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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Howard declara amor por Orlando

O pivô Dwight Howard comprou um anúncio na página dominical do jornal Orlando Sentinel (foto ao lado) para agradecer pelos oitos anos que atuou pelo Orlando Magic, dizendo que "jogar basquete na NBA é uma benção e ter tido a oportunidade de jogar para a torcida de Orlando por oito anos foi um privilégio e uma honra. Palavras não podem expressar o amor que tenho pela cidade”.

Quando eu li essa declaração confesso que fiquei um pouco tonto, sem entender nada o que estava acontecendo.

Primeiramente, Howard tem todo o direito de escolher por qual time ele quer jogar, afinal, o basquete para os jogadores não é entretenimento como é para nós. Para eles, basquete é trabalho, é a fonte de dinheiro e mais, sucesso profissional, o que D12 está buscando agora no Los Angeles Lakers.

Quem somos nós para dizer se ele ama ou não a cidade de Orlando? Quem somos nós para apontar para ele e dizer: não, você deveria ter ficado no Magic até o final da sua carreira. Não somos ninguém, cada um faz o que quer da sua vida. Mas há de se admitir que há uma contradição no que ele diz agora com suas atitudes até alguns meses atrás.

Howard estava louco para mudar de time, custasse o que tivesse que custar. Conseguiu, saiu do Magic, odiado pelos torcedores, que chegaram até a queimar a camisa com o nome do jogador, agora, faz juras de amor. Será que está querendo limpar sua barra?

Errado não foi ele sair do Magic, errado, e aí sim podemos falar, foi a falta de carácter que ele teve para com a franquia. 

Trocar de time não é o problema, o problema está no meio como se faz isso, como foi o caso de LeBron e agora o de Howard. Sério, precisa disso tudo? 

Poxa, olhando para o mesmo Lakers, nós temos um exemplo claro que para trocar de time não necessariamente precisa sair sendo odiado pelos torcedores da sua antiga franquia. Steve Nash, que passou os últimos oito anos no Phoenix Suns saiu e não deu em nada, Shaquille O'Neal se aposentou pelo Boston Celtics e agora terá a camisa aposentada no Lakers, enfim, se fizermos uma lista, podemos ficar aqui o dia inteiro.

Eu não sei não, às vezes falta mesmo é um pouquinho de inteligência. 

Só lembrando que Howard chegou no Lakers falando que preferia ter ido para o Nets, enfim...

segunda-feira, 21 de maio de 2012

A vitória de mais uma estrela minada

Dwight Howard queria e o Orlando Magic atendeu: Stan Van Gundy não é mais o comandante da equipe. Mas o treinador não sai sozinho. Otis Smith, GM da franquia, também deu adeus à franquia. Seria Otis que havia informado que D.Howard havia pedido a sua cabeça? Lembram dessa história.


Com a demissão de Van Gundy, que chegou ao Magic em 2007 e levou o time a decisão da NBA, em 2009, a liga profissional americana assiste mais um capítulo vitorioso de uma estrela minada, imatura, que simplesmente não queria esse treinador, pediu ao "poderoso chefão" e foi aceito. Esse é o motivo da demissão de Stan Van Gundy e a culpa pode ser depositada nas costas, machucadas, do Super-Homem. Afinal, por que diabos demitir um treinador que venceu 259 jogos dos 394 que comandou, não deixando o Magic ficar dos playoffs uma vez sequer sob o seu comando? A resposta é obvia.


Van Gundy, na minha opinião, é um dos melhores técnicos da NBA, mas não culpo o Orlando Magic pela demissão. Treinadores bons há bastante, é só olhar o mercado, que atualmente tem Nate McMillan e Mike D'Antoni como boas peças à disposição, e se formos menos realistas, podemos incluir até o Phil Jackson nessa lista. O ex-treinador do Lakers não se aposentou da maneira como queria, já que foi sofrendo uma varrida, para o Dallas Mavericks. Esse seria, sem dúvidas, um grande desafio para Phil, mas é como falei: se formos menos realistas.


Treinadores bons estão sobrando, mas e pivôs dominantes? Tem algum ai na praça? Não! Tá difícil achar pivô dominante empregado, quanto mais dando mole no mercado, principalmente se formos querer comparar suas habilidades com a de Dwight Howard. Por esse motivo eu não culpo o Magic e até abriria uma ressalva, dizendo que essa, talvez, não seja completamente uma vitória de uma estrela minada, mas de uma franquia que implora para ser grande, querendo dar o mínimo de motivos para a sua maior estrela dizer tchau.


Van Gundy foi embora, mas nada está assegurado. Certo mesmo é que D12 fica até o final da temporada, depois disso tudo será uma incógnita.


...Ai, se o pivô confirmar a sua saída, quem irá se ferrar é o time de Orlando, que preferiu ficar com a metade maior do bolo sem perceber que estava estragado. 

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Indiana Pacers é o primeiro time do leste classificado para a semifinal; Hawks encosta no Celtics

Finalmente saiu o primeiro time da conferência leste classificado para a fase semifinal de conferência. O Indiana Pacers, jogando em casa, venceu o seu quarto jogo seguido, dessa vez por 105 a 87, fechando a série contra o Orlando Magic em 4 a 1 e se juntando a Oklahoma City Thunder e San Antonio Spurs, os outros dois times já garantidos na próxima fase. Ambos do oeste.


Danny Granger comemora a vaga e o bom
desempenho na partida.
Foto: Michael Conroy/ AP
Depois do susto de perder o jogo um em casa, o Indiana Pacers se impôs na série, vencendo o segundo jogo, diante da sua torcida, roubando os dois mandos de quadra do adversário e finalizando o duelo das quartas na noite de hoje, com destaques para Danny Granger (foto), que fez 25 pontos, pegou 4 rebotes e deu três assistências e de Darren Collison, que veio do banco para acertar nove arremessos de dez tentados, terminando com 19 pontos, além de mais dois rebotes e seis assistências, sendo o principal nome entre os jogadores suplentes. 


Vale registrar que o quinteto do Indiana Pacers fez uma belíssima partida, com 71 pontos, com apenas Paul George não tendo dígitos duplos na pontuação. Ele fez 8 pontos, mas pegou seis rebotes e deu duas assistências. Os titulares de Frank Vogel ainda tiveram 31 rebotes, dois 43 da equipe, que pegou nove a mais em relação ao time da Flórida.


Apesar do resultado folgado, a partida não foi simples não. Comandados por Jameer Nelson, que fez 27 pontos e distribuiu cinco passes que resultaram em cestas, o Magic fez um jogo acirrado até o final do terceiro período, chegando a ir para a última parcial na frente, vencendo por 71 a 69.


Glen Davis toma um toco sensacional:



No último quarto o Pacers tomou a rédia da partida. Ajudado pelo brasileiro Leandrinho Barbosa, que deu duas assistências em sequência no início do período, os donos da casa logo conseguiram se reerguer no jogo, precisando de menos de dois minutos para tomar a frente, fazendo 75 a 73 depois de um arremesso certeiro de Darren Collison, o cara que veio do banco. Dai em diante às coisas complicaram para o Orlando Magic, que perderam a última parcial por 36 a 16, pagando o preço de seus erros com a desclassificação na temporada. 


Em Atlanta, tivemos um verdadeiro jogo de playoffs entre Atlanta Hawks e Boston Celtics, o que é bom para o espetáculo e ruim para o time de Massachusetts, que não era para estar sofrendo dessa maneira na série.


A oportunidade da vitória ainda veio, quando Rajon Rondo interceptou uma cobrança de lateral nos segundos finais e foi para o ataque precisando de um arremesso simples para garantir a classificação do Celtics, mas ele fez feio, perdendo o controle da bola e o jogo, que terminou 87 a 86 para os comandados de Larry Drew, que se mantiveram vivos na competição, diminuindo a vantagem do Boston para 3 a 2.


O recado foi dado. Com Al Horford, a série é outra!
Além do vacilo do Boston Celtics no segundo período, quando perdeu a parcial por 25 a 19, relaxando após um primeiro quarto vencido por 21 a 15, o pivô Al Horford (foto) também foi um dos responsáveis por esse revés. Ele, que já tinha jogado bem no jogo quatro, quando retornou às quadras depois de ficar lesionado desde o dia 11 de janeiro, voltou a bater um bolão na noite de hoje, finalizando a partida com 19 pontos e 11 rebotes. Aliás, falando em rebotes, os donos da casa dominaram o quesito. Só a dupla Al Horford e Josh Smith terminaram com 25. Falando no camisa #5 de Atlanta, ele também teve duplo-duplo, com 13 pontos e 16 rebotes, além de mais seis assistências.


Dessa vez Rajon Rondo bem que tentou, mas os seus 13 pontos, 5 rebotes, 12 assistências e cinco roubos de bola não foram suficientes para poder dar a classificação antecipada para a equipe, que poderá conseguir a vaga na semifinal na próxima partida, disputada no TD Garden, na próxima quinta-feira.


Ah, lembra daquela lambança que ele fez no final do jogo? Então, essa pode por na conta dele!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Glen Davis está arrepiando na série contra o Indiana Pacers

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Lembra daquele "gordinho" do Boston Celtics, que vira e mexe era zoado por algum lance ridículo? (como esse que vocês podem conferir no vídeo abaixo)





Então, no Orlando Magic ele jogou uma bola redondinha na temporada regular, tendo a sua segunda melhor média na carreira, com 9.3 pontos e 5.4 rebotes em 23 minutos por partida, perdendo só para os números da temporada passada, quando jogou 29 minutos por jogo, no Boston Celtics, fazendo 11.7 pontos e pegando 5.4 rebotes, em média, por confronto.


Mas não é para falar das médias de Glen Davis que nós estamos aqui. O motivo desse post são as duas primeiras atuações dele na série contra o Indiana Pacers.


Em um dos confrontos menos interessantes de se assistir, brigando fortemente com Atlanta Hawks x Boston Celtics, o time de Orlando está fazendo frente ao adversário, mesmo sem poder contar com Dwight Howard, contundido. Muito disso se deve às atuações de Davis (foto:Gregory Shamus/Getty Images), que conseguiu 16 pontos e 13 rebotes em 40 minutos de quadra no primeiro jogo, vencido pelo Magic por 81 a 77 e 18 pontos e 10 rebotes em 38 minutos no jogo dois, vencido pelo Indiana Pacers por 93 a 78. 


Até agora às médias de Glen Davis na série são de 17 pontos e 11.5 rebotes, médias quase iguais ao do pivô Andrew Bynum, na série contra o Denver Nuggets. O jogador angelino está com 18.5 pontos e 11 rebotes. (Já não dá mais para negar que o "chupeta de baleia" está mandando bem nos playoffs)


Hoje tem mais um jogo entre Orlando Magic e Indiana Pacers, dessa vez em Orlando, às 20:30h. Será que vem mais uma boa atuação do Glen Davis por ai?

sábado, 28 de abril de 2012

Playoffs da NBA começa neste sábado com direito a reedição da última final do oeste

O maior espetáculo para o fã de basquete começa hoje, daqui a pouquinho, às 14h, com o Chicago Bulls recebendo o Philadelphia 76ers em uma das séries que promete ser uma das menos equilibradas.


Contando com essa partida, que vai dar a largada para os playoffs 2011-2012, este sábado terá quatro jogos, contando ainda com o grande duelo entre Miami Heat e New York Knicks, às 16h30, na Flórida, com Indiana Pacers, do brasileiro Leandrinho Barbosa, recebendo, às 20h, o desfalcado Orlando Magic, que deverá ser presa fácil, já que não poderá contar com o pivô Dwight Howard, que está com espasmos nas costas e, o grande jogo da noite, entre o Oklahoma City Thunder e Dallas Mavericks, reeditando a última final da conferência oeste. Esse duelo começará às 22:30h.


Sem dúvidas que os dois melhores jogos da noite serão os que envolvem Miami Heat e New York Knicks e Oklahoma City Thunder e Dallas Mavericks. Na partida das 16h teremos o embate entre Carmelo Anthony e LeBron James, com "The King" tentando manter o pique da equipe contra os nova-iorquinos, quando fizeram três a zero na fase de classificação, enquanto Melo e companhia terão a ingrata missão de tentar fazer com que o Heat, time de melhor campanha em casa, junto com o Spurs, com com 28 vitórias e apenas cinco derrotas, perca o seu sexto jogono American Airlines Arena.


Na reedição da final do oeste, o Oklahoma City Thunder terá um grande adversário pela frente na busca pelo seu título, já que enfrentará os atuais campeões e o time que o tirou da grande decisão da NBA, no ano passado. Porém, esse não é aquele Dallas Mavericks que vimos atuar na último campeonato. Esse é um time que sofreu mudanças e que não conseguiu se afirmar na temporada, se classificando em sétimo, com a modesta campanha de 36 vitórias e 30 derrotas.


Está ai uma boa chance para o OKC começar bem os playoffs, tentando, logo de cara, dar o troco na série do ano passado e seguir firme com o sonho de chegar à decisão da liga.


O show vai começar!!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

O clima pesou entre Stan Van Gundy e Dwight Howard

"Dwight Howard pediu a minha demissão", afirmou Stan Van Gundy, que disse ter sido informado por um diretor da franquia.

Claramente D12 debocha de seu treinador
No Orlando Magic desde 2007, parece que chegou a hora de Van Gundy cair, infelizmente, pois, sem hipocrisia, sabemos que a franquia está fazendo de tudo para que D12 não saia, ou seja, demitir um treinador por tê-lo "em troca" não será sacrifício nenhum. Caso o Magic decida em manter o seu atual comandante, é bom começar a procurar, no draft, um pivô dominante, com fome de rebotes e tocos de tirar o fôlego, afinal, diante de toda essa situação, Howard está se sentindo o rei, achando que pode mandar e desmandar em Orlando que todo mundo acatará. Opa, achando não, ele realmente pode, mesmo a franquia sabendo que, apesar de fazer todo esse "circo", o melhor pivô da atualidade poderá não permanecer na equipe.


O clima é pesado, é evidente, e uma possível lesão nas costas, que o camisa #12 da equipe vem sentindo, tem feito com que o Magic venha caindo tabela abaixo, não sabendo o que é vencer há cinco jogos e se vendo, atualmente, na sexta posição da conferência leste, quando esteve entre os quatro primeiros por boa parte do campeonato.

Voltando ao assunto D12/Van Gundy, é claro que o astro maior da franquia não iria deixar barato o fato do seu treinador ter explanado algo tão pesado sobre o seu atleta. D.Howard, na noite de ontem, teve uma atuação muito abaixo do que se espera dele, tendo anotado 8 pontos, conseguido 8 rebotes e desperdiçado 5 bolas, na derrota da sua equipe por 96 a 80, para o New York Knicks, que pressionado pela tabela complicada e pelo Bucks, que quer assumir a oitava posição do leste, agradece pela "ajudinha" do astro de Orlando.


Já estava evidente que esse fato não passaria em branco e que o jogador devolveria as palavras do seu treinador dentro de quadra, afinal, estrela que é estrela, sempre tem que ter um ego maior do que 2,15m.


A pergunta que fica é: cadê o respeito de Howard por seus companheiros? Os demais jogadores querem ver o time bem e se doam em quadra enquanto ele fez corpo mole e, provavelmente, continuará o fazendo, para jogar a culpa nas costas do treinador. Mas cadê aquele pensamento: Não, eu estou aqui e, independente de gostar ou não do técnico, darei o meu melhor.


Acho que essa não é a maneira de pensar do pivô, que não parece mais suportar nem a voz do seu comandante, enquanto Van Gundy, por sua vez, com a declaração data ontem, parece que não aguenta mais passar a mão em cima da cabeça da sua estrela.


O relacionamento está desgastado, está se ruindo. Um lado vai cair e, é mais fácil cair um treinador do que um pivô do nível de D12.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Em mais uma noite de Jeremy Lin, Knicks passeia contra o Lakers

A nova sensação do Knicks
Depois da excelente vitória contra o Boston Celtics, em pleno TD Garden, o Los Angeles Lakers foi até Nova Iorque para enfrentar o New York Knicks, um lugar ao Kobe Bryant guarda boas lembranças, já que no Madison Square Garden a sua média é de 30.5 pontos na carreira, acertando 48% dos arremessos de quadra.


Para melhorar as coisas para o time angelino, Mike D'Antoni novamente não iria contar com a dupla Carmelo Anthony e Amar'e Stoudemire, porém, o americano, filho de pais chineses, Jeremy Lin (foto), novamente brilhou, não dando chances à Derek Fisher, o seu marcador, que o viu anotar 38 pontos, pegar 4 rebotes, distribuir 7 assistências e roubar duas bolas, no domínio do New York Knicks, que só esteve atrás no marcador quando o Lakers abriu o placar, fazendo 2 a 0.


Apesar da derrota, Kobe superou a sua média de pontuação no ginásio, fazendo 34 pontos e ainda pegou 10 rebotes.


Quem mandou muito mal na pontuação foi o pivô, sempre contestado, Andrew Bynum, fazendo apenas três pontos, mas em compensação foi o maior reboteiro do jogo, com 13, seguido de Tyson Chandler, que pegou 11.


Com o resultado, o Knicks forçou a 12° derrota do Lakers em 27 partidas, sendo a décima fora de casa.


Boston Celtics vacila e perde para o Toronto Raptors


Depois de duas partidas na pré-temporada e mais três na regular-season, finalmente o Toronto Raptors parece ter aprendido como fazer para vencer os comandados de Doc Rivers e, dominando o jogo, venceu por 86 a 74. As más atuações dos verdinhos no primeiro e terceiro período, quando perderam por 26 a 14 e 22 a 17, respectivamente, foi fundamental para que a equipe, em uma noite pouco inspirada, que viu Kevin Garnett chamar a responsabilidade, com 17 pontos e oito rebotes, sair derrotada do Air Canada Centre.


Na prorrogação


Jogando fora de casa, o Atlanta Hawks fez um jogo duríssimo contra o Orlando Magic, aonde cada equipe dominou um período. Os visitantes venciam por 78 a 76, faltando pouco mais de três segundos para o término da partida, até que Jameer Nelson foi para a bandeja, errou, mas viu Dwight Howard, bem posicionado, pegar o rebote e dar uma cravada para levar a partida para a prorrogação, aonde o "Super Homem" não teve poderes suficientes para levar o seu time a vitória. 


Depois de errar o lance livre que iria empatar a partida há 11 segundos do fim, Jason Richardson complicou as coisas para a equipe de Orlando, que perdeu por 89 a 87.


Os destaques da partida foram: Josh Smith, pelos visitantes, com 23 pontos, 19 rebotes e cinco assistências e pelo Magic, Howard, com 18 pontos e 18 rebotes foi o melhor.


Outra partida decidida na prorrogação foi entre Milwaukee Bucks e Cleveland Cavaliers, que jogava em casa.


Desfalcados do armador Kyrie Irving e perdendo Anderson Varejão, que machucou o braço, mas não foi nada grave, a situação ficou difícil para os donos da casa, que, na prorrogação, perderam por um ponto de diferença; 113 a 112, com destaque para Antawn Jamison, que, na ausência das duas estrelas do time, anotou 34 pontos, pegou 11 rebotes e deu 3 assistências.


Quem também teve números de destaque foi Brandon Jennings, que fez 24 pontos, pegou 5 rebotes e distribuiu 8 assistências.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Os dois últimos finalistas começaram a se preparar para a temporada regular

Miami Heat e Dallas Mavericks fizeram ontem os seus primeiros jogos na pré-temporada. O time da Flórida enfrentou o seu maior rival, o Orlando Magic, e mesmo com o trio de estrelas atuando por pouco tempo (LeBron 26 minutos, Bosh 23 min e Wade 22 min) O Heat não teve dificuldades para vencer, fechando a partida em 118 a 85, com Udonis Haslem tendo 21 de eficiência ao anotar 11 pontos, pegar 9 rebotes (todos defensivos) e dar duas assistências. 


O jogo marcou também a estréia de Glen Davis pelo Magic. Davis ficou em quadra por trinta e um minutos e fez 6 pontos, pegou 5 rebotes e roubou uma bola. D.Howard também teve atuação apagada, fazendo apenas 5 pontos, pegando 6 rebotes e dando 3 assistências em 29 minutos em quadra, o que lhe rendeu -20 de eficiência.


Outro finalista que jogou ontem foi o Dallas Mavericks, que foi até Oklahoma enfrentar o time da casa com Vince Carter, Delonte West e Lamar Odom (foto acima) como as novidades no elenco. Sem Jason Kidd e Dirk Nowitzki, que não jogaram por opção do treinador, o trio citado acima teve bons minutos logo em seu primeiro jogo, mas ainda desentrosado, não foi capaz de segurar o City Thunder, perdendo por 106 a 92.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

No Lakers, tirando Kobe Bryant, todo mundo pode ser trocado

A moral desse trio já não é a mesma
O time de Los Angeles está querendo renovar a sua equipe e para isso não vai medir esforços para trazer jogadores mais jovens e em melhor momento na carreira. 


Segundo Chris Broussard, da ESPN americana, o Lakers está indo com tudo para tentar contratar o pivô Dwight Howard e o armador Chris Paul (ambos na foto), que já eles demonstraram interesse em sair das suas respectivas equipes. 


Para trazer esses dois grandes jogadores, o time agora comandado por Mike Brown está colocando todo o elenco à disposição para uma possível troca, menos o Kobe Bryant, astro maior da liga.


Está sendo cogitado inclusive envolver Pau Gasol e Andrew Bynum nas negociações. Gasol tem ido muito mal nas últimas duas temporadas, mas encontrando novamente o "rumo", se torna um dos melhores jogadores da liga, enquanto Bynum é de um talento excepcional, mas parece que os manda-chuvas do Lakers já perceberam que o seu problema no joelho o perseguirá por toda a carreira.


Ainda não sabemos qual será o destino final de CP3 e de D-12, mas um coisa é certa: Eles serão trocados, porque como já citei acima, ambos já declararam que querem trocar de equipe e no ano que vem eles vão se tornar agentes livres e consequentemente tanto o Hornets quanto o Magic iria ficar de mãos abanando, enquanto agora podem conseguir bons jogadores, com um contrato longo pela frente. 


Boston Celtics quer contar com Glen Davis para essa temporada


Com apenas seis jogadores sob contrato e dois calouros por assinar, Danny Ainge está tendo que correr contra o tempo para montar um bom elenco para a temporada 2011/2012.


No primeiro dia em que as equipes puderam entrar em contato com os jogadores, Ainge decidiu começar pelo agente livre que mais estava perto de "casa"; Glen Davis. 


O jogador que quando quer joga o que sabe, mas quando não está bem passa desconfiança, é uma opção que os celtas querem contar para essa temporada, aonde a franquia vai passar por uma momento de renovação, possivelmente sendo a última temporada de pelo menos um dos três jogadores do trio de ferro, formado por Ray Allen, Paul Pierce e Kevin Garnett.


Conhecido também como "bebezão", o jogador já demonstrou que tem lá os seus talentos, mas o sobrepeso é um fator que atrapalha o seu rendimento.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Rajon Rondo por Dwight Howard?

E continua as especulações sobre possíveis transferências de jogadores para reforçar outras franquias. 

Com o anúncio de que praticamente o locaute está encerrado, as franquias agora querem se reforçar para essa temporada, e hoje surgiu na imprensa espanhola que o Boston Celtics estaria disposto a trocar o seu principal armador, Rajon Rondo, pelo dominante pivô Dwight Howard. 

Depois da saída de Perkins, a equipe de Massachusetts ficou muito carente na posição, sofrendo com as lesões de Shaquille O'neal e Jermaine O'neal, que apesar de ter começado bem a temporada, se machucou bastante, atrapalhando o desempenho do time dentro da área pintada.

Além do Boston Celtics, o Los Angeles Lakers também está na briga para ficar com o pivô e teoricamente leva vantagem, já que provavelmente vai oferecer o espanhol Pau Gasol, que é uma das referências da liga na sua posição, apesar de estar vindo de duas temporadas muito ruins.

O Celtics mostrou no último campeonato que o garrafão vem sendo o seu maior problema, e Kevin Garnett já deu sinais que não aguenta mais manter o ritmo da temporada 08/09, quando era o principal defensor do time na parte pintada e também comandava as ações ofensivas no garrafão. Por isso, os "verdinhos" estão indo atrás de Howard, o maior pivô da atualidade.

Essa disputa entre Celtics e Lakers para levar o jogador vai ser acirrada, porque as duas equipes estão passando por um momento de renovação e querem contar com um jogador desse nível para não perder o ritmo e ir aos poucos, tranquilamente, aposentando as suas principais estrelas.

O Lakers também está interessado no armador Chris Paul, já que Derek Fisher está velho e Steve Blake não é nem de longe um bom substituto para a posição.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Tudo por um anel de campeão

Parece que o título de Jason Kidd na temporada passada junto ao Dallas Mavericks serviu de motivação para os “velhinhos” do melhor basquete do mundo.

Jason Richardson (com 30 anos, nem é tão velho assim) que na temporada passada começou no Phoenix Suns e terminou a temporada no Orlando Magic, agora se tornou agente livre e disse que sua decisão para escolha de uma nova equipe não será influenciada pelo dinheiro, mas sim pela chance de ser campeão da NBA.

“Quero ir para um lugar que seja bom para minha família. Sou abençoado por Deus por ter conseguido jogar na NBA até hoje recebendo muito dinheiro. Eu gostaria de ir para um time em que eu possa ter a chance de vencer o campeonato.” – Declarou.

Vamos ser sinceros, dinheiro não é problema para ele né? Ao longo dos últimos seis anos o jogador recebeu aproximadamente R$ 110,2 milhões. Uma bela poupança você não acha?

Independentemente do dinheiro é o que eu costumo dizer – Chega uma hora na carreira do jogador em que ele tem que decidir se quer ficar mais rico ou então ser lembrado. São poucos os que conseguem os dois ao mesmo tempo e Jason Richardson pode ser um deles. Os veteranos da liga já têm a sua aposentadoria mais do que garantida e agora é a hora de tentar colocar o seu nome de vez na história da NBA, assim como fez Jason Kidd.

Basquete para contribuir com os seus futuros companheiros de time ele ainda tem, não seria uma espécie de “vovôs do Heat” que só jogavam 2 ou 3 minutos no máximo, isso se a partida já estivesse vencida por que caso contrário a única opção deles era ficar no banco e assistir ao jogo. Os números da temporada passada mostram isso. Richardson teve médias de 15,6 pontos, 4,1 rebotes por partida e um aproveitamento de 39,5% da linha de três pontos, o que podemos considerar como um bom aproveitamento. 

Agora resta a Jason Richardson esperar pelo fim do locaute e ver o que o futuro tem reservado para ele.