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terça-feira, 18 de setembro de 2012

Torcida do Hornets está animada com a possível reformulação da franquia


O New Orleans Hornets, por mais que tentasse e tivesse o armador Chris Paul em seu elenco, não conseguia ser um mercado atraente para a NBA. Após a ida de Chris Paul para o Los Angeles Clippers, a situação parecia que iria piorar, já que a campanha na temporada passada foi bastante desaminadora, totalizando 21 vitórias e 45 derrotas, sendo a pior equipe da conferência oeste, mas, já para essa temporada, a sorte do Hornets tem tudo para mudar.

Recuperado de lesão, Eric Gordon, que chegou à equipe na temporada passada e fez apenas nove partidas, está animado, chegando a declarar que esse é o campeonato para ele se tornar um All-Star. Além do talento e da motivação  de Gordon, a equipe de New Orleans vai contar com a chegada da primeira escolha do draft passado e campeão olímpico Anthony Davis (foto) e do armador Austin Rivers, filho do técnico Doc Rivers e uma das grandes promessas para os próximos anos.

Vendo o início da reformulação da franquia começar a efervescer, a torcida do Hornets promete dar todo o apoio ao time, o que já pode ser notado na venda de ingressos para a temporada 2012-2013. Somando compra para toda a temporada com avulsos, a média de ingressos vendidos para cada partida já ultrapassa a marca dos 12 mil, o maior número de vendas desde que a franquia se mudou de Charlotte para New Orleans, em 2002.

Com peças jovens e um time emergente, a torcida do Hornets, assim como a equipe, está confiante que nessa temporada o famoso ressurgimento da franquia realmente aconteça.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

O campeão caiu diante do New Jersey Nets

Definitivamente esta temporada está maluca. É time grande tendo dificuldades para vencer equipes de menor expressão, ou até mesmo perdendo, como foi o caso do Dallas Mavericks, que jogando em casa, perdeu por 93 a 92 para o fraco time de New Jersey, que conquistou a sua 11 vitória em 36 partidas.


O pivô ficou a um ponto de igualar a sua melhor marca na
carreira
Nem a força da torcida e os 24 pontos de 10 rebotes de Dirk Nowitzki foram suficientes para a os atuais campões evitarem a segunda derrota seguida. Isso por que o alemão deu um passe açucarado para Jason Kidd, que só tinha que acertar a cesta para a sua equipe sair com a vitória, mas o experiente armador acabou se enrolando com a laranjinha e, já marcado, acabou arremessando de qualquer jeito, só para não morrer com a bola nas mãos.


O grande nome da partida foi o pivô Brook Lopez( foto acima: AP), que marcou 38 pontos, pegou 6 rebotes e deu uma assistência.


D-Rose salva o Bulls


O voo sobre a defesa visitante
É, quem pensa que o Dallas Mavericks foi o único mandante que teve dificuldades contra uma franquia fraca, está enganado. O Chicago Bulls, em pleno United Center, precisou, e muito, dos serviços de Derrick Rose (foto: Jonathan Daniel/ Getty Images), que foi o segundo cestinha da noite, com 32 pontos anotados, garantindo a vitória para a sua equipe por 99 a 95.


Lembram que o New Orleans Hornets estava querendo dispensar o pivô Chris Kaman, que chegou esse ano à franquia, vindo da troca que levou Chris Paul para o Los Angeles Clippers? Então, ele foi o melhor do time nos três principais quesitos, fazendo 17 pontos, pegando 11 rebotes e distribuindo 5 assistências, o que é muito para um pivô.


Com essa vitória, mais uma garantida por Derrick Rose, o Bulls segue firme em busca da retomada da primeira colocação da conferência leste, já que possui 28 vitórias e 8 derrotas, enquanto o Miami Heat, líder, tem 27 vitórias e 7 derrotas.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Uma noite premiada com muitas cestas

Quem, assim como eu, imaginava que a rodada de ontem não reservaria muitas emoções para os fãs da NBA, acabou se enganando. Em uma noite atípica, aonde muitas bolas "morreram" no barbante, dos 10 times que entraram em quadra, 7 passaram da marca dos 100 pontos. Sensacional! O único jogo aonde nenhuma equipe alcançou dos três dígitos no marcador, foi no embate entre Memphis Grizzlies e Philadelphia 76ers, que terminou 89 a 76 para a equipe do espanhol Marc Gasol. Ou seja, esse jogo não será destaque nas próximas linhas.


As táticas do treinador não foram suficiente para sair
de quadra com a vitória
Abrindo a noite, o Cleveland Cavaliers recebeu o Detroit Pistons, que vinha de três vitórias seguidas, sendo duas sobre o Boston Celtics. A equipe comandada por Lawrence Frank (foto: Yahoo Sports) tinha tudo para sair com mais uma vitória, afinal, o time de Ohio estava sem um dos principais nomes da temporada, o brasileiro Anderson Varejão, que vem desfalcando a equipe faz um tempinho, por conta de uma fratura na mão.


Os visitantes chegaram a estar vencendo até os cinco minutos finais, mas depois de uma corrida de 11 pontos, o Cleveland virou o jogo com uma bola de três pontos de Antawn Jamison, que terminou com 32 pontos, 10 rebotes e duas assistências, fazendo 86 a 85 no marcador.


Engana-se quem imagina que o Cavs passou a tomar conta do jogo. Com muito erros de ambos os lado, o confronto ficou totalmente aberto e quem parasse de "jogar pelada", levaria a vitória. 


No final das contas, após dois lances livres de Gibson, os donos da casa fizeram 101 a 97, faltando dois segundos para o fim, tempo suficiente para Ben Gordon matar uma bola de três do meio da rua e diminuir a vantagem da vitória dos cavaleiros de Cleveland. Final de jogo: 101 a 100.


No jogo dois a história se repetiu, com um confronto equilibrado e placar muito alto. Assim foi Indiana Pacers e New Orleans Hornets, que aconteceu Indianapolis. O confronto não coube somente em 48 minutos, pois Trevor Ariza empatou a partida para os visitantes faltando cinco segundos para o final do confronto. Nessa altura, o placar já era de bom grado, com 100 pontos para cada lado.


Indo para a prorrogação, Danny Granger resolveu chamar a responsabilidade, mandando uma belíssima e certeira bola de três pontos, para fazer 103 a 100 para os donos da casa. A partir dai o Pacers começou a abrir, chegando a fazer 113 a 102 e, administrando o resultado, venceu por 117 a 108, com destaque para a atuação de Roy Hibbert, que fez 30 pontos, pegou 13 rebotes e deu 3 tocos.


Em Miami, o Heat teve uma partida mais tranquila, afinal, o seu poderoso trio era muito superior ao time do Sacramento Kings.


Apesar da vitória por 120 a 108, quem começou dando as cartas foram os visitantes, que fecharam os 12 minutos iniciais em 32 a 26, após uma bola de três de Tyreke Evans, que com o relógio quase zerando, teve a felicidade de acertar do meio da quadra, mas foi só. 


Não é só o Wade que é destaque nos jogos do Heat
Dominante nos períodos seguintes, o time da Flórida contou com grande atuação de Dwyane Wade, que fez 30 pontos, pegou 4 rebotes, deu 10 assistências, roubou 3 bolas e deu dois tocos, ajudando a sua equipe a conquistar a 26° vitória em 33 partidas, mantendo a liderança isolada da conferência leste. (foto: Mike Ehrmann/ Getty Images)


Fechando os jogos com placares maravilhosos, o San Antonio Spurs, ficou no quase, faltando três pontos para chegar aos 100. Mas se os comandados de Gregg Popovich não conseguiram, o Portland Trail Blazers não só fez, como passou um pouco da conta, vencendo por 137 a 97. Que placar!


Com o resultado, o Trail Blazers encerrou a sequência de vitórias do Spurs, que já durava 11 partidas.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Para aonde vai Chris Paul?

Ultimamente só se tem falado em Chris Paul e a sua possível transferência. Todos os sites norte-americanos que você clica lá está ele na capa ou em uma matéria de destaque, sempre sob rumores e mais rumores. 


Lá na temporada passada já se falava que o jogador tinha interesse de ir para o New York Knicks para jogar ao lado do seu amigo Carmelo Anthony, mas recentemente ele negou que queira ir para a franquia da Big Apple. Agora, a cada semana que passa o seu nome é envolvido em novos rumores.


Segundo a imprensa norte-americana o Los Angeles Lakers está de olho no armador, já que o responsável por comandar as jogadas do time californiano atualmente é Derek Fisher, que já está ficando velho e não deve passar de três temporadas e o seu substituto, Steve Blake não é nem de longe confiável. Para contar com jogador, fontes afirmam que o Lakers está disposto a colocar todos os seus atletas à disposição para uma troca, exceto Kobe Bryant, é claro. 


Outros times interessados em Chris Paul são: Los Angeles Clippers, Golden State Warriors e o Boston Celtics.


CP3 teria dito que as suas chances de ir para o Clippers ou para o Warriors iria aumentar se uma dessas franquias assinassem contrato com Tyson Chandler, que atualmente é agente livre, mas uma fonte informou que o Warriors não teria recebido essa mensagem. Já o Clippers não demonstrou interesse em assinar com o ex-companheiro de Chris Paul no New Orleans Hornets.


O Boston Celtics, a terceira equipe que estaria interessada no jogador, pensa em usar como moeda de troca o seu principal armador, Rajon Rondo. 


Sinceramente, eu não consigo entender o porque dessa fissura de tentar trocar de qualquer jeito um dos melhores armadores da liga, que possui um anel de campeão, foi por duas vezes All-Star e em três oportunidades esteve no All-Defense Team. 


Tudo bem que ele é um jogador difícil de se relacionar, como já declarou o técnico Doc Rivers, mas não dá para trocar um jogador desses, que ainda tem mais quatro anos de contrato por um que é uma estrela e ponto final e na temporada seguinte vai se tornar agente livre. E ai, se as coisas não derem certo em Boston? Vai ser só um ano para CP3, ou seja, ele não vai sentir o mínimo remorso em ir embora e se juntar aos seus "amiguinhos" em uma busca desesperada por um anel de campeão, nem que para isso tenha que formar um Big Three. Sem contar que Paul é um ano mais velho que Rondo e além disso, ele vai ganhar US$ 6 milhões à mais nessa temporada em relação ao armador celta, jogando de vez a equipe de Massachusetts no "Luxury Tax".


Está certo que o Celtics quer fazer a sua renovação, mas renovar trocando um jovem pelo outro não tem muito sentido. Para os verdinhos é mais fácil trocar Kevin Garnett, que do trio que ainda conta com Paul Pierce e Ray Allen, aparentou ser o mais cansado devido à idade, do que correr o risco de dar um tiro no pé. 


Não obrigatoriamente tentar envolver o K.G nessa negociação. Pode ser em outra, contando que o time pegue um jogador jovem e com um bom contrato para poder começar um novo ciclo.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

No Lakers, tirando Kobe Bryant, todo mundo pode ser trocado

A moral desse trio já não é a mesma
O time de Los Angeles está querendo renovar a sua equipe e para isso não vai medir esforços para trazer jogadores mais jovens e em melhor momento na carreira. 


Segundo Chris Broussard, da ESPN americana, o Lakers está indo com tudo para tentar contratar o pivô Dwight Howard e o armador Chris Paul (ambos na foto), que já eles demonstraram interesse em sair das suas respectivas equipes. 


Para trazer esses dois grandes jogadores, o time agora comandado por Mike Brown está colocando todo o elenco à disposição para uma possível troca, menos o Kobe Bryant, astro maior da liga.


Está sendo cogitado inclusive envolver Pau Gasol e Andrew Bynum nas negociações. Gasol tem ido muito mal nas últimas duas temporadas, mas encontrando novamente o "rumo", se torna um dos melhores jogadores da liga, enquanto Bynum é de um talento excepcional, mas parece que os manda-chuvas do Lakers já perceberam que o seu problema no joelho o perseguirá por toda a carreira.


Ainda não sabemos qual será o destino final de CP3 e de D-12, mas um coisa é certa: Eles serão trocados, porque como já citei acima, ambos já declararam que querem trocar de equipe e no ano que vem eles vão se tornar agentes livres e consequentemente tanto o Hornets quanto o Magic iria ficar de mãos abanando, enquanto agora podem conseguir bons jogadores, com um contrato longo pela frente. 


Boston Celtics quer contar com Glen Davis para essa temporada


Com apenas seis jogadores sob contrato e dois calouros por assinar, Danny Ainge está tendo que correr contra o tempo para montar um bom elenco para a temporada 2011/2012.


No primeiro dia em que as equipes puderam entrar em contato com os jogadores, Ainge decidiu começar pelo agente livre que mais estava perto de "casa"; Glen Davis. 


O jogador que quando quer joga o que sabe, mas quando não está bem passa desconfiança, é uma opção que os celtas querem contar para essa temporada, aonde a franquia vai passar por uma momento de renovação, possivelmente sendo a última temporada de pelo menos um dos três jogadores do trio de ferro, formado por Ray Allen, Paul Pierce e Kevin Garnett.


Conhecido também como "bebezão", o jogador já demonstrou que tem lá os seus talentos, mas o sobrepeso é um fator que atrapalha o seu rendimento.