Na rodada passada, que marcou a metade da fase classificatória da Liga de Basquete Feminino, o Americana confirmou os 100% de aproveitamento ao vencer fora de casa o Catanduva, até então o segundo colocado na tabela de classificação, o que fez o Americana a abrir uma vantagem maior ainda na liderança, com oito vitórias em oito jogos.
O primeiro turno ficou para trás, mas neste sábado a história vai se repetir para o time de Clarissa e companhia, já que a equipe vai até Ourinhos, às 18h, para enfrentar as donas da casa, que na rodada passada aproveitaram o confronto direito, venceu o seu adversário e assumiu a segunda posição, com as mesmas seis vitórias e duas derrotas do Catanduva, mas ficando na frente nos critérios de desempate.
Para o Americana uma vitória nesse final de semana pode representar de vez a consolidação do primeiro lugar e o possível término da primeira fase sem perder nenhum jogo, já que as demais equipes não vem fazendo frete ao líder, que na temporada passada teve 13 vitórias em 14 jogos na fase classificatória. Já para Ourinhos essa é a chance de manter a segunda colocação, tirar a invencibilidade das adversárias e de quebra encostar de vez na briga para ficar em primeiro.
Querendo aproveitar o confronto direto, o Catanduva, que enfrenta em casa no mesmo dia e horário, o Blumenau, que ganhou somente duas partidas até o momento, quer a vitória mais do que nunca, para reassumir o posto de segundo colocado, ou então, em caso de derrota do Americana, colocar fogo de vez na competição.
"Não creio que Dwight Howard tenha muito mais talento no garrafão do que Bynum e eu", disse Pau Gasol.
Essa é uma declaração interessante feita pelo espanhol do Los Angeles Lakers. D-12 tem talento? Sim, é claro, afinal não basta altura para ser um jogador de basquete, mas o "super homem" joga muito na imposição física, usa muito a força e como todos nós sabemos o arremesso não é o seu ponto forte. Está certo o jogador do Orlando Magic, que na noite de ontem anotou 14 pontos e se tornou o maior cestinha da história da franquia, com 10.657 pontos, ultrapassando o ala Nick Anderson, que fez 10.650 entre os anos de 1989 e 1999. Se Howard têm força física tem mais do que usar mesmo, mas quando Gasol usou a palavra talento as coisas mudaram um pouco.
Ultimamente o espanhol não vem fazendo o que fazia nos seus primeiros anos no time angelino e Andrew Bynum vive com os dilemas de um joelho bichado, mas vamos tirar isso de lado. Vamos dizer que Gasol volte a jogar tudo o que sabe e que Bynum não tivesse os problemas no joelho, realmente seria páreo duro decidir quem é melhor entre os três.
Alguns vão discordar, é claro, mas se Bynum não tivesse problemas físicos seria a minha escolha favorita entre os três, seguido de Pau Gasol e somente depois viria D-12.
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Da maneira como deixou o Cleveland Cavaliers, fazendo o anúncio em um programa de televisão, totalmente desnecessário, sempre que LeBron James for jogar contra a sua antiga equipe o jogo terá um destaque para as partes, e nessa noite não foi diferente.
Dessa vez o astro do Miami Heat não tinha os seus antigos fãs pegando no seu pé, já que o jogo foi disputado no American Airlines Arena, casa do Heat. Esse confronto foi especial, já que o time da Flórida estava sem Dwyane Wade, o dono do time, e todo a responsabilidade estava nas mãos do jogador antigamente conhecido como o rei de Cleveland, mas que nas duas primeiras etapas não jogou bem, fazendo apenas 7 pontos, pegando 3 rebotes e roubando duas bolas. Aliás, o jogo antes do intervalo foi muito abaixo do esperado e, apesar de equilíbrio, o placar foi muito baixo, com cada equipe marcando somente 37 pontos.
Após o intervalo as coisas melhoraram. Com Anderson Varejão jogando muito bem desde o início da partida, o Cleveland Cavaliers continuava a surpreender, comandando as ações e liderando o marcador, mas no fim, em partida decidida apenas nos segundos finais, quem acabou ficando com a vitória foi o Miami Heat, que mesmo sem LeBron brilhar, tendo feito 18 pontos, conseguido 5 rebotes e 5 assistências, fechou o marcador em 92 a 85.
Anderson Varejão novamente fez um duplo-duplo, dessa vez com 11 pontos e 11 rebotes, mas o grande nome do jogo foi Chris Bosh, que fez 35 pontos, pegou 7 rebotes, deu duas assistências e um toco.
Outro jogador que enfrentou o seu antigo time, mas sem nenhuma rivalidade, pelo contrário, foi o brasileiro Leandrinho Barbosa, que voltou a Phoenix, dessa vez como visitante, para jogar contra o Suns, time que Barbosa viveu a sua melhor fase na carreira, sendo eleito inclusive o melhor sexto homem da NBA.
Leandrinho fez um bom jogo, sendo o segundo maior cestinha do time, com 19 pontos, acertando 50% dos arremessos de quadra, mas quem brilhou mesmo foi Andrea Bargnani, que com os seus 36 pontos, 6 rebotes, duas assistências, dois roubos de bola e um toco, foi essencial para a vitória do canadenses por 99 a 96.
Com o bom resultado, o Raptors alcançou o quinto triunfo em 18 partidas.