quinta-feira, 3 de novembro de 2011

E o caso Larry Taylor, como vai ficar?

Na convocação feita pelo técnico Rubén Magnano para a disputa do pré-olímpico das Américas, competição na qual o Brasil ficou com o vice-campeonato e voltou às olimpíadas depois de quinze anos de espera, tinha um gringo na lista: o norte-americano Larry Taylor(foto). Ele chegou a treinar com a seleção, mas teve que deixar o grupo por que a sua naturalização não chegaria a tempo para a disputa da competição.

O Brasil foi sem Larry Taylor e conseguiu a vaga olímpica, como já lembrei logo acima e depois disso nunca mais tocaram no assunto. Na época as opiniões de contar com um estrangeiro na nossa seleção eram bem divididas. Alguns gostaram da convocação, já outros foram completamente contra, por que tradicionalmente não somos um país que costuma naturalizar atletas. Lembro-me que fiquei do lado de Larry e gostaria muito de ter visto ele na seleção (talvez esse seja o motivo deu relembrar o assunto) principalmente pelo fato do Nezinho ficar de fora. 

Algum tempo já se passou e agora descobrimos mais um bom jovem armador que futuramente pode assumir o cargo; estou falando do Rafael Luz. Atualmente a nossa seleção está bem servida de armadores, tendo o Marcelinho Huertas, o segundo melhor armador da Europa, o Rafael Luz e o Raulzinho, que são jogadores muito jovens e ainda tem muita lenha para queimar defendendo as cores do Brasil. 

Sinto que o lugar de Nezinho na equipe nacional já se foi, ele já fez tudo o que pode, ou melhor, pouco fez, mas não vamos colocar isso em pauta. Com dois jogadores tão jovens para a posição não sei se realmente será necessário a naturalização de Larry Taylor, mas o jogador do Bauru na última temporada do Novo Basquete Brasil foi eleito o melhor jogador da posição e mostrou que pode contribuir bastante com o selecionado brasileiro em Londres.

Agora fica o dilema para o técnico Rubén Magnano: Levar dois novatos da mesma posição e arriscar ou ter mais segurança, nem que para isso tenha que naturalizar um atleta?

Dando o que falar - Glen Davis diz que os 51% está bom e que quer jogar bola

O Ala-pivô do Boston Celtics, Glen Davis, escreveu em seu Twitter que os 51% dos lucros já é o suficiente e o importante é jogar.


"51% está bom. Vamos jogar!"


A porcentagem dos lucros é a parte que mais vem atrapalhando as negociações. Anteriormente os jogadores queriam 52,5%, mas agora eles parecem que estão jogando a toalha e percebendo que se quiserem realmente essa porcentagem vão ter que perder muitos jogos, ou até mesmo uma temporada inteira.


Com a declaração, o jogador pois abaixo o que vem sendo dito por Billy Hunter e Derek Fisher, que não querem de maneira nenhuma diminuir o valor.


Amanhã é dia de mais uma reunião. Será que o sindicato de jogadores vai considerar os 51% ou vai lutar até o fim por uma porcentagem maior?

Leandrinho faz hoje a sua estréia em competições oficiais pelo Flamengo

Depois de alguns amistosos, finalmente o ala-armador Leandrinho Barbosa, a maior contratação do basquete brasileiro dos últimos tempos vai estrear com a camisa rubro-negra em uma competição oficial. O jogo vai ser contra o UTE, do Equador, às 20:30 (horário de Brasília) pela primeira rodada da Liga Sul-Americana, que nesse grupo vai ser disputada em Córdoba, na Argentina.


“Estou muito ansioso para disputar a minha primeira competição com o Flamengo. Estou vivendo um momento muito feliz da minha vida, por estar de volta ao país e defendendo um clube com uma torcida tão apaixonada. O Flamengo tem grandes jogadores, com boa experiência internacional, e tenho certeza que temos tudo para fazer uma excelente competição”, declarou o jogador.


O Flamengo, com o seu elenco recheado de estrelas é um dos favoritos ao título e nessa primeira fase vai enfrentar além do time equatoriano, o Atenas da Argentina e o Boston College, do Chile.