quinta-feira, 22 de março de 2012

A primeira vez a gente nunca esquece, principalmente se for com duplo-duplo

Nunca que eu me imaginaria, neste temporada, parando para assistir um jogo do Washington Wizards, principalmente se o adversário fosse o New Jersey Nets, porém, eu parei, e com muita satisfação, afinal, esse era um jogo especial, pois se tratava da estréia do brasileiro Nenê Hilário pelo time da capital americana. Fazendo 22 pontos e pegando 10 rebotes, o agora camisa 42, comandou a sua equipe na vitória, fora de casa, por 108 a 89.

Estreia
Uma estréia para animar os torcedores
de Washington
Quando vi Nenê pela primeira vez com a camisa do Wizards, confesso que achei tudo a ver. Que ela havia se "encaixado" perfeitamente com o jogador, que sabe que ele é o mais experiente e que será o responsável por comandar a equipe. Ele será o "franchise player" do Washington Wizards.

Como não poderia ser diferente, Nenê começou no quinteto titular e, logo no primeiro ataque da partida, mostrou que quer sim ser "o cara" do time, fintando e invadindo o garrafão para fazer os seus primeiros dois pontos no seu novo começo na NBA. (veja a primeira cesta de Nenê pelo Wizards clicando aqui).

Assim como falei sobre o Leandrinho, que estreou um dia antes de Nenê, ele ainda não está acostumado com os desenhos táticos da equipe e muito menos têm entrosamento com os seus companheiros. Mas isso não foi empecilho, já que fez uma estréia de gala, com excelentes 22 pontos e 10 rebotes, além de duas assistências, mostrando para o Wizards, o jogo que o Denver Nuggets esperada dele quando assinou um contrato de estrela para ele ser o jogador a comandar a franquia.

O Nuggets já é passado. O futuro de Nenê agora é no Wizards. E pelo o que ele apresentou na noite de hoje, mesmo com o fato de que o Nets também é fraco, dá para dizermos que esse futuro poderá ser maravilhoso tanto para o jogador quanto para a franquia, que viu a sua nova aquisição ser o comandante da 11° vitória em 45 partidas.

Hoje, dia 22, Nenê voltará às quadras, atuando pela primeira vez diante da sua torcida, no duelo contra o Indiana Pacers, que marcará o primeiro confronto entre Nenê e Leandrinho, desde que trocaram de times. 

quarta-feira, 21 de março de 2012

Em grande fase, Franca enfrenta o Joinville pelo NBB

No único jogo do dia pelo Novo Basquete Brasil, o Franca vai até Joinville, às 20h, para enfrentar o time da cidade, em partida válida pela nona rodada do returno.


Os americanos Sowell e Basden, são os cestinhas da equipe,
com 19.1 e 11.9 pontos, respectivamente
Com ambas equipes classificadas para os playoffs, os comandados de Hélio Rubens, atuais vice-campeões nacionais, começaram muito mal na competição, mas estão reagindo na hora certa, conquistando quatro bons resultados nas últimas quatro partidas, inclusive, na última, quando venceu o Tijuca Tênis Clube por 94 a 82, garantiu à equipe, vaga na próxima fase.


Esse confronto irá colocar frente a frente o oitavo (Joinville) e o nono (Franca) colocados, com 12 vitórias para cada lado, porém, com uma partida a mais para o time paulista.


A boa sequência de vitórias dos francanos foram jogando em casa, no ginásio Pedrocão. Hoje o duelo será fora.


“Para nós, essa partida será importantíssima e vamos entrar pra ganhar. Existem de oito a dez equipes que brigarão diretamente pelo título, como o Flamengo, Brasília e o São José, mas vejo que, quem tiver mais tranquilidade vai se sair melhor nos playoffs. O equilíbrio será fundamental”  - revelou o armador Helinho.


Para o Franca esse será um jogo de extrema importância, afinal, vai ser o primeiro da série dos três últimos confrontos, todos fora de casa, enfrentando, depois da equipe catarinense, os capixabas do Vila Velha e os mineiros do Uberlândia.


A classificação para os playoffs já está garantia, é verdade, mas agora, o importante não é apenas a confirmação de que estará lá, mas como é que vai estar o seu jogo e confiança quando começar a fase mata-mata. Por isso, mais do que nunca, será muito importante para o Franca terminar a fase de classificação com pelo menos duas vitórias longe de seus domínios, mostrando que a equipe é capaz de vencer qualquer um fora de casa.

Tom Thibodeau é o treinador que chegou a 100° vitória mais rápido na história da NBA

Na última segunda-feira, o Chicago Bulls, mesmo sem poder contar com Derrick Rose, que continua com um problema na virilha, passeou pra cima do Orlando Magic, vencendo por 85 a 59, estabelecendo o seu novo recorde de pontos permitidos em uma temporada regular, que era de 62 pontos. Mas a noite reservou outra grande marca.


Tom Thibodeau: uma forte promessa a lenda
Depois de deixar a comissão técnica do Boston Celtics para assumir o Chicago Bulls, na temporada passada, o treinador Tom Thibodeau, com essa grande vitória, se tornou o técnico que mais rápido conseguiu atingir a marca de 100 vitórias na carreira, tendo disputado 130 jogos, ultrapassando Avery Johnson por uma partida. Além disso, Tom desbancou o lendário Phil Jackson, na época do Bulls, que teve que disputar 142 partidas para conseguir a marca, atingida no dia 12 de março de 1991. O percentual de vitórias do atual treinador é de 76.9%


"Eu nunca vi ninguém trabalhar tão duro assim" - afirma Luol Deng, ala da equipe. "Nós acreditamos muito nele"  - complementou.


Época como treinador de defesa do Boston Celtics
Deng, não é só o elenco do Chicago Bulls que acredita nele. Toda a NBA põe fé no sucesso de um treinador que, teve anos de experiência como assistente de defesa do Boston Celtics (foto) e, que na sua primeira temporada como treinador principal, comandou o Chicago Bulls a melhor campanha da temporada regular, com 62 vitórias e 20 derrotas, algo que não acontecia deste 1998, quando Michel Jordan ainda atuava, e igualando a marca de Paul Westphan, com o Phoenix Suns, na temporada 1992/1993. Depois disso, Thibodeau e o Bulls  foram até a final da conferência leste, perdendo para o Miami Heat. 


Tom foi eleito o melhor treinador do mês por três vezes, nas seis possíveis e foi escolhido o melhor treinador da temporada passada.


Se continuar nesse ritmo, daqui há alguns anos poderemos falar que ele é o novo recordista de prêmios de melhor treinador do ano da NBA, ultrapassando Pat Riley e Don Nelson, que faturaram o título por três vezes cada.