sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Seleção embarca para a Venezuela, aonde fará amistosos

A seleção de Rubén Magnano continua a se preparar para a disputa do pré-olímpico das Américas, que será disputado no final do mês em Mar Del Plata, na Argentina.

Após os treinamentos no “A Hebraica”, em São Paulo, o Brasil está agora na Venezuela para disputar amistosos contra os donos da casa, Panamá e Cuba pelo torneio Super 4, na cidade de La Guaira.

“Esta é mais uma etapa importante da nossa preparação, pois vamos poder avaliar como a equipe está depois de algumas semanas de treinamento e ainda seguir com as análises para definir os 12 jogadores que disputarão o pré-olímpico.” – Declarou Magnano.

O pivô Rafael Hettsheimer também falou sobre o torneio preparatório.

“O time está encarando estes amistosos com muita seriedade, como vem fazendo desde o início desta pré-temporada, já que todos os jogadores estão com o pensamento voltado em conquistar a vaga olímpica. E, para chegar a esta objetivo, essas etapas preparatórias são importantes demais.

A seqüência de jogos será a seguinte: Panamá (hoje), Cuba (amanhã) e pra fechar a Venezuela no dia sete.

Os adversários são fracos, é bem verdade, mas já dá pra se ter uma noção de como essa equipe irá jogar e qual será a sua identidade dentro de quadra. Vamos poder conferir também como o Tiago Splitter se comportará após vir de uma temporada em que pouco atuou. E é claro, para os que ainda não estão garantidos no grupo que disputará o pré-olímpico, será uma grande chance de ganhar a confiança do técnico Rubén Magnano, já que o comandante terá que dispensar mais dois atletas.  

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Uma missão quase impossível

Recentemente, Phil Jackson, ex-treinador do Los Angeles Lakers, revelou em conversas com amigos que a grande obsessão de Kobe Bryant na carreira é ultrapassar a pontuação de Michael Jordan.

Logo, o jornal “Los Angeles Times” foi atrás de Kobe para saber se o que o seu ex-treinador havia dito era verdade. A estrela do Lakers desmentiu, e disse que o que ele quer mesmo é conquistar onze anéis de campeão, assim como Bill Russell.

Atualmente Kobe Bryant tem 33 anos e cinco anéis de campeão. O tempo tem sido o seu grande inimigo, pois ele já está com uma idade avançada e ainda faltam conquistar mais seis anéis para se igualar à Russell. Vamos imaginar que o locaute chegue ao fim agora e que a partir dessa temporada, “The Black Mamba”, como é conhecido, venha a vencer todas às próximas seis temporadas. Kobe alcançaria o seu objetivo com 39 anos, ou seja, essa é uma missão praticamente impossível para o camisa 24 do Lakers.

Se por um lado os onze anéis é uma tarefa difícil, ultrapassar o lendário Michael Jordan em pontuação não aparenta ser muito complicado. Jordan totalizou em sua carreira 32.292 pontos, enquanto Kobe, ainda em atividade, tem 27.868, o que dá uma diferença de 4.425 pontos. Nada que um jogador como Kobe, que tem médias 1.857 pontos por temporada não consiga ultrapassar em no máximo três anos.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Há oferta para tanta demanda?

No início dessa semana, ocorreu mais uma reunião entre a NBA e a associação de jogadores, mais nada ficou acertado.

Derek Fisher, que além de jogador do Los Angeles Lakers é presidente do sindicato dos jogadores, disse que ainda há muito o que se fazer para que a greve chegue ao fim. “Ainda estamos muito, mas muito distantes.” – Declarou.

Nada foi resolvido e a cada dia que passa mais jogadores dão declarações à respeito de atuar fora dos Estados Unidos enquanto o locaute persistir. Sendo uma estrela do basquete mundial ou não, a grande verdade é que nenhum jogador quer ficar sem jogar, e diante disso a Europa tem se tornado a opção de mercado número um dos jogadores e logicamente dos seus agentes, que sabem que lá a visibilidade dos seus atletas será maior. Mas tem uma pergunta que não quer calar. Há oferta para tanta demanda?

Visando uma maior rentabilidade, a liga espanhola (Liga ACB) vendeu o nome do seu campeonato para uma empresa de energia elétrica, a Endesa, que a partir dessa temporada dará nome a uma das ligas mais técnicas e agradáveis de se assistir.

Se por um lado o campeonato espanhol teve esse acréscimo na sua renda anual, por outro, temos a forte crise financeira que atinge a União Européia, por conta da Grécia, que cogita trocar o Euro por outra moeda, uma atitude que acarretaria numa desvalorização significante da moeda mais influente do velho continente. Assim, dificultando possíveis negociações.

Caso o mercado europeu não tenha espaço econômico suficiente para todos os “refugiados da NBA”, a China pode ser uma boa e lucrativa alternativa. Se firmando cada ano que passa como uma das grandes potências mundiais, o país asiático está com a sua economia a todo o vapor e já deixou claro que pretende ver alguns dos astros do basquete americano figurando no seu pouquíssimo divulgado campeonato nacional.

O herói chinês, Yao Ming, se aposentou das quadras recentemente e o país, que tanto admira a NBA, por conta do seu grande jogador, que chegou ao Houston Rockets em 2002, está carente de um grande esportista na modalidade.

Essa é a chance de um LeBron, Howard ou Kobe da vida ocupar esse espaço deixado pelo gigante chinês e conseqüentemente agregar mais fãns no país mais populoso do mundo.