A pivô brasileira, que recentemente foi eleita a quinta melhor jogadora do mundo parece que nunca cansa. Depois de uma temporada desgastante na WNBA, quando foi vice-campeão, da disputa do pré-olímpico feminino em Neiva, na Colômbia e dos jogos Pan-Americanos, a atleta não quer saber de descanso e já desembarcou na Espanha, aonde vai fazer a sua segunda temporada pelo Perfumarias Avenida, time da cidade de Salamanca.
A atleta agora vai em busca de mais um título europeu com a equipe. Em entrevista ao site da Confederação Brasileira de Basquete, Érika falou do possível cansaço que está sentindo.
"Estou cansada, mas bem. Senti a mudança de temperatura no momento da chegada e com o frio peguei alguma congestão nasal e tosse. O médico me disse que eu tenho que descansar, mas irei para os treinos para assistir e conhecer minhas companheiras."
Admiro muito a atitude da jogadora, que demonstra vontade de estar sempre em quadra e uma "fome" de jogo insaciável , mas confesso que essa bateria de jogos sem um descanso de pelo menos dois meses me preocupa, pois a nossa pivô é uma das referências da nossa seleção e vai ser peça fundamental nas olimpíadas de Londres. Ou seja, é bom que ela esteja bem fisicamente para poder render o máximo com o Brasil no ano que vem.
Calouro e reserva na última temporada do Washington Wizards, Jordan Crawford teve boas médias, anotando 11,7 pontos, pegando 2,5 rebotes e dando 2,8 assistências em 18 jogos que ele fez em seu primeiro ano na liga profissional. Nada mal para um calouro, mas o jogador decidiu dar uma declaração polêmica e afirmou recentemente no twitter que será melhor do que Michael Jordan, nada mais do que o melhor jogador de basquete da história.
"Eu me sinto melhor do que Michael Jordan e posso me ver melhor do que ele daqui a alguns anos", declarou o jogador.
Michael Jordan tem na sua bagagem seis títulos da NBA e 32.292 pontos marcados, enquanto Jordan Crawford tem 490 pontos e dez dedos sem nenhum anel de campeão.
Eu não gosto de julgar as pessoas, se ele está dizendo que vai ser melhor do que Michael Jordan, sinceramente eu quero acreditar, pois seria muito bom ver um jogador desse nível novamente em quadra, principalmente pelo fato deu não ter tido a oportunidade de ver o maior jogador de todos os tempos jogando ao vivo. Mas tenha certeza de uma coisa: Crawford vai ficar marcado por essa declaração e caso ele não corresponda dentro de quadra as suas palavras inevitavelmente vão se voltar contra ele.
O armador declarou agora a pouco que a paralisação do basquete norte-americano tem sido boa para a sua equipe e ressalta que o Boston Celtics é um time duro, sério, rochoso, experiente e muito competitivo, porém é um time que tem alguns jogadores acima da idade.
"Vamos sentir um frescor nas pernas. Além do mais os caras tem que estar bem mentalmente e fisicamente para o início do campeonato."
Quando Rondo está falando de jogadores de mais idade e cita no trecho acima a palavra "caras", ele está se referindo ao Big Three da equipe de Massachusetts, formado por Paul Pierce (34 anos), Kevin Garnett (35 anos) e Ray Allen (36 anos).
Como bom torcedor do Celtics eu acompanhei toda a temporada passada e apesar de Garnett estar no meio de Pierce e Allen, tive a impressão que ele vem sendo o veterano que mais está sentindo com o tempo. Talvez seja pelo fato de jogar dentro do garrafão, aonde o jogo é mais pegado, mais duro, enquanto Pierce e Allen jogam lá em cima.
Paul Pierce ainda faz lá as suas infiltrações, mas Ray Allen fica mais no perímetro, esperando uma boa bola na linha de três pontos para fazer o que ele mais sabe. Talvez seja esse o motivo para o camisa 20 estar mais inteiro entre os três.
A observação de Rondo é uma faca de dois gumes. Se por um lado isso é bom para os veteranos terem um descanso a mais, por outro lado a falta de treinamento e de ritmo de jogo podem prejudicar o Big Three, já que devido a idade os seus corpos iriam demorar mais para voltar ao ritmo normal.