém! Ele é um jogador que não foi draftado, que fez menos de 30 bons jogos na carreira e que desperdiça bolas até dizer chega.


Desde quando ele passou a ser titular do Knicks, ele teve cinco desperdícios de bola ou mais em 13 partidas das 25 que começou jogando. É muita coisa!


Foram 25 jogos como titular em uma carreira apagada por onde passou. Ele jogou bem em um ano de locaute, uma temporada atípica.


O que eu quero dizer com isso tudo é que é um absurdo esse valor que querem pagar ao Lin. O basquete dele não vale isso!


Pra quê serviu o locaute? Jogadores e donos de franquias discutindo e atrasando um campeonato, para depois, no final da temporada, oferecem um contrato excelente para um jogador que nem de mediano podemos chamar.


Com dinheiro comprometido Iman Shumpert, Carmelo Anthony, Amar'e Stoudemire, Tyson Chandler e agora com Jason Kidd, a estimativa é que o time de Nova Iorque nos próximos anos pagará US$ 90 milhões só de impostos por ter ultrapassado o cap salarial. Será que vai valer a pena abrir os cofres para ter Lin?


E para o Houston Rockets, será que vale a pena gastar essa grana toda para trazer uma incerteza?

Pra mim isso tudo é maluquice!

quinta-feira, 8 de março de 2012

Ano do Dragão na China pode ser a explicação para o sucesso de Jeremy Lin

Como explicar o sucesso de Jeremy Lin, um jogador que até pouco tempo era pouquíssimo conhecido até mesmo dos especialistas americanos, quem dirá dos torcedores e jornalistas brasileiros.


Lin deu um "boom", estourou nesta temporada. Isso pode ser fruto de pura evolução, ou outros fatores podem estar influenciando o crescimento do "nerd" de Harvard? 


O locaute pode ter sido um fator favorável para o jogador, porém, para o numerólogo e astrólogo Gary Guy, o sucesso de Lin pode estar associado ao fato de ser o Ano do Dragão na China.


Lin nasceu em 1988, Ano do Dragão e 2012 também é Ano do Dragão no calendário do ano novo chinês, que começa no dia 23 de janeiro, dia, que nos Estados Unidos, o New York Knicks lembrou  do jogador, que estava na D-League.


O especialista diz também que logo no dia 24, um dia após a entrada do Ano do Dragão, ele começou a mostrar serviço, fazendo 8 pontos, pegando 2 rebotes e distribuindo 4 assistências em apenas cinco minutos de jogo, na vitória do Knicks sobre o Charlotte Bobcats, por 111 a 78 .


"Basicamente, as pessoas que nascem no Ano do Dragão vão se beneficiar", afirmou Gary Guy.


Lin não é o único atleta, recentemente, que Gary liga ao zodíaco. Ele acredita que a temporada passada, para Tim Tebow, jogador da NFL, foi surpreendente justamente por que ele havia nascido em 1987, ano do Coelho e o ano passado era o Ano do Coelho, no calendário chinês.


Tebow explodiu para a NFL, dando início a "Tewbowmania". Alguma semelhança com a "LINsanity"?

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

O retorno de Derrick Rose e Carmelo Anthony

Abrindo a rodada, o Chicago Bulls recebeu o Atlanta Hawks, na partida que marcava a volta de Derrick Rose  após ter ficado de fora das últimas cinco partidas por conta de uma lesão nas costas. Nesse período o Bulls venceu três partidas e perdeu duas, caindo para a segunda posição da conferência leste, que agora é liderada pelo Miami Heat.


O MVP já voltou "quente"
Passado os problemas, Derrick Rose (foto: Ray Amati/NBAE/Getty Images) voltou a vestir a camisa da equipe e desfilar todo o seu talento no United Center, levando os 22.033 torcedores ao delírio logo na primeira jogada. Enterrada? Assistência espetacular? Não. Ele simplesmente tocou na bola, o que já é mais do que suficiente para atiçar os seus fãs.


Porém, não foi só quando encostou na pelota laranja que o ginásio foi a loucura. Rose voltou com fome de bola e nos 34 minutos que ficou em quadra, fez 23 pontos, sendo o cestinha do jogo, pegou cinco rebotes e distribuiu seis assistências, fazendo o que melhor sabe: comandando o Chicago Bulls a mais uma vitória. Dessa vez por 90 a 79.


Quem também jogou bem foi a dupla de garrafão, formada por Carlos Boozer e Joakim Noah. O primeiro fez 16 pontos e pegou 5 rebotes, enquanto o francês fez ao contrário, terminando com 5 pontos e 16 rebotes.


Apesar de sair derrotado, Josh Smith fez uma belíssima partida, com 17 pontos, 12 rebotes, 5 assistências, dois roubos de bola e três tocos.


Agora a campanha dos comandados de Tom Thibodeau é de 26 triunfos em 34 jogos.


O outro retorno da noite foi o de Carmelo Anthony, que estava de fora havia sete partidas, porém, o destaque maior era o reencontro entre Jeremy Lin e o New Jersey Nets, o primeiro time a ser vítima da "LINsanity".


Nos últimos jogos, o camisa 17 do Knicks havia feito, em média, 25 pontos, acertando 51% dos seus arremessos e dado 9.2 assistências, enquanto o seu rival da noite, o armador Deron Williams, considerado um dos melhores da posição, tinha médias de 25.7 pontos e 7.1 assistências no mesmo período de jogos.


Confesso que deixei de ver a partida entre o Boston Celtics, time que eu torço e Dallas Mavericks, para poder acompanhar o Knicks em ação. O placar não foi favorável, afinal, os comandados de Mike D'Antoni perderam por 100 a 92, mas gostei do que eu vi.


Jeremy Lin, que desperdiçava muitas bolas, cometeu somente três erros durante toda a partida e manteve as sua boas médias, com 21 pontos, 7 rebotes, nove assistências e 4 roubos de bola. 


Se Lin não foi o jogador que mais desperdiçou bolas, quem foi? Foi Carmelo Anthony, que errou por seis vezes e terminou com 11 pontos, 3 rebotes e 6 assistências. 
Outra novidade da noite foi a estréia do armador Baron Davis (foto: Nathaniel S. Butler/NBAE/Getty Images), que finalmente entrou em quadra, permanecendo por 9:40 minutos, fazendo 3 pontos e dando uma assistência.


D. Williams, o rival da vez de Lin, foi o nome do jogo, com 38 pontos, 4 rebotes e seis assistências, comandando a sua equipe a 10° vitória em 34 partidas.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Parece ter sido só um erro de percurso

Depois de estourar no mundo, Jeremy Lin conheceu a sua primeira derrota como titular do New York Knicks na última sexta-feira, quando desperdiçando 5 bolas nos dez minutos iniciais, 9 no total, não conseguiu comandar a sua equipe à vitória, perdendo, dentro do Madison Square Garden, por 89 a 85, para o fraco time do New Orleans Hornets.


A partir dai começaram alguns questionamentos sobre o jogador, como dizer que ele desperdiça muitas bolas e, como eu até citei aqui, se Lin realmente veio para ficar ou se isso tudo não passa de um momento iluminado do jogador.


Nada como poder comemorar de novo
Foto:Chris Trotman/Getty Images
Pode parecer muito duro criticá-lo por conta de uma derrota e uma atuação abaixo da média, mas temos que lembrar que ele acabou de surgir para o mundo do basquete, ou seja, tem que provar que é bom a cada partida, diferente de quem já é consagrado.


Para mostrar que a derrota para o New Orleans Hornets foi apenas um erro no percurso, Lin tinha uma excelente chance pela frente, já que o Knicks recebeu o Dallas Mavericks, atual campeão.


O camisa número 17 da franquia nova-iorquina novamente cometeu muito erros, desperdiçando 7 bolas, mas os seus 28 pontos, acertando 11 dos 20 arremessos que tentou da linha de dois pontos, seus 4 rebotes, 14 assistências e 5 roubadas de bola, chamaram mais atenção do que os erros, o que foi suficiente para levar sua equipe à vitória. Dessa vez por 104 a 97.


Outro jogador que também teve excelente médias de acerto foi o alemão Dirk Nowitzki, matando 11 de 20 bolas de dois pontos, 4-5 de três e 8-9 dos lances livres, terminando a partida como cestinha, com 34 pontos, além dos 5 rebotes, três assistências e dois roubos de bola que conseguiu.


Mais uma vez Lin teve boa atuação, espantando, momentaneamente, a desconfiança que foi gerada após a sua primeira derrota, e assim será até que ele possa ter uma maior "bagagem" no melhor basquete do mundo e não precise mais provar a cada período que é um bom jogador.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Será que a "LINsanidade" tem data para o fim?

A febre da "LINsanidade" já atingiu o mundo interior, não importa o país e nem mesmo o continente. Só para se ter uma ideia, aqui no Brasil, aonde a modalidade quase não é falada nos próprios programas esportivos, o camisa número 17 do New York Knicks foi destaque em um jornal no horário nobre, mais especificadamente no Jornal da Band, que fez uma excelente matéria sobre o novo queridinho da América. (Clique aqui e veja a reportagem)


Lin começou muito mal ontem,
desperdiçando 5 bolas em 10 minutos
foto:Nathaniel S. Butler/NBAE
  via Getty Images
Porém eu vou contra a maré e vejo a "LINsanidade" com outros olhos, admirando o jogador e reconhecendo o que ele tem feito, é claro, mas tenho as seguintes perguntas: Será que é só uma excelente fase de Jeremy Lin ou ele veio para ficar? O locaute está contribuindo ou é só uma coincidência?


Essa resposta não pode ser dada por mim, por você e nem por ninguém, afinal, não temos ideia do que estar por vir, mas ontem, contra o New Orleans Hornets, em pleno Madison Square Garden, a primeira história negativa da carreira do Lin foi escrita (depois que virou astro) com o principal armador da equipe Nova Iorquina desperdiçando 9 bolas, sendo 5 nos 10 primeiros minutos e perdendo a primeira como titular; Final de jogo: 89 para o Hornets, que venceu apenas o seu 7° jogo em um total de 30 partidas, contra 85 do Knicks.


Lin, apesar do 9 erros, anotou 26 pontos, pegou 2 rebotes, distribuiu 5 assistências e roubou 4 bolas.


Uma coisa eu posso afirmar sobre Lin: Ele comete muitos erros em quadra, desperdiça muita bola e, em uma temporada "normal", sem ser uma atípica por conta do locaute, esses erros nunca são perdoados.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Menos "LINsano", porém, não menos importante

Desde que "Linsano" estourou para o mundo, as atuações dele têm sido dignas de MVP, com um bom número de rebotes para um armador, assistências em bom volume e pontuação alta. Mas ontem, contra o Sacramento Kings, ele não pontuou tanto, porém, isso não diminuiu o brilho da sua atuação.


A nova estrela de New York em mais uma investida
 no ataque
Jeremy Lin (Foto: Chris Trotman/Getty Images)  fez 10 pontos, pegou 5 rebotes e distribuiu 13 assistências na vitória do Knicks por 100 a 85 sobre o Sacramento Kings, continuando a desperdiçar bastante bolas, com seis, mas é o que eu sempre digo: é melhor ter um armador que desperdiça 6, 7, 8 bolas e faz geralmente mais de 20 pontos, do que um de "joga fora" 3 ou 4 jogadas e anota 5 pontos, dando um exemplo.


Dígitos duplos para um armador, no quesito pontuação, sempre é bem vindo, talvez, pela "Linsanidade" que o nerd vem causando, acabamos ficando com a sensação que poderia ter sido melhor e esquecemos que foi mais uma belíssima exibição.


Se nas cestas ele foi econômico, recompensou nas assistências. Sempre maltratando o garrafão adversário, com suas infiltrações e jogadas bem planejadas, Lin conectou diversas pontes-aéreas, para a felicidade de Mickey Tayson, que presente no Madison Square Garden, gostou do que viu, para a sorte de Lin. Brincadeira.


Lin é adorado por todos, seja adulto, criança ou até torcedor adversário
Foto: Chris Trotman/Getty Images 
Parece que o New York Knicks está aprendendo a jogar no estilo Harvard de ser, e Landry Fields também teve excelente noite, fazendo 15 pontos, pegando 10 rebotes e dando 5 assistências.


Com Jeremy Lin, o time de Nova Iorque ainda não perdeu e, com essa vitória, igualou a campanha, tendo 15 resultados positivos e 15 negativos.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Jeremy Lin ataca mais uma vez, fazendo a cesta da vitória à 0.5s do fim

Falar em New York Knicks já está virando sinônimo de falar de Jeremy Lin, a mais nova sensação da NBA, que na partida dessa rodada, contra o Toronto Raptors, que havia vencido recentemente o Boston Celtics e feito jogo duro contra o Los Angeles Lakers, sentiu na pele o talento do jogador, que novamente chamou os holofotes para si, fazendo uma cesta de 3 pontos à 0.5s do fim, dando a vitória para a sua equipe, por 90 a 87, em uma partida que já estava praticamente decretada a prorrogação.


Lin comemora mais uma boa atuação.
Foto:AP
Como se não bastasse a cesta da vitória, Lin ainda foi o cestinha da partida, com 27 pontos, além de ter dado mais 11 assistências, terminando com um duplo-duplo (vale registrar também, que ele desperdiçou 8 bolas). O segundo cestinha foi o espanhol José Calderón, do Toronto Raptors, com 25 pontos. Aliás, eu falei de Calderón por aqui esses dias, dá uma lida clicando aqui.


Quando Lin apareceu para o Madison Square Garden e para o mundo, isso no dia 4 de fevereiro, anotando, contra o New Jersey Nets, 25 pontos, pegando 5 rebotes e dando 7 assistências, a campanha do time nova-iorquino era de nove vitórias e 15 derrotas, e hoje é de 14 triunfos e 15 revés, ou seja, com o "insano Lin", o Knicks ainda não perdeu, passando por cima do Nets, do Utah Jazz, Washington Wizards, Los Angeles Lakers, Minnesota Timberwolves e claro, do Toronto Raptors, a vítima da vez.


As atuações do "nerd" se encaixam muito bem em um dito popular do futebol, que dizem ser uma caixinha de surpresa, afinal, quem apostaria em Lin há duas semanas atrás, aliás, quem era ele há duas semanas atrás?

domingo, 12 de fevereiro de 2012

No duelo entre dois armadores sensações, Lin leva a melhor contra Rubio

Depois de anotar 38 pontos (média de um por minuto) pegar 4 rebotes, distribuiu 7 assistências e roubar duas bolas na vitória contra o Los Angeles Lakers, na última sexta-feira, fazendo a sua melhor atuação na carreira, Jeremy Lin foi até Minneapolis, junto com o New York Knicks, para enfrentar o Minnesota Timberwolves, que descaraterizado, vestia a camisa do Minnesota Muskies (foto da camisa abaixo) time criado em 1967, ainda no tempo que a NBA se chamava ABA (American Basketball Association).




Essa foi a camisa usada na derrota para o Knicks
Além da homenagem, o Timberwolves tinha um outro objetivo para cumprir: parar Jeremy Lin, maior sensação da NBA no momento. Para tentar frear as investidas do meteórico jogador, a franquia de Minneapolis tinha outro armador sensação: Ricky Rubio, um dos melhores calouros da temporada. 


Com inteligência, visão de jogo fora do comum e a mesma juventude de Lin, Rubio poderia ser o cara certo para dar um ponto final nas excelentes atuações do adversário. Poderia, mas não foi. Isso por que Jeremy Lin novamente não tomou conhecimento de seus marcadores e, com 20 pontos, 6 rebotes, 8 assistências e três roubos de bola, novamente comandou o New York Knicks à vitória. Dessa vez por 100 a 98.


Apesar de sair derrotado, Ricky Rubio também merece destaque, afinal, terminou com 12 pontos, 2 rebotes, 8 assistências, três roubos de bola e um toco; O nome da partida foi Kevin Love, que em mais um dos seus duplo-duplos sensacionais, anotou 32 pontos e pegou 21 rebotes.


Quem começou mandando na partida foi o Timberwolves, chegando a estar vencendo por 22 a 11 nos quatro minutos iniciais do confronto. Aos poucos o Knicks ia tentando encostar no marcador, mas o time da casa sempre arrumava um jeitinho de abrir novamente, fechando o primeiro período em 33 a 30.


O duelo entre os dois foi truncado
Na segunda etapa a história se repetiu. Os comandados de Mike D'Antoni chegaram a passar à frente logo no início, fazendo 38 a 37 após uma bola de três pontos de Shumpert, mas lá estava Ricky Rubio que, após converter uma bola de dois pontos, foi para o intervalo vencendo por 62 a 54.


Quem é torcedor da equipe de Nova Iorque sabe como é, tem que ter emoção, drama, dificuldade, senão não é Knicks. E assim que foi o restante da partida, principalmente os seis minutos finais. 


Quando perdia por 93 a 86, Tyson Chandler resolveu colocar fogo no jogo, completando a ponte aérea servida por Landry Fields para começar uma corrida rumo à vitória, que foi decidida quando faltava apenas seis milésimos de segundos, hora que Kevin Love tentou um arremesso de três pontos que daria a vitória à equipe da casa, mas errou.


É sempre válido lembrar que o New York Knicks não está contando com Carmelo Anthony e Amar'e Stoudemire, que estão machucados. Vamos ver o que Jeremy Lin vai conseguir fazer quando esses dois voltarem. Será que ele vai por ordem na casa ou o time vai voltar a ser uma bagunça? 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Será que o Knicks achou o seu armador?

Quem diria que um time que tem como base três estrelas iria achar em um jogador totalmente desconhecido o seu porto seguro?

É isso que atualmente está acontecendo com o New York Knicks e o seu mais novo queridinho, o americano, filho de pais chineses, Jeremy Lin (foto), sensação da NBA no momento. Com um total de 53 pontos e 15 assistências, nas partidas contra New Jersey Nets e Utah Jazz, os olhares começaram a ser voltar para o jogador, que ganhou a confiança de Mike D'Antoni.


Ontem, o garoto de apenas 23 anos, novamente tinha mais um desafio pela frente, quando o time nova-iorquino, desfalcado de Carmelo Anthony e Amar'e Stoudemire, enfrentou o Washington Wizards. O adversário não era lá essas coisas, mas com a irregularidade do Knicks e sem as suas duas principais estrelas, as coisas poderiam complicar, mas não complicou. Isso porque, novamente J.Lin, foi o nome da partida, anotando 23 pontos, pegando 4 rebotes e distribuindo 10 assistências, sendo fundamental na vitória da sua equipe, por 107 a 93.


Ainda é cedo para dizer se Jeremy Lin é o cara que faltava para acalmar e armar as jogadas, dando passes mais açucarados para as estrelas do time, mas pelo que estamos vendo até agora, o garoto, que começou a sua carreira como profissional no Golden State Warriors, aonde jogou somente 29 partidas em 2010 e teve míseras médias de 2.6 pontos, 1.2 rebotes e 1.4 assistências, vem se mostrando uma peça importante para a sequência do time.