sexta-feira, 2 de março de 2012

Dallas Mavericks vai em busca da primeira vitória pós All-Star Weekend

Depois da semana das estrelas, é a hora dos gingantes da NBA se impor e começarem a conseguir o maior número de vitórias possível para se qualificar bem para os playoffs. Desculpem-me os fãs e torcedores do Dallas Mavericks, mas não consigo considerá-lo um gigante, apenas uma boa equipe, muito disso também pelo título da última temporada. 


Partindo da ideia que são os atuais campeões, o Mavs deveria fazer como outras grandes franquias e começar a impor seu jogo, mas isso não vem acontecendo. 


Será que essa imagem se repetirá no final dessa temporada? Creio que não!


Uma partida antes do All-Star Weekend, os atuais campeões saíram derrotados pelo Los Angeles Lakers, que como muitos se lembram, tomaram uma varrida de Dirk e companhia no playoff passado, marcando esse, como o último fato antes da aposentadoria do então treinador angelino, Phil Jackson.


Dirk está caindo de rendimento neste temporada
Após a pausa para a festa das estrelas, o Mavs tinha uma boa oportunidade de começar essa "segunda fase" da temporada regular, enfrentando o fraco time do New Jersey Nets, em casa. Quer mais mole do que esse? Fácil demais, né? Não para os comandados de Rick Carlisle, que perderam por 93 a 92. Após o ocorrido, mais uma chance. Dessa vez era mais difícil, pois além de ser fora de casa, seria contra uma boa franquia, o Memphis Grizzlies, que venceu a partida por 96 a 85.


Hoje, contra outra franquia teoricamente fraca, o New Orleans Hornets, mais uma chance para os atuais campeões vencerem a primeira partida depois do All-Star Weekend. Será que dessa vez vai?

Sem Varejão, Antawn Jamison vem chamando a responsabilidade no Cavaliers

Jamison está sendo o cara enquanto Varejão está fora
Depois de sofrer uma fratura na mão, no último dia 10, quando o Cleveland Cavaliers enfrentou o Milwaukee Bucks, Anderson Varejão, apontado como um dos grandes nomes da atual temporada, está tendo que ficar de molho, o que é uma grande perda para a sua equipe. 

Quando o brasileiro se machucou, logo pensei, como muitos, acredito: "Agora ferrou. O Cavs vai perder um líder em quadra.". Nessa altura, a campanha do time de Ohio era de 11 vitórias em 27 partidas, estando de fora da zona de classificação para os playoffs, porém, muito próximo do oitavo colocado.

A campanha do time não mudou muita coisa, tendo perdido logo na sequência para o Philadelphia 76ers. Depois venceu o Indiana Pacers, perdeu para o Miami Heat, teve dois bons resultados contra o Sacramento Kings e o Detroit Pistons, que vinha em uma boa recuperação e atualmente está com três derrotas seguidas na bagagem, tendo sido superado por New Orleans Hornets, Boston Celtics e New York Knicks.

Sendo justo, as duas últimas derrotas estão de acordo com o time, que reforço, está sem Varejão. Porém, a minha expectativa de que a equipe perderia um homem de liderança, já que um calouro, por mais que seja bom, como é o Kyrie Irving, não tem experiência, acabou não se confirmando, com Antawn Jamison chamando a responsabilidade e comandando a equipe ofensivamente.

Logo na primeira partida sem o pivô brasileiro, A. Jamison já havia dado uma prévia que seria o cara a conduzir a equipe, fazendo 20 pontos e pegando 8 rebotes. Lembrando que Irving também não atuou neste confronto contra o 76ers.

Nesses oito confrontos sem Varejão, às médias de Jamison têm sido de 19 pontos e 8.5 rebotes, superando a da temporada, que é de 17.3 pontos e 6.6 rebotes por confronto, e quase igualando a sua média de pontos na carreira, que é de 19.6 pontos. No quesito rebotes, sua média em todos os anos de NBA é de 7.9, ou seja, neste momento a atual marca tem uma certa folguinha. 

Imaginem o camisa quatro do Cleveland jogando assim quando Varejão voltar e some isso ao bom jogo de Kyrie Irving. Se isso realmente acontecer, o Cavs pode sonhar com voos mais altos do que os atuais, já que nessa temporada acumula 13 vitórias em 33 jogos, ocupando a 10 posição da conferência leste.

Uma noite de Fúlvio, uma noite do São José

Quem consegue parar a excelente fase do São José? Essa é uma pergunta difícil de responder. Alguém ai arriscaria? Eu não!


Fúlvio foi o cara da rodada
Depois de duas vitórias importantes no Rio de Janeiro, o time comandado por Régis Marrelli voltou a jogar diante da sua torcida e, com uma atuação de gala do armador Fúlvio, que deu extraordinárias 21 assistências, batendo o recorde do NBB, que era dele próprio, quando chegou a dar 18 assistências, até então, a equipe joseense conquistou mais uma vitória, batendo o Uberlândia por 102 a 86 e com o auxílio do Brasília, que derrotou o Pinheiros por 86 a 75, agora divide a liderança do Novo Basquete Brasil quatro com o time da capital paulista, ambos com 17 triunfos em 22 partidas, porém, os comandados de Cláudio Mortari continuam na frente pelos critérios de desempate.


Não tem como não dar destaque a atuação do armador joseense, que ainda fez 9 pontos, pegou 2 rebotes e roubou três bolas. Não é todo dia que se vê um jogador terminar com 21 assistências, nem mesmo na NBA, quanto mais no NBB. Por essa e outras grandes atuações, não só do armador, mas do time todo no geral, como do pivô Murilo Becker, o jogador mais eficiente desta edição, que foi o cestinha da partida com 26 pontos, que o time de São José está fazendo a sua melhor temporada regular da história da competição. E se continuar dessa maneira, a pergunta feita lá em cima já terá uma resposta: Ninguém.


Não teve marcador que consegui
parar o americano
Falando de grandes armadores, adivinhem quem também roubou a cena nesta rodada? Sim, Larry Taylor, sempre ele, que com mais um triplo-duplo, fazendo 24 pontos, pegando 10 rebotes e distribuindo 10 assistências, ajudou o Bauru a passar com tranquilidade pelo Limeira, por 99 a 79.