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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Lakers está no playoffs, apesar de tudo

Sem Kobe e com Nash machucado, importância de Gasol e Howard aumenta no Lakers
Uma equipe montada para dominar a Conferência Oeste e tentar igualar o número de títulos do maior campeão da NBA, o Boston Celtics, ainda neste campeonato, mas que, pela primeira vez na história perdeu todos os jogos da pré-temporada. No início da regular season, trocou de treinador. Um time que sofreu com lesões durante toda a competição, que chorou a morte do dono majoritário da franquia, Jerry Buss. Uma equipe que correu sérios riscos de ficar de fora da pós-temporada pela sexta vez na história da liga e que, na hora de decidir o futuro no campeonato 2012/2013 da NBA, perdeu Kobe Bryant por lesão. Esse foi o script da atual temporada regular do Los Angeles Lakers, que daria muito bem para figurar em um filme de terror, mas, apesar de tudo, teve um final feliz, ou melhor, um final menos vexatório.

A sétima posição no Oeste, depois da derrota do Utah Jazz para o Memphis Grizzlies e a vitória sobre o Houston Rockets, na noite de ontem, não veio de maneira fácil. Um time que viveu altos e baixos durante toda a temporada, que parecia desunido em alguns momentos, com alguns atletas sendo bastante contestados, como é o caso do ala/pivô Pau Gasol, que vem sendo o principal alvo de críticas nos últimos anos, mas que novamente fez um bom campeonato, terminando a regular season com médias de 13.7 pontos, 8.6 rebotes e 4.1 assistências.

O Lakers ganhou uma sobrevida na temporada, uma espécie de segunda chance para mostrar que o projeto de juntar estrelas, assim como fez o Boston Celtics e o Miami Heat, mais recentemente, poderá ser um sucesso logo de início, como aconteceu com o rivais.

Sem Kobe Bryant e Steve Nash, que pode voltar para a primeira rodada, mas ainda não é garantido, o bom desempenho do time na pós-temporada passará pelo garrafão; passará pelas mãos de Pau Gasol e Dwight Howard.

É, para quem não acreditava (inclusive eu), o Lakers está nos playoffs, apesar de todos os problemas durante a temporada. Se o time vai longe ou se vai ser varrido pelo Spurs, aí só acompanhando a pós-temporada para saber.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Heróis improváveis

Boa atuação da dupla "quebrou" o jogo previsível do time angelino

Sem Kobe Bryant, já era esperado que a dupla Dwight Howard e Pau Gasol seria muito acionada contra o San Antonio Spurs, na noite deste domingo, no Staples Center. Mas usar apenas o garrafão para tentar vencer um dos melhores elencos da NBA não seria suficiente para os comandados de Mike D'Antoni, ainda mais com Tim Duncan e Tiago Splitter, em constante evolução, fazendo o trabalho defensivo na área pintada adversária. O time precisava fazer mais do que o óbvio para sair de quadra com a vitória e dar mais um passo rumo aos playoffs da NBA...Steve Blake, no primeiro tempo, e Antawn Jamison, no último período, pareciam saber disso.

Dwight Howard foi o cestinha da partida, com 26 pontos, além de ter contribuído com mais 17 rebotes. O pivô era a saída mais esperada para o desesperado Lakers, mas foi o armador reserva do time californiano que foi o responsável por abrir a defesa adversária. Praticamente perfeito nos dois primeiros períodos, Steve Blake foi para o intervalo com 18 pontos, simplesmente empatando, em apenas dois quartos de partida, a sua melhor atuação na temporada. Isso graças as quatro bolas de três pontos convertidas em cinco tentativas.

No segundo tempo do confronto foram mais quatro tentativas de três pontos, mas nenhuma bola caiu. Aí foi a hora de Antawn Jamison colocar fogo no jogo. No total foram 15 pontos e seis rebotes em 19 minutos jogados. Duas das três bolas de três pontos do veterano vieram em momentos cruciais do quarto período, fazendo a equipe da casa abrir vantagem e inflamar o Staples Center.

A dupla Howard e Gasol, novamente mandou bem, com o espanhol pegando 16 rebotes e fazendo sete pontos, mas volto a repetir: isso já era esperado por parte desses atletas.

Tim Duncan foi Tim Duncan, mostrando seu repertório sensacional e terminando a partida com 23 pontos, 10 rebotes e quatro assistências. Porém, na noite dos heróis improváveis, deu Lakers, que finalizou o duelo em 91 a 88, conquistando a quarta vitória consecutiva e ficando mais perto dos playoffs.

Agora, o time angelino terá que torcer contra o Utah Jazz, que nesta segunda-feira vai visitar o Minnesota Timberwolves. Em caso de derrota da equipe de Salt Lake City, o Lakers conquistará, de maneira antecipada, a oitava e última vaga da Conferência Oeste para a pós-temporada da NBA.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Qual será o tamanho do vexame do Los Angeles Lakers?

Sim, estou de volta com o Blog Planeta Cesta (clique aqui e leia mais). Nesse retorno nada melhor do que falar do time que mais decepciona na temporada 2012/2013 da NBA: o Los Angeles Lakers.


Indo aos playoffs ou não, uma coisa é certa no Los Angeles Lakers 2012/2013: a campanha é vexatória. Conseguir chegar na pós-temporada não será uma vitória, mas um vexame menor, afinal, a equipe se movimentou na off-season para tentar dominar sua conferência, assim como os times do Miami Heat, New York Knicks, Oklahoma City Thunder e San Antonio Spurs estão fazendo. E não para lutar pela última posição no Oeste contra o Utah Jazz, que não possui o mesmo nível de investimento aplicado na franquia angelina e, mesmo assim, pelo calendário, está com maiores chances de ficar com a vaga.

A vitória dos comandados de Mike D'Antoni na noite de ontem (quarta 10/04), contra o Portland Trail Blazers, no Rose Garden, deu ao Lakers novamente a última vaga do Oeste para os playoffs, ultrapassando o time de Salt Lake City, que possui 41 bons resultados, um a menos que o adversário da Califórnia.

Esse foi o segundo triunfo seguido do Lakers, mas, para conseguir o bom resultado diante de um time em reformulação, que possui apenas LaMarcus Aldridge como um jogador "com bagabem" na liga, o elenco angelino precisou que tudo desse certo nos momentos certos. Kobe fez a sua melhor partida na temporada, registrando 47 pontos, oito rebotes, cinco assistências, três roubos de bola e quatro tocos em 48 minutos em quadra. Dwight Howard, fazendo o simples, deu um gás ao time no terceiro período, terminando com 20 pontos e 10 rebotes, números que devem ser subtraídos pelos seus seis desperdícios de bola. Já Pau Gasol mostrou o verdadeiro Pau Gasol. Praticamente perfeito nos tiros de quadra, com 11 bolas convertidas em 15 tentativas, o espanhol contribuiu com 23 pontos, sete rebotes, nove assistências e dois tocos. 


A união de quatro estrelas prometia fazer do Lakers um dos melhores times da NBA
Vendo os números dos principais jogadores da franquia, nada mais justo que pensar em uma vitória tranquila do Lakers. Mas não, o resultado final foi 113 a 106 a favor dos visitantes, que chegaram a sofrer 41 pontos apenas no primeiro período de partida, repito, contra um time em reconstrução, que era praticamente LaMarcus Aldridge e o calouro Damian Lillard em quadra. A propósito, grande partida da dupla, com Andridge fazendo 17 pontos e pegando 16 rebotes e Lillard sendo o grande nome pelos comandados de Terry Stotts, com 38 pontos e nove passes que resultaram em cestas.

Essa vitória foi fundamental para o Lakers se manter vivo na briga pelos playoffs e tentar evitar que a franquia fique de fora da pós-temporada pela sexta vez na história, contando desde a época em que pertencia a Minneapolis.

Não que uma derrota acabasse com a chance de se classificar, mas, como já disse no início do texto, o calendário do Utah Jazz para os últimos três jogos é menos complicado que a do Lakers, sem contar que, em um possível empate nas campanhas, quem ficará com a vaga será o time de Utah, por ter vencido dois confrontos diretos em três realizados.

Utah terá pela frente o Minnesota Timberwolves duas vezes, enfrentando a equipe de Ricky Rubio nesta sexta-feira, em casa, e no dia 15, fora, fechando o calendário da temporada regular contra o Memphis Grizzlies, longe de seus domínios, no dia 17.

Já o Lakers jogará os três confrontos restantes no Staples Center, mas em compensação terá só pedreiras pela frente, enfrentando Golden State Warriors (12/04), San Antonio Spurs (14/04) e Houston Rockets (17/04).

Para ir aos playoffs sem ter que torcer contra o Jazz, só vencendo os três jogos, o que, particularmente, não acredito, afinal, como confiar em um time que sofre barbaridades para vencer adversários fraquíssimos, mesmo atuando em casa, como foi o caso do New Orleans Hornets, no último dia nove? Sinceramente, torcedores do Lakers, dá para confiar ou a crença vai pura e simplesmente na fé de torcedor?

Caso o Utah Jazz vença dois jogos e o Lakers perca dois, o que não será nada fora do normal, Kobe e companhia vão entrar de férias mais cedo, algo que não acontece desde o campeonato 2004-05, quando o time de Los Angeles teve campanha negativa pela última vez, com 34 vitórias e 48 derrotas.

O vexame na temporada regular 2012/2013 já está decretado, e não é desse mês. Agora resta saber se a vaga nos playoffs virá, para tentar diminuir a pífia campanha, ou se o time que mais investiu em salários na temporada (pouco mais de $100 milhões) não vai passar de um projeto mais do que frutado, principalmente para os torcedores, que depositavam suas fichas no 17° título da NBA ainda nesta temporada, feito que tornaria o Los Angeles Lakers o maior campeão da história da liga, junto com o Boston Celtics.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Howard declara amor por Orlando

O pivô Dwight Howard comprou um anúncio na página dominical do jornal Orlando Sentinel (foto ao lado) para agradecer pelos oitos anos que atuou pelo Orlando Magic, dizendo que "jogar basquete na NBA é uma benção e ter tido a oportunidade de jogar para a torcida de Orlando por oito anos foi um privilégio e uma honra. Palavras não podem expressar o amor que tenho pela cidade”.

Quando eu li essa declaração confesso que fiquei um pouco tonto, sem entender nada o que estava acontecendo.

Primeiramente, Howard tem todo o direito de escolher por qual time ele quer jogar, afinal, o basquete para os jogadores não é entretenimento como é para nós. Para eles, basquete é trabalho, é a fonte de dinheiro e mais, sucesso profissional, o que D12 está buscando agora no Los Angeles Lakers.

Quem somos nós para dizer se ele ama ou não a cidade de Orlando? Quem somos nós para apontar para ele e dizer: não, você deveria ter ficado no Magic até o final da sua carreira. Não somos ninguém, cada um faz o que quer da sua vida. Mas há de se admitir que há uma contradição no que ele diz agora com suas atitudes até alguns meses atrás.

Howard estava louco para mudar de time, custasse o que tivesse que custar. Conseguiu, saiu do Magic, odiado pelos torcedores, que chegaram até a queimar a camisa com o nome do jogador, agora, faz juras de amor. Será que está querendo limpar sua barra?

Errado não foi ele sair do Magic, errado, e aí sim podemos falar, foi a falta de carácter que ele teve para com a franquia. 

Trocar de time não é o problema, o problema está no meio como se faz isso, como foi o caso de LeBron e agora o de Howard. Sério, precisa disso tudo? 

Poxa, olhando para o mesmo Lakers, nós temos um exemplo claro que para trocar de time não necessariamente precisa sair sendo odiado pelos torcedores da sua antiga franquia. Steve Nash, que passou os últimos oito anos no Phoenix Suns saiu e não deu em nada, Shaquille O'Neal se aposentou pelo Boston Celtics e agora terá a camisa aposentada no Lakers, enfim, se fizermos uma lista, podemos ficar aqui o dia inteiro.

Eu não sei não, às vezes falta mesmo é um pouquinho de inteligência. 

Só lembrando que Howard chegou no Lakers falando que preferia ter ido para o Nets, enfim...

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Completando 34 anos, até quando Kobe Bryant conseguirá jogar em alto nível na NBA?

Kobe comemora a sua primeira conquista na NBA, junto com
os também lendários Magic Johnson e Shaquille O' neal
Um dos melhores jogadores de basquete de todos os tempos está soprando velinhas nesta quinta-feira. Há exatos 34 anos, no dia 23 de agosto de 1978, nascia, na Filadélfia, Kobe Bryant, um dos atletas mais reconhecidos e adorado em todo o mundo dentre todos os esportistas de diversos esportes.

Kobe dispensa apresentações. Seus dois ouros olímpicos, seus cinco anéis de campeão na NBA e sua titularidade no All-Star Game desde a sua segunda temporada, sendo MVP em quatro ocasiões (2002, 2007, 2009 e 2011), seus 81 pontos contra o Toronto Raptors, em 2006 etc, falam por si só.


Desde o seu início na NBA, vindo direto do High School, sendo draftado pelo New Orleans Hornets na 13° posição, na temporada 1996, seu trocado para o Los Angeles Lakers, único time que defendeu em toda sua carreira, muito tempo se passou. Agora, Kobe já tem o seu nome marcado na história do esporte mundial, como um dos maiores atletas de todos os tempos em qualquer modalidade que seja, mas a idade chega até para às lendas, que eu costumo dizer que ficam velhos, mas que são imortais, afinal, uma lenda sempre fica viva no imaginário das pessoas. Com 34 anos, falta pouco tempo para Kobe dizer adeus ao basquete e deixar muitos fãs "órfãos". Mas quando será que isso irá acontecer?

Kobe está indo para a sua 17° temporada no melhor basquete do mundo, vindo de uma temporada onde teve a sua quarta melhor média de pontos em toda a carreira profissional, anotando 27.9 pontos, em média, por partida, além de estar motivado pelo título olímpico e pela vinda do veteraníssimo armador Steve Nash e do pivô mais dominante da atualidade, Dwight Howard, que irão se juntar, além de Kobe, também ao talentosíssimo ala/pivô espanhol Pau Gasol e ao cão de guarda Ron Artest, no time que pode fazer com que o torcedor angelino relembre os velhos tempos da dinastia da equipe, quando com Kobe, Shaquille O'neal e o treinador Phil Jackson, o Lakers conquistou três campeonatos seguidos, faturando os títulos de 2000, 2001 e 2002.

Quanto tempo Kobe Bryant ainda terá de "vida útil" no basquete, só ele sabe, mas, com certeza, o sentimento de todos, eu digo todos, os fãs da modalidade, é para que ele ainda tenha muita lenha para queimar. E se der para jogar em alto nível até os 40, que jogue. 

Leia mais:

Com a ida de Howard para o Lakers, finalmente veremos uma final entre Kobe e LeBron?

2012: o ano de LeBron James


Calendário 2012/2013 da NBA é divulgado. Confira os principais confrontos

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Com a ida de Howard para o Lakers, finalmente veremos a final entre Kobe e LeBron?

Não é novidade nenhuma que a NBA sempre quis promover uma final envolvendo os dois maiores astros da atualidade: Kobe Bryant e LeBron James, na tentativa de fazer com que o campeonato norte-americano volte a ter o mesmo nível de atenção dos torcedores que tinha na década de 1990, nem que seja momentaneamente.

Se antes a final entre Kobe e LeBron parecia improvável, com Los Angeles Lakers e Cleveland Cavaliers e Miami Heat, os dois times da carreira de LeBron, vivendo momentos diferentes, agora, tanto o Lakers quanto o Heat apontam como favoritos para fazer a final da NBA. 

O Heat, atual campeão, que já tinha o seu trio de ferro, recebeu o reforço de Ray Allen, além de ter um LeBron motivado pela conquista olímpica. Do lado angelino, Kobe, que também esteve no título americano em Londres, terá, além do seu velho companheiro Pau Gasol, a vinda de Steve Nash, um dos melhores armadores de todos os tempos, e Dwight Howard, o pivô mais dominante da atualidade. Com esse quarteto, somado ao excelente defensor Ron Artest, o Lakers se torna favoritíssimo à conquista da conferência oeste, desbancando, pelo menos no papel, o time do Oklahoma City Thunder, que atualmente desponta para dominar a sua conferência.

Finalmente parece que os torcedores terão claras chances de ver o Lakers de Kobe e o Miami Heat de LeBron decidindo o campeonato no final da temporada. Mas, quem deve estar mais feliz do que os torcedores é a própria NBA, que já deve estar fazendo os cálculos de quanto poderá lucrar com o possível confronto na final, uma decisão que será, sem dúvidas, uma das mais esperadas da última década.

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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Dwight Howard, o Super-Homem, vai levar seus "poderes" para o Lakers

Depois de tanta especulação e disse me disse, com a NBA até tendo colocado à venda sua camisa no site do New Jersey Nets, deu até medo de postar quando eu vi que a novela de Dwight Howard tinha acabado e que esse mala sem alça foi, finalmente, para o Los Angeles Lakers, time que ele fez o inferno para estar. Mas parece que agora é oficial mesmo, não é nada de boatos não. Deu no site da NBA e Kobe Bryant, astro da franquia, já se manifestou no Facebook. Então acho que dá para confiar, né?



Para D12 ir para o Lakers houve uma troca envolvendo mais três times, com Andrew Bynum indo para o Sixers, o Magic, agora ex-time de D12 recebendo o ala-armador Arron Afflalo e o ala Al Harrington (Nuggets), o ala Moe Harkless, que foi a décima-quinta escolha do último draft, o pivô Nikola Vucevic (Sixers), o ala Christian Eyenga e o ala-pivô Josh McRoberts (Lakers). O Nuggets, que também foi envolvido na troca, vai ficar com o ala-armador Andre Iguodala. Jason Richardson, ex-Magic, também para o Sixers, junto com Bynum.

Que bom que essa novela terminou, porque já estava dando no saco, de verdade. D12 se mostrou um jogador imaturo, criando briguinhas internas com o então treinador da sua equipe, Stan Van Gundy, chegando ao ponto dele ser demitido.

Agora a equipe angelina repete o que fez o Miami Heat, formando um trio de ferro, ou melhor, um trio de aço, com Howard, Kobe e Steve Nash. Nessa jogada ainda tem o espanhol Pau Gasol. Que timão que os angelinos estão montando.

Será que nessa temporada o Lakers conseguirá desbancar o Heat e levar o título, igualando os 17 títulos do Boston Celtics, maior vencedor da história da liga? 

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Lakers mandou bem ao fechar com Steve Nash por três temporadas?

O adeus de Steve Nash ao Suns
É meus amigos, Steve Nash renovará seu contrato com o Phoenix Suns, que o mandará para o Los Angeles Lakers em troca de duas futuras escolhas de primeira rodada do Draft (2013 e 2015) e mais duas de segunda rodada (2014 e 2016). Agora, com 38 anos de idade, Nash, que ainda joga muita bola, e mais, apesar da idade, é um jogador que pouco se lesiona, vai ganhar algo em torno de US$ 27 milhões por três temporadas, em um time que poderá levá-lo à final da NBA pela primeira vez na carreira.


Bom, o título já deixa claro o questionamento. Será que realmente foi um bom negócio? Pensando SÓ em basquete, nossa, que quinteto, com Steve Nash, Kobe Bryant, Ron Artest, Pau Gasol e Andrew Bynum. Realmente, cinco jogadores para Mike Brown não ter o reclamar. O problema está fora das quadras, melhor dizendo, está no contrato que será assinado, provavelmente, no dia 11 de julho, primeiro dia para os agentes livres e os times firmarem, oficialmente, um contrato de trabalho.


Tudo bem, eu respeito a festa de vocês, torcedores do Lakers, mas já pararam para pensar que o contrato entre Steve Nash e o time angelino terá fim quando ele estiver com 41 anos? E aí, esse Nash de hoje em dia, que com 38 anos ainda encanta a NBA, estará fazendo isso daqui há três temporadas, quase chegando na idade de ser vovô? 


Podem me xingar, mas não achei tão legal assim essa contratação, justamente pela justificativa que eu dei acima. Poxa, 41 anos, há de se considerar isso.


"Ontem", o Lakers fez um contrato absurdo para ter Pau Gasol e "hoje", com a idade do espanhol avançando e seu jogo caindo de produção, tentam empurrá-lo feito loucos para qualquer time, por qualquer coisa, o que importa mesmo é não ter o peso do contrato atrapalhando a equipe de fazer grandes ofertas à estrelas que são agentes livres irrestritos e querem trocar de franquia.


Será que o mesmo erro não pode estar sendo cometido novamente?

domingo, 13 de maio de 2012

No final das contas, Los Angeles sobreviveu a dois jogos 7

Ganhar um jogo sete não é fácil, ganhar dois é mais complicado ainda. Los Angeles Lakers e Clippers tinham essa missão, de irem para o tudo ou nada e saírem vencedores. 


A vitória do Lakers sobre o Denver Nuggets eu já comentei em um texto publicado mais cedo, mas vale relembrar alguns pontos: A vitória veio, parabéns, mas não há motivos para comemorar. O time angelino correu sério risco de ser eliminado para uma franquia que sofreu uma pequena revolução recentemente e, com suas novas peças, ainda busca sua identidade.


O garrafão sucumbiu para um calouro 22° escolha do Draft. Estou falando de Kenneth Faried, que fez o seu nome na temporada, terminando o playoff com médias de 10,4 pontos e 10 rebotes, números superiores ao da temporada regular, quando teve 10,2 pontos e 7.7 rebotes de média.


Andrew Bynum e Pau Gasol fizeram um grande jogo. O espanhol teve 23 pontos, 17 rebotes (11 ofensivos) e 6 assistências, enquanto Bynum 16 pontos e 18 rebotes (9 ofensivos). Se não fosse por essas atuações, a história poderia ser outra.


A missão do Clippers era mais complicada, indo até Memphis para enfrentar o time casa. 


Nick Young comemora a vitória. Foto: The Associated Press
Apesar de ter um elenco inferior ao do adversário, às peças que têm rendem muito bem, o que garantiu a vitória longe de seus domínios, por 82 a 72, com destaque principal para Chris Paul, que teve 19 pontos, 9 rebotes e 4 assistências, sendo também o jogador que mais desperdiçou bolas, com 5 no total.


Passado o sufoco das quartas, o buraco ficou mais fundo ainda para a cidade angelina, que verá o Lakers enfrentar o Thunder, correndo sério risco de sofrer a segunda varrida seguida em semifinais de conferência e o Clippers tentando acabar com a excelente fase do San Antonio Spurs, que vem pisando na cabeça dos adversários e não sabe o que é perder um jogo há 14 partidas.


A primeira batalha foi cumprida, resta saber se a guerra continuará para às duas equipes.

Curtinhas da NBA - Boston e Lakers vencem e hoje o MVP entra em quadra

Hoje temos muito assunto para pouco tempo, sem contar que é Dia da Mães, ou seja, creio que a maioria não vai estar muito disposto a passar muito tempo na internet, por isso, trago-lhes aqui um apanhado das notícias mais importantes da NBA de ontem à noite e de hoje. Vamos lá!


Na noite de ontem tivemos o primeiro jogo da semifinal do leste, entre Boston Celtics e Philadelphia 76ers. A partida foi muito equilibrada, ficando em aberta até os segundos finais, com vitória do time da casa (Boston), por 92 a 91.


Paul Pierce dando um lindo toco em Lou Williams



Rajon Rondo novamente foi um "monstro" dentro de quadra, fazendo o seu oitavo tripo-duplo em playoffs ao anotar 13 pontos, pegar 12 rebotes e distribuir 17 assistências. Em contra partida, o camisa #9 do time verde desperdiçou sete bolas, o que não é normal para ele. Mas o garoto se redimiu, roubando quatro posses do adversário. 


Veja alguns dos melhores momentos do armador



Kevin Garnett, ah Kevin Garnett. O cara voltou a jogar muita bola, matando 12-20 FG para terminar com 29 pontos, sendo, com folga, o cestinha da partida, seguido por Andre Iguodala, do Sixers, que teve 19 pontos. O ala-pivô de Boston ainda pegou 11 rebotes, terminando com duplo-duplo. Iguodala, além dos 19 pontos, deu 6 assistências e pegou 6 rebotes.


Um fato que chamou a atenção foi o péssimo aproveitamento do Celtics nas bolas de três pontos. O TD Garden criava expectativa toda vez que um chute de fora era tentado, mas o "ohhhhhhhh" era o que mais se ouviu, já que foram 18 tentativas e somente dois acertos. O aproveitamento foi de 11,1% é muito ruim, mas, se tratando de um time que tem Paul Pierce e Ray Allen, deixa de ser ruim para se tornar péssimo.


O Lakers venceu o Denver Nuggets 96 a 87, em jogo disputado no Staples Center, fechando a série em 4 a 3 e, agora, irá encarar a pedreira do Oklahoma City Thunder na semifinal. Com o basquete que vem apresentando até agora nos playoffs, não está descartada a hipótese da segunda varrida seguida em semifinais (foi varrido pelo Mavs na temporada passada)


A classificação veio, mas não há motivos para comemorar. Os comandados de Mike Brown tiveram muita dificuldade para derrotar um time desacreditado por muitos, como o Nuggets. Sofreu para conseguir parar o calouro Kenneth Faried, que fez o seu nome na temporada, terminando o playoff com médias de 10,4 pontos e 10 rebotes, números superiores ao da temporada regular, quando teve 10,2 pontos e 7.7 rebotes de média.


Com todo respeito ao Faried, que jogou muitíssimo bem, o Lakers não pode sucumbir a uma 22° escolha de Draft em seu primeiro ano de liga, ainda mais com o garrafão que tem.


Falando em garrafão, Andrew Bynum e Pau Gasol tiveram uma grande noite. O espanhol teve 23 pontos, 17 rebotes (11 ofensivos) e 6 assistências, enquanto Bynum 16 pontos e 18 rebotes (9 ofensivos). Se não fosse por essas atuações, a história poderia ser outra.


Melhores momentos da noite de ontem



Deixando de falar do Lakers mas não de Los Angeles, o Clippers também tem um jogo sete pela frente, medindo forças, fora de casa, contra o Memphis Grizzlies, para saber que perderá para o San Antonio Spurs na semifinal. O jogo será no FedEx Forum, casa do Grizzlies, às 14h.


Se tem bola subindo em Memphis, também teremos bola ao alto na Flórida, com Miami Heat e Indiana Pacers começando a outra semifinal da conferência leste, às 16h30. MVP pela terceira vez seguida, LeBron James tem tudo para fazer mais uma grande partida, já que o Pacers não tem nenhum atleta que consiga fazer frente fisicamente e também tecnicamente com "The King".  


Se conseguir para LeBron, o que será difícil, ainda sim o Miami Heat terá Dwyane Wade na sobra. Por esse e outros motivos, acredito que a vida do time do brasileiro Leandrinho Barbosa não será nada fácil.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

E o Lakers segue decepcionando

Bom galera, vamos rapidinho por que são 03:19 da manhã. Sim, nem todos os textos que entram de manhã eu escrevo na hora, alguns, como esse, são feitos no meio da madrugada mesmo.

O que falar do Los Angeles Lakers nesses playoffs? Decepção, talvez essa seja a palavra que mais esteja perto de definir o time angelino na pós-temporada. No jogo seis da série contra o Denver Nuggets, o time foi até o Colorado e tomou uma sova, perdendo por 113 a 96, deixando os comandados de George Karl empatarem a série em três iguais e levá-la novamente para Los Angeles, onde tudo será decidido no jogo sete.

Alguns podem usar como argumento para a derrota o fato que Kobe Bryant não estava bem de saúde, chegando a ficar de fora dos treinamentos da manhã e sendo dúvida para a partida que, ao meu ver, contou com os talentos de Kobe por que ele tem muita "fome" de jogo, senão estaria fora. O camisa #24, apesar da indisposição, jogou bem, terminando com 31 pontos, dois rebotes e 4 assistências, o que não evitou mais uma derrota para o limitado elenco do Nuggets, que teve uma excelente noite, acertando 51% dos seus arremessos tentados, sendo 10-20 de três pontos, um aproveitamento louvável!

Alguns desses números tem que ser postos na conta de Ty Lawson, que fez 32 pontos (13-18 FG / 5-6 de três) pegou cinco rebotes e deu seis assistências, para ter uma noite de rei, fazendo a sua maior pontuação da carreira nos playoffs. 

Tudo bem, o Denver pode ter feito um bom jogo, mas muito disso se deve a passividade do Lakers, que como a segunda franquia que mais conquistou títulos da NBA, não pode e nem deve permitir que um calouro "acabe" com a série. Eu estou falando de Kenneth Faried, 22° escolha do Draft desse ano, que está fazendo seu nome contra o Los Angeles Lakers, terminando a partida com 15 pontos e 11 rebotes, chegando a tirar Kobe Bryant do sério, que não vendo solução em quadra para poder parar o jogador, tentou da pior maneira possível, fazendo uma falta muito forte, como vocês podem acompanhar nas imagens abaixo, que dão até indícios de um possível "apagão" do calouro por alguns segundos.

Na série, Faried possui médias de 11.1 pontos e 9.3 rebotes, números superiores em relação a temporada regular, quando teve médias de 10.2 pontos e 7.7 rebotes.


Uma série que tinha tudo para ser fácil para o time de Mike Brown acabou se revelando com uma das mais disputadas até aqui. Para o decisivo confronto, que acontecerá neste sábado, o Lakers terá a disposição Ron Artest, que já cumpriu os 7 jogos de suspensão, após ter dado uma cotovelada em James Harden.

Vamos ver se com esse ganho defensivo as coisas não melhoram para Kobe e companhia, que enfrentarão uma franquia que não sabe o que é disputar um jogo sete desde 1994, quando perdeu para o Utah Jazz, por 4 a 3, na semifinal de conferência.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Celtics passeia contra o Hawks e abre 3 a 1; No Colorado, quem passeia é a torcedora

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Boston Celtics e Los Angeles Lakers abriram 3 a 1 nas suas respectivas séries, ficando a uma vitória da semifinal de conferência. Em Boston, o time da casa não deu chances ao Atlanta Hawks, vencendo por tranquilos 101 a 79. Já no Colorado, o Denver Nuggets fez jogo duro, tendo claras chances de empatar a série, mas, com bolas de três pontos nos momentos decisivos, os visitantes acabaram levando a melhor, vencendo por 92 a 88. Vamos aos resumos:


Depois de sofrer para vencer um desfalcado Atlanta Hawks, no jogo três, tudo indicava que a partida de número quatro, também disputada no TD Garden, seria dificílima, afinal, Josh Smith havia voltado, depois de ter ficado de fora da partida anterior. Quem também estava de volta para reforçar o elenco visitante foi Al Horford, lesionado desde o dia 11 de janeiro.


Por esse motivo a vida do Celtics parecia que não seria fácil, mas foi. Isso porque Paul Pierce e Rajon Rondo estavam endiabrados, colocando fogo no TD Garden desde o início do confronto, com Pierce comandado a equipe antes de acabar sentindo em um lance com Josh Smith e ir para o vestiário. O camisa #34 ainda voltou, mas diante de uma partida tranquila, não foi necessário que Doc Rivers forçasse a sua volta. Pierce ficou em quadra por 16 minutos, conseguindo 24 pontos, com 10 acertos de 13 tentativas, sendo 4-6 de três pontos, além de mais 4 rebotes e dois tocos, deixando o jogo com +33 de eficiência.


Rajon Rondo também começou como a torcida verde gosta de ver, indo para o intervalo com o impressionante número de 13 assistências. Essa poderia ser mais uma noite onde o armador terminaria com mais de 20 passes que resultassem em cestas, mas nos dois períodos seguintes ele foi mais econômico, terminando a partida com 16 assistências. Um grande número!


Passes que resultam em cestas são a especialidade do camisa #9 de Boston, mas ele também contribuiu e muito na pontuação, fechando com 20 pontos, em uma excelente noite também em termos de aproveitamento, com 8-11 de quadra, sendo 2-3 da linha de três pontos. Aliás, veja essa bandeja sensacional do armador:





Além de tudo, Rondo, que ficou em quadra 34 minutos, teve somente um desperdício de bola.


Ray Allen, que havia voltado no jogo três, matou às suas primeiras bolas de três pontos após a voltar de lesão, convertendo 2-3.


Para o Atlanta Hawks, já estava claro que aquela não seria a noite da equipe, afinal, quando até o Keyon Dooling joga bem (10 pontos em 12 minutos), é sinal que algo está errado. Mas a volta de Al Horford foi uma boa notícia. Ele jogou bem, anotando 12 pontos e pegando 5 rebotes em 20 minutos, tendo o bom aproveitamento de 6-10 FG. Nada mal para quem estava de fora praticamente da temporada inteira.


Se no TD Garden tivemos um passeio do Boston Celtics, no Colocado, o jogo entre Los Angeles Lakers e Denver Nuggets foi muito equilibrado e quem acabou passeando em quadra foi a torcedora desnorteada. Não está entendendo nada? Veja esse vídeo abaixo:





Que coisa hein! Eu juro que nunca tinha visto isso acontecer. Pelas imagens, ela parecia está embriagada e não me parecia ser gostosa, o que é uma pena para ela, senão poderia ficar famosa igual a gandula do Botafogo, mas enfim.


Com dificuldades e sem mostrar aquele basquete que estamos acostumados a ver, o Lakers venceu por 92 a 88, evitando que a série fosse empatada, o que complicaria a vida dos comandados de Mike Brown.


Para variar, Kobe chutou, chutou e chutou, terminando a partida com 22 pontos (10-25 FG), para ser o cestinha, em um encontro que não teve muita rotação dos dois lados, já que o Lakers utilizou apenas três jogadores do banco e o Nuggets quatro. O camisa #24 mais famoso da NBA ainda pegou 8 rebotes e deu seis assistências.


Apesar da pouca rotação, o banco angelino foi fundamental, com Jordan Hill fazendo 12 pontos e pegando 11 rebotes em 23 minutos de jogo e Steve Blake matando uma bola de três pontos nos minutos finais, que acabou sendo uma das bolas mais importantes do jogo. Antes de Steve Blake, Ramon Sessions também tinha convertido uma importante bola de três.


Boston Celtics venceu e finalmente convenceu, já o Lakers segue vencendo e não convencendo. Apesar da diferença na apresentação da noite passada, a situação dos dois rivais são praticamente parecidas, precisando de uma vitória no próximo jogo para garantir a vaga na semifinal de conferência. A única diferença é que o Celtics joga fora e o Lakers em casa.

domingo, 29 de abril de 2012

Andrew Bynum faz triplo duplo com direito a 10 tocos e começa os playoffs voando

Kobe Bryant comandou o Los Angeles Lakers na vitória sobre o Denver Nuggets, por 103 a 88, como já era esperado, fazendo 31 pontos, pegando cinco rebotes e distribuindo quatro assistências, para o time angelino fazer um a zero na série melhor de sete. Porém, Kobe teve que dividir os holofotes com o seu companheiro de time Andrew Bynum, que foi um mostro na defesa, pegando 13 rebotes e dando impressionantes 10 tocos, terminando a partida com um triplo-duplo, já que o pivô angelino ainda fez 10 pontos. Com essa marca, Bynum igualou o recorde de tocos nos playoffs, já que Mark Eaton, que jogava pelo Utah Jazz, em 1985, foi o primeiro a conseguir o feito, seguido por Hakeem Olajuwon, que deu 10 tocos contra o Lakers, quando atuava no Rockets, no ano de 1990.

Kobe gosta de brilhar nos playoffs, mas parece que nessa edição Andrew Bynum, que teve uma temporada regular muito boa, está disposto a brilhar também. Quem ganha com isso? O Lakers, é claro!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Quem manda em Los Angeles ainda é o Lakers, mas o Clippers está correndo atrás

Depois de montar um bom time e vencer os dois jogos contra o Los Angeles Lakers na pré-temporada, o Los Angeles Clippers começava a ganhar o status de novo dono da cidade angelina. De fato o time evoluiu, e muito, terminando a temporada regular com 40 vitórias em 66 jogos ao perder, na noite de ontem, para o New York Knicks, por 99 a 93. Porém, essa evolução não foi suficiente para, pelo menos por enquanto, desbancar a equipe amarela da cidade, que pode ir para os playoffs com 42 vitórias, caso derrote o Sacramento Kings mais tarde, às 23h30, fora de casa.


Há de se reconhecer que essas 40 vitórias é muito melhor do que as 32 da temporada passada, principalmente pelo fato desse campeonato ter sido mais curto, com 66 confrontos ao invés de 82, como o de costume. Passando esses números para porcentagem, neste campeonato foram 60.6% de vitórias, contra 39% na edição passada.


Chris Paul foi a melhor contratação da equipe
Com esse elenco mais talentoso e competitivo, o Clippers conseguiu o quinto lugar na conferência oeste, indo para os playoffs, o que não acontecia desde a temporada 2006-2007, quando chegou até a segunda rodada, perdendo a série melhor de sete para o Phoenix Suns, por 4 a 3. Naquela ocasião, o time angelino tinha feito 4 a 1 no Denver Nuggets e o Phoenix Suns 4 a 3 no Los Angeles Lakers, na primeira rodada.


Com tudo isso, é inegável a  evolução dos comandados de Vinny Del Negro, mas mesmo assim, Los Angeles está se mostrando que, pelo menos por enquanto o seu dono ainda é o Lakers. 


Os playoffs estão ai e, quem sabe, já nesta temporada, a situação não possa se inverter.

domingo, 22 de abril de 2012

Lakers vence Thunder em partida candidata a melhor da temporada regular

Dos nove jogos que a NBA nos reservou nesta noite de domingo, nenhum fazia frente com o das 16h30m, que marcou o encontro entre Los Angeles Lakers e Oklahoma City Thunder: o encontro entre Kobe Bryant, cestinha da temporada, com médias de 27.8 pontos e Kevin Durant, segundo jogador que mais pontos anota nesta edição, com 27.7 pontos, de média, por confronto. 


No jogo que aconteceu no Staples Center, tudo indicava que esse seria um confronto daqueles de não se esquecer tão fácil, e realmente foi. Com duas prorrogações, a equipe angelina venceu por 114 a 106, conseguindo o seu primeiro triunfo contra os adversários na temporada, já que havia perdido nos dois primeiros encontros, um no dia 23 de fevereiro, por 100 a 85, em Oklahoma City e o outro no dia 29 de março, por 102 a 93, em Los Angeles. Como esse foi o último duelo entre as duas equipes nesta temporada regular, os comandados de Mike Brown evitaram o feio três a zero para o seu principal concorrente ao cargo de franquia dominadora da conferência oeste. 


Lakers venceu, é verdade, mas a partida não foi nem um pouco fácil, já que o Thunder começou comandando às ações, vencendo a primeira parcial por 26 a 20 e perdendo a segunda por 27 a 26, o que fez o time visitante ir para o intervalo com uma vantagem de cinco pontos (52 a 47).


Falando em segundo período, com exatos 1 minuto e 37segundos para o término dele, Ron Artest (me recuso a falar seu novo nome), deu uma cotovelada totalmente maldosa e violenta em James Harden, sendo expulso
da partida e tirando o jogador do adversário de combate. Veja o lance abaixo. 





E o pior que Ron Artest estava muito bem na partida, não só defensivamente, afinal, era o cestinha da equipe até então, com 12 pontos, além de ter mais 5 rebotes e três roubos de bola ao seu favor. Harden também estava jogando um bolão, saindo de cena 14 pontos e três assistências em 13min17seg jogados.


Falando em números, nos dois primeiros períodos Kevin Durant levou a melhor contra Kobe Bryant com ampla vantagem, anotando 14 pontos, pegando 4 rebotes e dando duas assistências, enquanto o camisa #24 angelino tinha apenas 5 pontos, 2 rebotes e quatro assistências. Aliás, todo o time do Lakers estava mal. 


Comparando as estatísticas, vemos que após os 24 minutos iniciais, os visitantes tinham 4-8 na linha de três pontos e 12-13 nos lances livres. Já o Lakers foi para o intervalo com 0-4 de três pontos e 9-15 nos lances livres, um aproveitamento baixíssimo de 60%.


Lakers atuando mal, Kobe pior ainda. Esse era o cenário que o Thunder encontrou ao voltar do intervalo. Vendo um adversário fragilizado na defesa, os comandados de Scott Brooks tinham muita facilidade no ataque, inclusive, fazendo um ataque de quatro jogadores contra zero do Lakers, isso mesmo. O fato aconteceu depois que K.B forçou um arremesso e foi negado pela defesa, propiciando esse ataque fácil, que terminou em uma gravada de Serge Ibaka.


Veja também a linda enterrada de Kevin Durant sobre a falha defensiva do Lakers





O período foi tranquilo para os visitantes, com 25 a 14, mas lembra daquele Lakers que estava jogando mal, lembra do Kobe em uma noite pouco inspirada? Então, esqueça tudo. O astro de Los Angeles voltou para a quarta etapa com apenas nove pontos, mas saiu dele com 15 pontos, comandando a reação do Lakers, que venceu a parcial por 30 a 14, levando o jogo para a prorrogação em 91 iguais.


No primeiro tempo extra tudo igual novamente, com 6 pontos para cada lado, já no segundo, os donos da casa se impuseram, fazendo 17 e sofrendo 9 de um Thunder que pareceu ter esquecido de jogar perto da cesta, fazendo seu jogo através de arremessos de média e longa distância, o que, como deu para perceber pelo placar, acabou não dando certo.


Dados da partida 


Kobe Bryant teve 26 pontos, 6 rebotes e 8 assistências, perdendo o duelo direto contra Kevin Durant, autor de 35 pontos, 8 rebotes e 3 assistências.


Tivemos quatro jogadores com duplo-duplo, com destaques para Pau Gasol, com 20 pontos, 14 rebotes e mais 9 assistências, Serge Ibaka e seus 18 pontos e 14 rebotes e Jordan Hill, com 14 pontos e 15 rebotes. Russell Westbrook teve 14 pontos e 10 assistências. 


Ibaka "mitou" nos tocos, como sempre, com sete, sendo dois deles na mesma jogada. Veja no vídeo abaixo:





FG ruins


Kobe e Durant, os dois principais nomes do jogo, tiveram aproveitamentos ruins nos arremessos de quadra. Juntando os dois, foram 60 tentativas e 20 acertos, sendo 11-34 para K. Durant e 9-26 para Kobe.


R. Westbrook não ficou muito para trás não. O armador do Thunder acertou 3 arremessos de 22 tentados.


Falando em aproveitamentos ruins, o Lakers deixou muito a desejar na noite de hoje no quesito lances livres, acertando 27 dos 40 tentados, o que dá um baixo aproveitamento de 67.5%.


 Significado da vitória


Esse triunfo teve um gostinho especial, afinal, mostrou que o Los Angeles Lakers tem força, para quem sabe, ser campeão da sua conferência e disputar mais uma final. 


Com esse resultado, o time de Mike Brown conseguiu a nova vitória em 15 jogos contra franquias que realmente têm possibilidades de lutarem pelo título. Vencendo o Boston Celtics por duas vezes, Dallas Mavericks por 4 vezes, San Antonio Spurs, Oklahoma City Thunder e Miami Heat uma vez e perdendo para Chicago Bulls e Miami Heat, um vez e Oklahoma City Thunder e San Antonio Spurs duas vezes.


Resta apenas mais um jogo para o Lakers encerrar a sua participação nesta temporada regular, encarando o Sacramento Kings no dia 26 de Abril, último dia de competição antes do início dos playoffs.


Lakers está em terceiro lugar no oeste, 41 vitórias e 24 derrotas, ficando atrás do Thunder, que tem 46 vitórias e 18 derrotas e do Spurs, que possui 46 triunfos e 16 reveses, não sabendo o que é perder há seis rodadas, o maior recorde de invencibilidade atualmente. 


Será que essa vitória acordará o time de Los Angeles para os playoffs?

Qual anel de campeão é o mais bonito?

Dando uma fuçada na grande rede, achei, no site Sports Illustraded, alguns anéis de campeão da NBA e decidi postar aqui, pra vocês darem uma olhada. Confiram abaixo:

Dallas Mavericks - 2011

Los Angeles Lakers - 2010

Los Angeles Lakers - 2009

Boston Celtics - 2008

San Antonio Spurs 2007

Miami Heat - 2006

San Antonio Spurs - 2005

Detroit Pistons -2004

San Antonio Spurs - 2003

Los Angeles Lakers - 2002

Los Angeles Lakers - 2001


San Antonio Spurs - 1999

Chicago Bulls - 1997

Chicago Bulls - 1996

Houston Rockets - 1995

Chicago Bulls - 1993

Chicago Bulls - 1992

Chicago Bulls - 1991


E ai, qual é o mais bonito? Coloque a sua opinião aqui em baixo, nos comentários.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Rajon Rondo faz mais um triplo-duplo e Andrew Bynum pega 30 rebotes contra o Spurs

Foto: The associated Press
Ontem à noite, quem assistiu a NBA pôde conferir Rajon Rondo e Andrew Bynum inspiradíssimos, com o armador celta fazendo 10 pontos, pegando 10 rebotes e distribuindo 20 assistências, para comandar sua equipe na vitória sobre o Atlanta Hawks, no TD Garden, por 88 a 86, fazendo, com esses números, o seu 6° triplo duplo na temporada, mostrando que é, sem dúvidas, uma peça fundamental na montagem do novo elenco do time de Massachusetts, quando a renovação de fato começar, com a desmontagem do trio de ferro formado por Paul Pierce, Ray Allen e Kevin Garnett, que voltou a jogar muita bola, fazendo 22 pontos e pegando 12 rebotes na noite passada.

Saindo de Boston e indo para San Antonio, o Spurs tinha a faca e o queijo na mão para vencer o Los Angeles Lakers, afinal, além de jogar em casa, onde sua campanha é praticamente irretocável, tinha pela frente um Lakers "capenga", que não contaria com o astro Kobe Bryant. Porém, cobrindo muito bem a falta do camisa #24, o pivô Andrew Bynum acabou com o garrafão adversário, pegando impressionantes 30 rebotes (Lakers pegou 60), para fazer a sua melhor marca na carreira e ajudar o Lakers a vencer por 98 a 84. Além dos 30 rebotes, Bynum fez 16 pontos.

Nem a forte defesa foi capaz
de para o pivô angelino
Foto: The Associated Press
A atuação com camisa #17 do Lakers foi muito, mas muito boa mesmo, acabando com um garrafão que conta com o lendário Tim Duncan e pegando somente três rebotes a menos do que todo o time adversário. Impressionante!

Definitivamente a noite não era do San Antonio Spurs, que ainda teve que ver Ron Artest (me recuso a falar seu novo nome) ser o cestinha da partida, com 26 pontos.

É por esses e outros motivos que Bynum ainda não foi trocado. Ele é um grande jogador, mas o que incomoda a torcida e o próprio atleta, são as sua lesões que, se superadas, fazem dele uma peça praticamente intocável na equipe.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Duelo de Gigantes

As duas melhores equipes da NBA, nos últimos jogos, San Antonio Spurs, que possui oito vitórias consecutivas, tendo a maior sequência atual de bons resultados, vai até o TD Garden, em Massachusetts, às 20h30, no horário de Brasília, para encarar o Boston Celtics, que não sabe o que terminar uma partida com resultado negativo há cinco rodadas, conseguindo, com essa arrancada, subir para a 4° posição do leste, além de ter a terceira maior sequência de vitórias atualmente, ficando atrás do Los Angeles Clippers, que têm seis jogos que não perde e é claro, do Spurs.


Para o último mês de temporada regular, não poderia existir um confronto mais "gostoso" de se assistir, já que as duas equipes são gigantes da liga e contam com muita experiência dentro de quadra, como é o caso de Tim Duncan e Tony Parker, pelo Spurs e Paul Pierce e Kevin Garnett, pelo Celtics. Só para citar alguns.


Garnett e Duncan: Duas lendas ainda em atividade
Falando em jogadores e confrontos pessoais, essa partida têm tudo para pegar fogo, já que os números de ambos jogadores líderes de seus times são bem parecidos.


Na pontuação, o francês Tony Parker é o líder do time texano, com 19.3 pontos de média. Já no Celtics, Paul Pierce aparece com 19.1, de média. Nos rebotes a situação também fica parelha, com Duncan tendo 9 por jogo e Garnett 8.2. Quando o assunto são passes que resultam em cestas, a coisa tende mais para o time verde, que conta com Rajon Rondo e suas 11 assistências de média, contra 8 de Parker.


Para o duelo, os comandados de Doc Rivers vem descansados, já que entraram em quadra pela última vez no domingo, vencendo o Miami Heat por 91 a 72, ou seja, vem com muita moral para o confronto. Moral que também está do lado do time treinado por Gregg Popovich, que passou pelo Cleveland Cavaliers, na noite passada,, com extrema facilidade, vencendo por 125 a 90, com destaques para: Tony Parker, que fez 19 pontos, pegou três rebotes e deu 5 assistências, Danny Green, com 19 pontos e três rebotes, Manu Ginobili, terminando o jogo com 7 pontos, 6 rebotes e 6 assistências, tudo isso em apenas 18 minutos de jogo,o brasileiro Tiago Splitter, que ficou em quadra por 17 minutos, anotando 11 pontos, pegando 5 rebotes e distribuindo três assistências e Patrick Mills, cestinha do jogo com 20 pontos.


Esse encontro tem tudo para ser um jogo sensacional, pena que alguém freará a boa fase.


Outro duelo de gingantes na rodada vai ser entre Los Angeles Lakers e Los Angeles Clippers, que vivem boa fase e, caso o Clippers vença, igualará a campanha do Lakers, que é de 33 triunfos e 20 derrotas, ficando tudo igual na terceira posição do oeste. Vale lembrar que as duas equipes já se enfrentaram duas vezes nessa temporada regular, com uma vitória para cada lado.


Por último, porém não menos importante e de tirar o fôlego, o Miami Heat fará às honras da casa para o Oklahoma City Thunder, em jogo com cara de decisão da NBA. No primeiro encontro, a turma de Kevin Durant venceu com certa tranquilidade, fazendo 103 pontos e sofrendo 87.


Grandes jogos nesta noite do dia quatro de abril. E ai, já escolheu a partida que vai ver?

terça-feira, 3 de abril de 2012

Kobe Bryant tá ficando chato, hein!

O astro do Los Angeles Lakers, depois de ter feito 40 pontos na partida contra o Golden State Warriors, conseguindo o feito pela quinta vez na temporada, mandou um recadinho nada educado para quem gosta de criticá-lo quando o camisa 24 angelino não joga bem.


“Os céticos não me incomodam. É interessante ouvir as pessoas falarem bobagens após um jogo como aquele (contra o Hornets). A quantidade de idiotas que vivem aqui fora é desconcertante para mim. Acho que as pessoas ficam mais burras ao longo dos anos. Estamos todos rodeados por idiotas. Todos nós”  - comentou.


Kobe, todos nós sabemos o imenso talento que você têm. Sabemos que és um dos melhores de todos os tempos, com alguns até te comparando ao Michael Jordan, o "Deus" da modalidade. 


Você é o líder de umas das melhores e mais bem sucedidas franquias da NBA. Seu nome vende, sua imagem é sempre sinônimo de atleta de ponta. Quando você joga mal, é claro que todo mundo cai de pau em cima, afinal, 11 pontos contra o New Orleans Hornets, não é o que esperamos de um jogador do seu nível. Sempre queremos espetáculo! Não porque somos exigentes, mas porque sabemos da sua capacidade.


Na boa, abaixa um pouco a sua bolinha ai, porque você já está começando ficar chato pra caraca. 


Se todo jogo que você tiver boa atuação, acabe decidindo por atacar alguém, como vem fazendo durante toda a temporada, vai ser complicado ouvir a suas entrevistas!


Alguém ai para concordar comigo?